[RESENHA] "Playboy Irresistível" de Christian Lauren | Por Mac Batista

Sinopse: Uma linda nerd. Um incorrigível Don Juan. E uma aula de química só para maiores...Quando Hanna Bergstrom escutou de seu irmão que ela precisava ter uma vida social e se libertar um pouco da faculdade, ela jurou que iria cumprir essa tarefa: sair mais, fazer amigos, começar a namorar. E quem melhor para transformá-la na garota dos sonhos de todo homem do que o lindo melhor amigo de seu irmão, o investidor e playboy assumido Will Sumner? Will ganha a vida assumindo riscos, mas a princípio ele não bota fé na transformação daquela garota desajeitada... até que numa noite selvagem, sua inocente pupila o seduz e acaba ensinando uma lição sobre o que é ficar com uma garota ardente e... inesquecível. Agora que Hanna descobriu o poder de seu próprio sex appeal, resta a Will provar que ele é o único homem que ela precisa.
Título: "Playboy Irresistível - Livro 3" | Editora: Universo dos Livros| Gênero: Literatura Americana, Literatura Erótica| Ano: 2014|Nº Páginas: 400 | Adquira um exemplar, aqui. | Leia o livro aqui.



Por Mac Batista


"Playboy Irresistível" dá continuidade a saga dos três solteirões, extremamente sexys e mais desejados da Literatura Erótica Contemporânea. Bem... Pelo menos, o último deles! E, como os livros anteriores, este não segue um linha diferente! A  história é repleta de momentos hilários, inusitados e erotismo.

No terceiro livro da série, o leitor é apresentado a Hanna Bergstrom e Wil Sumner. Ela, uma garota de 24 anos, mora sozinha em Nova York e é totalmente workahoolic! E depois de receber a visita de seu pai e irmão mais velho Jensen que lhe passam o "sermão do século" por ela viver afastada de tudo, praticamente a obrigam a ligar para o Will, um amigo de infância.

Will  é sócio de Max - como foi mostrado nos romances anteriores - e tem passado muito tempo com seus melhores amigos: Max e Bennett e suas respectivas namoradas. E, apesar de estar feliz por seus amigos, ele não acredita muito no status "relacionamento sério" tanto que ele mantém duas amantes (uma sabendo da existência da outra)  e se encontra com elas duas ou três vezes por semana.

[RESENHA] “Frida Kahlo: conexões entre mulheres surrealistas no México” | Por Eleni Rosa










Por Eleni Rosa



Uma possível crônica sobre o Rio, arte e “Frida Kahlo”

Os cariocas antenados sabem que está rolando, desde 30 de janeiro, a Exposição “Frida Kahlo: conexões entre mulheres surrealistas no México”, na Caixa Cultural. A exposição está em sua reta final e no dia 27 de março, daqui a duas semaninhas nos deixará.

Pegando onda no texto que li, e adorei, no Observatório da Imprensa, que fez uma crítica sobre a busca por uma cultura de massa a partir dos lançamentos cinematográficos de Hollywood e a pouca procura por uma cultura relevante, faço o seguinte paralelo:

Aos que ainda não puderam ir à exposição de Frida, por inúmeros motivos, que não incluiu assistir a saga “Star Wars” ou qualquer outra fita do gênero, mas que, estando no Rio, pretextos não faltam como:

·   a visita ao Museu do Amanhã, pois afinal quem no Rio, quiçá no Brasil, não está curioso para visitar a obra do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, vivenciar esse tour interno e aproveitar o novo visual da Praça Mauá revitalizada? Creio que, para os gladiadores do sol, tenha sido uma grande experiência;
·  os blocos de carnaval, quem não quer conhecer, ir pelo menos uma vez? Passada a onda do carnaval, a romaria às praias e o ‘pit stop’ com os amigos para tomar aquela cervejinha estupidamente gelada em algum bar da cidade, famoso ou não, afinal o Rio nunca esteve tão quente. Sem mencionar que essas circuladas pela cidade faz parte da cultura do carioca. Impossível resistir;
·    tirando o sol da fila para o Museu, o vuco vuco dos blocos e as praias, creio que muitos tiveram a predileção pelas salas supergeladas dos cinemas. Pondero que a partir de janeiro teve início à corrida dos cinéfilos para assistir aos filmes que concorriam ao Oscar - com o calor que faz no Rio, o cinema é um verdadeiro ‘point’. Filmes como  ‘Os Oito Odiados’, de Tarantino, ‘O Quarto de Jack’, o estrangeiro ‘Filho de Saul’... até os favoritos ‘Spotlight’ e ‘O Resgate’, foram motivos para desviar a atenção de qualquer ser humano.

[RESENHA] "A Garota no Trem" de Paula Hawkins, por Stef Rhoden

Sinopse: Todas as manhãs Rachel pega o trem das 8h04 de Ashbury para Londres. O arrastar trepidante pelos trilhos faz parte de sua rotina. O percurso, que ela conhece de cor, é um hipnotizante passeio de galpões, caixas d’água, pontes e aconchegantes casas.
Em determinado trecho, o trem para no sinal vermelho. E é de lá que Rachel observa diariamente a casa de número 15. Obcecada com seus belos habitantes – a quem chama de Jess e Jason –, Rachel é capaz de descrever o que imagina ser a vida perfeita do jovem casal. Até testemunhar uma cena chocante, segundos antes de o trem dar um solavanco e seguir viagem. Poucos dias depois, ela descobre que Jess – na verdade Megan – está desaparecida.
Sem conseguir se manter alheia à situação, ela vai à polícia e conta o que viu. E acaba não só participando diretamente do desenrolar dos acontecimentos, mas também da vida de todos os envolvidos.

Trecho: "Perdi o controle sobre tudo, até sobre os lugares dentro da minha cabeça".

Ficha Técnica 
Título: A Garota no Trem 
Autora: Paula Hawkins 
Ed. Record | 2015 | Brochura | 378 páginas 

Resenha: O que você faz num feriado?
a) Um big churrasco na sua casa com os amigos?
b) Curte o feriado todo na praia com a família?
c) Viaja para uma cidade próxima?
d) Vai bater perna no shopping com as amigas, tomando um café?
e) Fica obcecada por um livro que ficou sabendo da existência na noite anterior, que só conseguiu dormir depois que encontrou o e-book e fica sozinha em casa, em paz, com seu tablet até terminá-lo?

Preciso falar minha opção?

Quarta à noite eu estava de bobeira no Facebook e vi o post de uma amiga o trailer de um filme que estreará esse ano: "A Garota no Trem". O trailer, imediatamente me deixou curiosa e pensei que assistiria assim que saísse. No mesmo momento, abri meus e-mails e vi os novos títulos da Amazon. Adivinha qual chamou a minha atenção! Não deu outra! Baixei o e-book e, enquanto minha família foi se divertir no feriado, fiquei no descanso do lar na companhia de Rachel Watson, Megan Hipwell e Anna Watson.

E, gente! Valeu a pena! Que livro bom!!!!!

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