[AILNEWS]"Abril chega na Intrínseca repleto de bestsellers"

Olá, como vai o dia? A editora Intrínseca sempre mostrou tato aguçado quando o assunto é bestseller e o mês de abril chega repleto deles. Da esperada versão nacional do livro de Anthony Doerr ao premiado livro do autor de ficção-científica Max Barry. Além deles temos nova série juvenil e mais. Os livros já estão em pré-venda, no Guia de Lançamentos e no Skoob. Para seguir para o Skoob basta clicar nas capas. Você que já viu as capas nas redes sociais do blog conheçam agora os detalhes:


 
Toda Luz Que Não Podemos Ver, de Anthony Doerr, 528 páginas. Tradução: Maria Carmelita Dias.
Marie-Laure vive em Paris, perto do Museu de História Natural, onde seu pai é o chaveiro responsável por cuidar de milhares de fechaduras. Quando a menina fica cega, aos seis anos, o pai constrói uma maquete em miniatura do bairro onde moram para que ela seja capaz de memorizar os caminhos. Na ocupação nazista em Paris, pai e filha fogem para a cidade de Saint-Malo e levam consigo o que talvez seja o mais valioso tesouro do museu. Em uma região de minas na Alemanha, o órfão Werner cresce com a irmã mais nova, encantado pelo rádio que certo dia encontram em uma pilha de lixo. Com a prática, acaba se tornando especialista no aparelho, talento que lhe vale uma vaga em uma escola nazista e, logo depois, uma missão especial: descobrir a fonte das transmissões de rádio responsáveis pela chegada dos Aliados na Normandia. Cada vez mais consciente dos custos humanos de seu trabalho, o rapaz é enviado então para Saint-Malo, onde seu caminho cruza o de Marie-Laure, enquanto ambos tentam sobreviver à Segunda Guerra Mundial Uma história arrebatadora contada de forma fascinante. Com incrível habilidade para combinar lirismo e uma observação atenta dos horrores da guerra, o premiado autor Anthony Doerr constrói, em Toda Luz Que Não Podemos Ver, um tocante romance sobre o que há além do mundo visível. 
Léxico, de Max Barry, 368 páginas. Tradução: M.
Uma organização treina jovens talentosos para controlar a mente e o comportamento das pessoas usando combinações específicas de palavras. Os iniciados deixam suas verdadeiras identidades para trás e passam a usar nomes de poetas. Identificada como um prodígio na arte da persuasão, Emily Ruff, que ganha a vida com truques de cartas nas ruas de São Francisco, é enviada para o treinamento em uma escola da organização e começa a aprender a técnica letal. Quando os líderes da instituição descobrem que ela está se envolvendo com outro aluno, Emily recebe uma missão aterrorizante. Wil Parke, carpinteiro, sofre de amnésia. Um dia ele já soube o significado da palavrárida, um artefato com o poder de colocar o planeta em risco. No entanto, não lembra mais. Wil é sequestrado por dois agentes brutais, que acabaram de matar sua namorada, desesperados para impedir que um membro da organização, de codinome Virginia Woolf, cause uma grande destruição. Em seu novo livro, Max Barry constrói uma trama sombria na qual as palavras são como armas e os tipos mais vis usam como pseudônimos grandes nomes da literatura.


Yaqui Delgado Quer Quebrar A Sua Cara, de Mag Medina, 272 páginas. Tradução: M.
Uma garota surge de repente no caminho da adolescente Piddy Sanchez para avisá-la de que Yaqui Delgado vai acabar com ela. Piddy acabou de mudar de escola e nem faz ideia de quem seja Yaqui, muito menos do que pode ter feito de tão errado para apanhar. Mas Yaqui sabe quem ela é, e a odeia. Piddy Sanchez não tem descanso. Ser filha de uma imigrante cubana nos Estados Unidos e crescer sem pai já era bem difícil sem ter alguém a odiando. No ensino médio da nova escola, seu corpo atraente desperta tanto os olhares dos meninos quanto o da esquentada Yaqui, que começa atacando a novata com ameaças cruéis, mas demonstra ser capaz de muito mais que isso, tornando a vida de Piddy um verdadeiro inferno dominado pelo medo. Denunciar Yaqui não é uma opção. Fugir não adianta. O importante agora é sobreviver. O romance explora a questão do bullying nas escolas e fala de violência doméstica, assuntos que vêm sendo cada vez mais discutidos atualmente, por afetar muitas crianças e adolescentes. 
Os Últimos Dias de Nossos Pais, de Joël Dicker, 304 páginas. Tradução: André Telles.
Após a frustração de ter tido o Exército britânico encurralado em Dunquerque, Winston Churchill tem uma ideia capaz de mudar o curso da guerra: a criação de uma nova seção do serviço secreto britânico, a SOE (Executiva de Operações Especiais), responsável por conduzir ações de sabotagem e se infiltrar nas linhas inimigas. Algo jamais feito na história. Na esperança de se juntar à Resistência, o jovem Paul-Émile deixa Paris e vai para Londres. Logo recrutado pela SOE, ele se integra a um grupo de franceses que se tornam seus companheiros de coração e de armas. Passando por formações e treinamentos intensos nos quatro cantos da Inglaterra, os selecionados voltarão para a França ocupada para contribuir na resistência. Mas a espionagem alemã está alerta... A existência da SOE por muito tempo foi mantida em segredo. Várias décadas após o fim das atrocidades da Segunda Guerra, Os Últimos Dias de Nossos Pais é um dos primeiros romances a abordar sua criação e a relembrar as verdadeiras relações entre a Resistência e a Inglaterra de Churchill. Dicker constrói um livro sobre amor, amizade e medo, com uma profunda reflexão sobre o ser humano e suas fraquezas.


Frank Einstein e O Motor Antimatéria, de Jon Scieszka, 192 páginas. Tradução: M.
Frank Einstein é um menino de 10 anos que adora passar o tempo em seu laboratório na garagem do avô, onde pode misturar ciência e muita imaginação para criar inventos bem originais. Sua criação mais recente é o RobôGente, uma máquina capaz de pensar. Frank tem um plano mirabolante e só precisa de uma noite repleta de raios no céu para colocá-lo em funcionamento. De repente, o que parecia destinado ao fracasso ganha vida. No meio da noite, dois robôs se autoconstroem e de uma hora para outra Frank ganha dois ajudantes de laboratório. Donos de personalidades bem diferentes, o espertinho Klink e o desajeitado Klank não são os auxiliares ideais, mas mesmo assim ajudam o jovem cientista a construir um motor antimatéria para competir no Prêmio de Ciências da cidade. Tudo parece ir bem... até que o arqui-inimigo de Frank, T. Edison, entra em cena e sequestra os robôs, obrigando-os a colaborar em um plano maligno. 
Brasil: Os Frutos da Guerra, de Neil Lochery, 376 páginas. Tradução: M.
Quando a Segunda Guerra Mundial eclodiu, em 1939, o Brasil parecia muito distante do conflito tanto geográfica quanto politicamente. Na época, o país tropical, subdesenvolvido e longínquo era o destino perfeito para viajantes internacionais que desejavam fugir um pouco do clima pesado dos conflitos. Contudo, a imagem bucólica de praias maravilhosas e povo amistoso escondia uma realidade bem mais complexa. Em pleno Estado Novo e movido pelo objetivo de modernizar o país, o presidente Getúlio Vargas via na Segunda Guerra Mundial uma chance de ouro. Fatores como as vastas riquezas naturais e a proximidade geográfica com os Estados Unidos despertaram o interesse tanto dos Aliados quanto do Eixo, resultando em um balé diplomático entre embaixadores, ministros e presidentes para assegurar o apoio estratégico do país na guerra. É o que defende o aclamado pesquisador Neill Lochery em Brasil: Os Frutos da Guerra , livro que abarca um dos períodos mais importantes da história nacional para a formação do Brasil moderno. Um relato vívido e repleto de intrigas sobre como a habilidade política e o oportunismo econômico do governo brasileiro permitiram que o conflito alçasse o país à condição de potência política e econômica da região. 


Isto Não É Um Livro, de Keri Smith, 224 páginas. Tradução: M.
O que é um livro? Para Keri Smith, criadora de Destrua este diário e Termine este livro , essa pergunta pode ter várias respostas: um livro pode ser uma mensagem secreta, um equipamento de gravação, um instrumento musical... tudo depende da maneira como lidamos com ele. Neste novo projeto, Keri surpreende os leitores com inúmeras situações inusitadas que os farão questionar o que de fato é um livro. Plantar ideias, transformar páginas, viajar no tempo, desafiar-se — os convites a interagir e interferir no conteúdo são os mais diversos e improváveis, numa aventura de criação que atiça a curiosidade e bagunça os paradigmas do que são e para que servem os livros que lemos. 
Os Filhos de Anansi, de Neil Gaiman, 440 páginas. Tradução: M.
O clássico de Neil Gaiman relançado agora com conteúdo extra. Charlie Nancy tem uma vida pacata e um emprego entediante em Londres. A pedido da noiva, ele concorda em convidar o pai para seu casamento e fazer uma tentativa de reaproximação, já que há vinte anos os dois não se falam. Enquanto isso, no palco de um karaokê na Flórida, o pai de Charlie tem um ataque cardíaco fulminante. A viagem de Charlie até os Estados Unidos para o funeral acaba se tornando a jornada de uma nova vida. Charlie não tinha ideia de que o pai era um deus. Menos ainda de que ele próprio tinha um irmão. Agora sua vida vai ficar mais interessante... e bem mais perigosa. Embrenhando-se no território de lendas e deuses pagãos, a poderosa narrativa de Neil Gaiman leva o leitor a mergulhar nessa história fantástica e bem-humorada sobre relações familiares, profecias terríveis, divindades vingativas e aves muito malignas. 


E ai? Gostaram das novidades de abril? Vimos muita gente comemorar os dois primeiros e claro a nova edição de Neil Gaiman. Adoramos ver Léxico e claro Gaiman. Ansiosos para a editora lançar os outros adultos do autor e também curiosos com essa nova série juvenil. Comentem aí o que acharam do mês de abril da editora. Por enquanto é isso! Até mais!

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