[RESENHA] "Cinquenta Tons de Liberdade", de E. L. James, por Stef Rhoden


Sinopse: Quando Anastasia Steele conheceu o jovem empresário Christian Grey, teve início um sensual caso de amor que mudou a vida dos dois irrevogavelmente. Chocada, intrigada e, por fim, repelida pelas estranhas práticas sexuais de Christian, Ana exige um compromisso mais sério. Determinado a não perdê-la, ele concorda. 

Agora Ana e Christian têm tudo: amor, paixão, intimidade, riqueza e um mundo de possibilidades à sua frente. Mas Ana sabe que o relacionamento não será fácil, e a vida a dois reserva desafios que nenhum deles seria capaz de imaginar. Ana precisa se ajustar ao mundo de opulência de Grey sem sacrificar sua identidade. E ele deve aprender a dominar seu impulso controlador e se livrar dos fantasmas do passado. 
Quando finalmente parece que a força dessa união vai vencer qualquer obstáculo, o destino muda mais uma vez, e os piores medos de Ana podem se tornar realidade. 

Trecho: "- No que está pensando? - murmura Christian, interrompendo meus pensamentos ao puxar o dedo da minha boca.
- Em como você é inconstante. 
Ele fica parado ao meu lado.
- Cinquenta Tons, baby. - diz ele finalmente, e me dá um beijo terno no canto da boca.
- Meu Cinquenta Tons. - sussurro. E, agarrando-o pela camiseta, puxo-o para mim". 


Ficha Técnica 
Título: Cinquenta Tons de Liberdade 
Autora: E. L. James 
Ed. Intrínseca | 2012 | Brochura | 543 páginas 

Resenha: Depois de dois anos, finalmente tomei vergonha na cara pra vir falar sobre o final da trilogia. Por favor, não briguem comigo! É que falar sobre o final significa que essa história... Acaba. E era tudo o que eu queria evitar! Porém, agora tenho a desculpa perfeita para a resenha: o filme estreia nesta quinta, dia 12/02, e, pra lidar com a minha ansiedade, nada melhor do que falar sobre essa história que conquistou o meu coração. 

Charlie Hunnam
Aliás, tomando o gancho do filme, posso dizer que, quando fui reler trechos deste livro para fazer a resenha, consegui ver perfeitamente Dakota Johnson como a Ana; e, mesmo um pouco contrariada, vi o Jamie como Christian. Não é segredo pra ninguém que preferia a primeira escolha, Charlie Hunnam, mas me conformei com Jamie Dornan depois dos trailers. Falo mais sobre isso na resenha do filme, que sairá em breve.

Então, vamos lá: "Cinquenta Tons de Liberdade". 

Enrolei um pouco para ler o último livro da trilogia, mas li ainda na mesma semana que o segundo. Tentei não ter expectativas e não pensar muito porque, afinal, o final, segundo pensei, seria previsível. Mas não deixei de ficar curiosa sobre o que teria no livro que poderia encher 543 páginas... 

Bem, fazendo um resumo, "Cinquenta Tons de Liberdade" conta a vida de casados de Ana e Christian e como eles estão se adaptando um ao outro. Ana tentando se adaptar a nova vida de riqueza, empregados, seguranças e paparazzi, enquanto Christian tenta não ser tão controlador e respeitar a independência dela. Mas, é claro, que há aventuras e mistérios por aqui, alguns acontecimentos que fazem com que a história não seja uma eterna lua de mel (eu ia acrescentar a palavra "monótona" para a lua de mel, mas todos sabemos que a vida de Christian e Ana é tudo, menos monótona...). 

Sendo assim, devo dizer que gostei de algumas das coisas que aconteceram. Fiquei apreensiva, com o coração na boca. Querendo virar páginas para saber logo o que aconteceria. Mas também devo dizer que as motivações, as explicações que desencadearam tudo aquilo foram, realmente... Ah, eu não tenho uma palavra pra isso, mas não gostei. Achei forçado. Se você leu "Cinquenta Tons Mais Escuros" e sabe das pontas soltas a que me refiro, provavelmente vai acabar concordando comigo que o óbvio e o clichê seriam muito mais interessantes do que as explicações "inusitadas" criadas pela autora. Sem falar na forma rápida como tudo aquilo se conclui... 

Enfim! Nada é perfeito. Nem mesmo essa história linda...

Jamie Dornan e Dakota Johnson como Christian e Ana
Sobre as cenas tórridas: sim! Elas ainda existem. Um pouco mais românticas e carinhosas. Mas existem! Christian continua sexy. Muito sexy. E é só o que vou falar sobre isso. 

Mas, sem dúvida, o que mais gostei no livro foi a surpresa que a autora deu para as fãs: ao final, depois do "Happily Ever After", E. L. James nos presenteia com os dois primeiros capítulos de "Cinquenta Tons de Cinza" narrados por Christian! Eu vibrei quando li a versão dele da história, tudo o que ele pensou durante aquela entrevista com a Ana e depois, no Clayton's. Se era possível, me apaixonei ainda mais por ele... Sem falar que também há um capítulo pequeno narrando Christian ainda criança, em seu primeiro Natal com os Grey. Muito fofo! E muito triste também... 

E isso me leva a algo que E. L. James falou sobre sua saga. "Cinquenta Tons" é uma história de cura através do amor. E é verdade. É a história de como um homem perturbado pelo passado, cheio de traumas e maníaco por controle, consegue superar seus desafios e ser realmente quem ele é: um homem bom, generoso e apaixonante. E como!

Resumindo: deu pra perceber que "Cinquenta Tons de Liberdade", apesar de ter alguns baixos - claro! -, é o final perfeito para a saga, né? Recomendadíssimo!

Agora dá licença que preciso ir ao cinema assistir à estreia de "Cinquenta Tons de Cinza". 

Beijos grandes!

Stef Rhoden





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