[LANÇAMENTOS & NOVIDADES] "EDITORA ROCCO"

Olá! Como vai o dia? Hoje, segundo dia de outubro trago os lançamentos da editora Rocco bem como os dois aguardados primeiros títulos de seu novo selo o Fábrica231, "Inspirada no estúdio transgressor de Andy Warhol, a Rocco inaugura um novo selo voltado à cultura pop. 

Na Fábrica231, o espírito criativo e multimídia da lendária geração que reformulou os conceitos de arte e de entretenimento dita tudo o que cabe nesta caixa: ficções que ultrapassam os livros para o cinema e a TV, histórias reais que transbordam da vida para as páginas". 

A novidade surpreendeu os leitores que se perguntam desde que a febre do erotismo chegou ao Brasil quando a Rocco iria lançar sua primeira obra do gênero. A resposta está aí e eu como leitora do new adult torço para que o gênero também saia no novo selo. 

A Rocco adquiriu bons livros do gênero e estou ansiosa para que saiam em breve. Conheçam o selo e vamos aos lançamentos de outubro, lembrando que já estão todos em pré-venda e no Skoob.

Por Você, de Laurelin Paige, 368 páginas. Tradução: Júlio de Andrade Filho.
Diferentemente da maioria das heroínas, Alayna Withers conhece bem o seu poder de conquista. Adepta de figurinos provocantes, chama a atenção com suas calças justas e decotes pra lá de generosos. Principalmente quando está em ação trabalhando como atendente da boate Sky Launch. Do tipo segura, leva com bom humor as cantadas dos clientes e costuma flertar com David, o gerente da boate. Até que é surpreendida pela presença desconcertante de Hudson Pierce, um homem lindo e sexy, que aparece numa noite na boate. A atração entre eles é imediata. O choque eletrizante de uma simples troca de olhares provoca reações diversas e assustadoras em Alayna. Calores, desejo, palpitação, excitação... tudo ao mesmo tempo. Empresário bem-sucedido e habilidoso nos negócios, Hudson está prestes a se tornar o mais novo proprietário da boate. Aos poucos, Alayna tenta entender o temperamento possessivo e dominador de seu mais novo chefe. Enquanto isso, cada um deles também terá de lidar com seu próprio passado destrutivo. E com a convivência acabam descobrindo que a atração sexual não é o único ponto em comum entre eles.
A Menina Que Tinha Dons, de M.R. Carey, 384 páginas. Tradução: Ryta Vinagre.
Num futuro distópico, em que a maioria da humanidade foi exterminada, um grupo de crianças vive confinado numa base militar. Todas as manhãs elas aguardam em suas celas o sargento Parks vir com uma arma apontada e mais dois de seus homens para afivelá-las — tornozelos, pulsos e pescoço — à cadeira de rodas que as levará para a aula. Certa vez, Melanie, a mais inteligente delas, brincou dizendo que não iria mordê-los. Ninguém riu. Apesar da prisão e do tratamento rígido e hostil do sargento e seus soldados, Melanie ama sua escola. Tem apreço pelos livros, adora estudar. De fatos históricos, passando por equações, até os mitos gregos e o mundo além daquelas paredes que as encerravam. Ela diz a sua professora favorita todas as coisas que ela fará quando ela crescer, mas Melanie não entende porque isso fez sua professora parecer tão triste...

Quatro: Histórias da Série Divergente, de Veronica Roth, 272 páginas. Tradução: Lucas Peterson.
As histórias que compõem a coleção se passam antes de Quatro conhecer Tris, antes mesmo de ganhar o nome baseado no número de medos que possui. Dois anos antes de Beatrice Prior trocar a Abnegação pela Audácia na Cerimônia de Escolha, o filho do líder da Abnegação fez o mesmo. Para o menino inseguro, maltratado pelo pai e órfão de mãe, então com dezesseis anos, a transferência era uma chance de deixar para trás uma vida de abusos e começar de novo. O personagem que os leitores conhecem da narrativa de Beatrice Prior pouco parece com o Tobias Eaton que narra “A Transferência”, “A Iniciação”, “O Filho” e “O Traidor”. No livro, Veronica Roth aprimora a voz de Quatro e é uma ótima oportunidade para conhecer um lado mais suave da personalidade deste complexo personagem, além de mergulhar mais fundo no mundo distópico que conquistou milhões de fãs.
Ironside: O Mundo de Ferro, de Holly Black, 240 páginas. Tradução: Mariana Kohnert.
Uma fada alada trocada por uma criança procura seu lugar no reino das fadas. Mas uma guerra pode alterar o seu destino. No mundo das fadas, chegou a hora da coroação de Roiben. Para Kaye isto não importa, a jovem fada tem certeza de apenas uma coisa: o seu amor pelo futuro senhor da corte Indigna. Porém durante a festa, Kaye é enganada e bebe uma forte bebida, que a deixa aturdida e sem controle, e a leva a fazer uma declaração apaixonada a Roiben. E seus problemas estão apenas começando... Ironside: O Mundo de Ferro é o novo livro de Holly Black. Continuando a saga das Fadas Ousadas e Modernas, a autora junta nesta obra a fada alada Kaye e seu amigo Corny, personagens de Tithe, aos irmãos Luis e Dave, de Valiant. E os jovens se veem no meio da guerra entre as cortes Indignas e Digna pelo poder. Holly Black apresenta a seus fãs mais uma história sedutora, passada em um mundo fantástico e perigoso onde prazer e dor se misturam o tempo todo e nada é exatamente o que parece. Um título perfeito para os fãs da autora e de suas fadas ousadas e modernas.

Devastadoras, de Sara Shepard, 352 páginas. Tradução: Fal Azevedo.
Décimo segundo volume da série de sucesso internacional Pretty Little Liars, Devastadoras traz as quatro belas mentirosas de Rosewood em alto-mar. Afinal, nada como férias em um cruzeiro luxuoso para esquecer os problemas dos últimos tempos e as perseguições de A. Mas parece que a maré não está muito favorável para o quarteto, pois quanto mais tentam esquecer o passado e viver novas histórias, mais Emily, Aria, Spencer e Hanna se afundam num mar de segredos e perigos, sempre sob o olhar atento e misterioso de A. Será que o tão sonhado cruzeiro levará as jovens para o naufrágio definitivo?
Nicolau & Alexandra, de Robert K. Massie, 608 páginas. Tradução: Ângela Lobo de Andrade.
Lançado originalmente em 1967, em plena Guerra Fria, Nicolau e Alexandra apresenta a biografia do czar Nicolau II e de sua esposa Alexandra de Hesse, últimos soberanos de uma dinastia que governou a Rússia durante três séculos, até as vésperas da Revolução Bolchevique de Outubro de 1917. Herdeiro de uma longa tradição de imperadores, entre os quais se inclui Pedro I, o Grande (1682-1725), Nicolau II assumiu o trono em 1º de novembro de 1894, com a morte de seu pai, Alexandre III, e se tornou o autocrata de um império em plena ebulição. Conhecido entre seus críticos como Nicolau Sanguinário, foi descrito como um homem bom e gentil, dedicado à família e à fé religiosa, mas um mau czar. A minuciosa e extensa pesquisa de Robert Massie sobre a trajetória de Nicolau II, sua vida íntima com Alexandra e seus anos de poder, tornou-se um marco na historiografia sobre um dos maiores impérios de toda a história. A publicação de Nicolau e Alexandra no fim dos anos 1960 provocou um enorme interesse sobre a Dinastia Romanov, tanto na Europa quanto nos Estados Unidos, fenômeno que rendeu outros livros e pesquisas acadêmicas inéditas nas décadas seguintes.

Cantiga de Findar, de Julián Herbet, 256 páginas. Tradução: Miguel del Castillo.
Um dos poetas mexicanos mais importantes da atualidade, Julián Herbert é apresentado ao leitor brasileiro com Cantiga de findar, mais um título da coleção Otra Língua a chegar às prateleiras pela Rocco. O livro, que ganhou o Prêmio Jáen de romance e o Prêmio Elena Poniatowska em 2012, engrossa um filão literário moderno que já desfruta status de tradição: a narrativa em que se cruzam verdade autobiográfica e ficção pessoal, resultando numa ambiguidade fascinante. Enquanto cuida da mãe com leucemia, um homem chamado Julián Herbert – o mesmo nome do autor do livro – escreve sobre ela, uma mulher que ganhou a vida como prostituta, e rememora a vida pregressa de mãe e filho pelo México num romance tão magnífico quanto doloroso.
O Boxeador Polaco, de Eduardo Halfon, 128 páginas. Tradução: Lui Fagundes.
O guatemalteco Eduardo Halfon é uma das vozes mais sólidas da atual narrativa latino-americana, autor de uma dezena de obras de prestígio internacional, e cujo trabalho tem sido constantemente comparado ao do chileno Roberto Bolaño. Finalmente publicado no Brasil, pela prestigiada coleção de literatura hispano-americana Otra Língua, organizada por Joca Terron, Halfon reúne, em O Boxeador Polaco, seis histórias que dialogam com a tradição literária e com a prática da ficção, mas que, ao mesmo tempo, mantém os pés fincados na realidade contemporânea e na história familiar e íntima do próprio escritor. O relato que dá título à coletânea, apresenta a história de um sobrevivente dos campos de extermínio de Auschwitz. Um homem idoso que, brincando com o neto (que é o narrador do conto), lhe diz que os cinco dígitos verdes gravados no antebraço esquerdo eram o número de seu telefone. Na verdade, o avô revela, ele foi salvo devido à astúcia de um pugilista, também prisioneiro, mas que se mantinha vivo porque os soldados alemães gostavam de vê-lo boxear. Mas fica a dúvida: esta seria mesmo uma história verdadeira?

O Céu da Amarelinha, de Carlos Eduardo Leal, 144 páginas.
Usando o tradicional jogo da amarelinha como metáfora para falar do eterno desejo de felicidade – ou do céu possível de cada um –, o psicanalista e escritor fluminense Carlos Eduardo Leal apresenta uma narrativa envolvente e de delicado lirismo ao contar a história de Lívia, uma menina que adora pular amarelinha no quintal de casa, especialmente a desenhada por seu pai, Santiago, com quem ela tem grande afinidade. Mas pular com equilíbrio os quadrados de giz e chegar ao céu pode ser bem mais doloroso e difícil do que parece, quando o grito apavorado da mãe anuncia uma tragédia que vai alterar toda a vida da menina.
Fracassinho, de Gary Shteyngart, 448 páginas. Tradução: Antônio E. de Moura Filho.
No final dos anos 1970, o então presidente americano Jimmy Carter fez um acordo com o governo soviético que estimulou a imigração de judeus russos para os Estados Unidos. Igor Shteyngart tinha sete anos. Era um garoto excêntrico e asmático que, de uma hora para a outra, se viu transportado da gelada Leningrado para o turbulento Queens. Seus pais decidiram substituir a entonação russa de “Igor” pelo americano “Garry” - uma tentativa vã de fazer com que o menino levasse menos surras no bairro. No ambiente doméstico, porém, era chamado por outros apelidos. Minha mãe, que estava desenvolvendo uma fusão interessante de inglês com russo, aprimorou o termo para Failurchka, ou Fracassinho.” Toques autobiográficos, humor depreciativo, picardia e uma estranha tristeza sempre frequentaram os livros de Gary Shteyngart, reconhecido como um dos mais talentosos romancistas de sua geração. Mas o autor nunca havia ido tão fundo em suas próprias - e hilárias, desconcertantes - histórias. Fracassinho é um testemunho de sofrimento precoce e inadequação permanente. Uma sátira sobre o choque entre culturas e sobre as agruras de ser um tipo esquisitão e autêntico no mundo contemporâneo, tão embotado e severo. Como numa improvável mistura de Woody Allen e Nabokov – com doses mais contemporâneas e menos blasés de um e de outro – Gary faz de sua própria jornada uma divertidíssima obra de ficção, onde empatia e estranheza caminham lado a lado.

Tampa, de Alissa Nutting, 320 páginas. Tradução: Maira Parula.
Inspirado na história real da norte-americana Debra Lafave, uma professora de 24 anos que foi presa por se envolver com um aluno adolescente, Tampa é o romance de estreia de Alissa Nutting. Eleito o livro mais polêmico do último verão pelo jornal britânico The Guardian, Tampa, romance de estreia da norte-americana Alissa Nutting, narra a atração doentia de uma jovem professora, casada e bonita, por seus alunos, e o tórrido caso de amor que viveu com um deles.  Na trama, a bela Celeste Price, que dá aulas de inglês na Jefferson Junior High School, guarda um segredo: a atração sexual por meninos de 14 anos. Narrado em primeira pessoa, o livro é rico em cenas eróticas e causou polêmica nos Estados Unidos. Retratando uma mulher fria e egoísta, que não mede esforços para garantir orgasmos intensos, Alissa Nutting constrói uma trama envolvente, temperada com muito sexo e algumas pitadas de humor negro. Ao longo das páginas, os leitores mergulham na mente de Celeste Price e têm a chance de conhecer uma verdadeira predadora sexual, sempre em busca da próxima vítima.
Essa Música, de Ivan Junqueira, 96 páginas.
Uma poesia medida, arquitetada, metro a metro, palavra por palavra, efeito por efeito. E desmedida em refletir, em tocar e provocar o leitor. Versos ritmados e envolventes regidos por um maestro da língua que, a partir dessa partitura lírica, brinda-nos com Essa música — livro póstumo e inédito do carioca Ivan Junqueira, consagrado jornalista, poeta, tradutor, ensaísta e crítico literário. Entregue pelo autor à editora poucos meses antes de falecer, o volume de poemas (escritos nos últimos anos, entre 2009 e 2013) trata justamente sobre um tema recorrente em sua obra, a morte e suas implicâncias no pensamento. Sejam a angústia e ou noção sobre sua inevitabilidade, sejam as conjecturas sobre nossa existência entre duas datas extremas. Escrito com “sangue”, e, portanto, segundo Friedrich Nietzsche, com “espírito”, Essa música traz a alma, em ampla acepção, de um poeta estudioso, dedicado e conhecedor, como poucos, do ofício do verso. Frente ao embate com a morte e as indagações existenciais, esta obra-prima de Ivan Junqueira lega-nos uma constatação: o homem, carne, se vai; mas o poema, arte, fica e é no poema que o poeta vive. Viverá. Sempre. Indefinidamente.

O Poder do Coração, de Baptist de Pape, 240 páginas. Tradução: Márcia Frazão.
O cineasta e escritor Baptist de Pape reúne uma inédita colaboração de líderes e pensadores espirituais, de autores e cientistas da atualidade, em torno de um único tema: como superar as limitações da vida e descobrir as potencialidades de cada um. De Deepak Chopra a Paulo Coelho, passando por Isabel Allende e Marianne Williamson, os 18 colaboradores do livro constroem, juntos, um retrato revelador da importância do coração na vida cotidiana. Com lançamento simultâneo em todo o mundo no mês de outubro e estreia também nos cinemas, O poder do coração é um livro fundamental para quem busca uma vida mais saudável e equilibrada.   Muito mais do que reunir frases inspiradoras, o livro pode ser visto e usado como um verdadeiro tesouro de orientação espiritual e prática. Em cada um dos capítulos há exercícios que ajudam a descobrir o propósito da vida e a começar a colocar em prática todo o poder e a força de que nosso coração é capaz de prover.
Lealdade A Si Próprio, de Paulo Valente, 192 páginas.
Os dois conflitos mundiais que abalaram o século XX seguem na ordem do dia, em virtude do centenário do início da Primeira Grande Guerra e do septuagésimo aniversário do Desembarque da Normandia (o Dia D), em 6 de junho de 1944 – evento considerado o momento de virada da Segunda Grande Guerra em favor das Forças Aliadas. Visando a um só tempo evocar o aniversário do Dia D e antecipar as comemorações dos setenta anos do fim da Segunda Guerra Mundial, em 2015, Paulo Valente lança o romance histórico Lealdade a si próprio. Entremeando astuciosamente ficção e fatos históricos ¾ em particular o torpedeamento de navios mercantes brasileiros pelos submarinos alemães e italianos ¾, Paulo Valente constrói uma narrativa envolvente em torno do dilema dos filhos dos imigrantes dos países integrantes do Eixo radicados no Brasil. Como ser leal a si próprio sem ser desleal em relação aos outros? Aborda também o dilema vivido pelo próprio governo brasileiro no início da década de 1940: manter-se absolutamente neutro até o fim do conflito (como foi a posição oficial inicial), ou optar pelas forças do Eixo (como tudo parecia indicar) ou, ao contrário, pelos Aliados (como acabou ocorrendo)? E, chegando até os dias de hoje, o livro focaliza desdobramentos da Segunda Guerra Mundial que continuam a ocorrer em virtude de feridas ainda abertas e questões mal resolvidas que perpetuam inimizades antigas.

Vampiro: Uma Tenebrosa Noite de Sustos, Doces e Travessuras, de André Vianco, 48 páginas.
Um vampiro com dor de dente. Dois amigos dispostos a ajudar. E uma incrível viagem pela cidade em busca de uma solução… Pedro é chamado por Bia para ajudar um amigo em apuros. Desta vez, o garoto tem que encontrar a amiga depois do pôr do sol. O local? O antigo e abandonado casarão da família Depiro, que segundo as histórias locais é mal-assombrado... André Vianco continua a coleção Meus queridos monstrinhos. E neste novo livro, trabalha com o monstro que o consagrou e que todos aguardavam ansiosamente: o vampiro. Pedro e Bia estão novamente envolvidos com o sobrenatural... Agora os garotos têm que ajudar Eric, um garoto vampiro, com dor de dente... e para isso a dupla vai ter que atravessar a cidade com um vampiro para chegar ao dentista.
Doze Lendas Brasileiras, de Clarice Lispector, 60 páginas.
Reúne histórias do folclore nacional, uma para cada mês do ano, recontadas por uma das maiores escritoras do século XX. A história que dá nome ao livro, por exemplo, conta como, em uma aldeia indígena, travessos curumins deram origem a “gordas estrelas brilhantes”. A certa altura, diz Clarice, “Aconteceu uma coisa que só acontece quando a gente acredita”, e segue contando a bela lenda dos indiozinhos que subiram ao céu em cipós amarrados pelos colibris para fugir da bronca das mães.

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