[OPINAIL] AILLOWEEN!!!

A ideia não é nova mas as pessoas sempre querem saber o que achamos de terminados filmes, principalmente se forem de terror. Como temos muitas resenhas para entregar e algumas nem se tratam do assunto, resolvemos contar algumas experiências relacionadas a esse tipo de filme durante nossas vidas, na infância, adolescência ou mesmo quando adultos... Afinal, se um filme é assustador, ficaremos com medo em qualquer idade.

AILLOWEEN 2013
E nossos colunistas Mac Batista, Marlo George, Eleni Rosa, Kal J. Moon e Stef Rhoden dividem aqui alguns casos curiosos, assustadores e até mesmo engraçados relacionados aos filmes de terror que assistiram ou algum relato 'sobrenatural'... Confiram... Se tiverem coragem!

Mac Batista, gestora de conteúdo
e webdeveloper
Mac Batista: "Quando eu tinha 12 ou 13 anos assisti, pela primeira vez, o filme 'A Volta dos Mortos Vivos'... Nesta época, filmes de terror realmente davam medo... Tanto que eu, enquanto os assistia, não me atrevia nem mesmo a respirar... (risos) 

Em relação a este filme, lembro que a sala da minha casa estava apinhada com meus amigos e a família em peso. E, mesmo com toda aquela gente, eu continuava morrendo de medo do filme. Aqueles zumbis dizendo 'Eu quero cérebro... cérebrooooooo!'. Creem em Deus pai!!! Eu chegava até me arrepiar, toda vez que ouvia isto! 

 Aliás, eu me perguntava, o tempo todo, como um zumbi - teoricamente morto - conseguia raciocinar que ele gostava de cérebro?! Que cérebro fazia bem para saúde, acelerava o metabolismo, queimava calorias, evitava estresse, combatia os radiciais livres e a hipertensão?!  COMO?!

Mesmo assim, em meio a estes questionamentos, me sentia um pouquinho 'protegida' com a presença de muitas pessoas a minha volta. Só que - ao término do filme - todos saíram para o quintal da minha casa. Eu levantei para fazer o mesmo e minha digníssima mãe me fez ficar na sala para desligar tudo... Juro que não acreditei quando ouvi esta ordem! 

EU sozinha... dentro de casa??? Depois de assistir a um filme de terror?! JUROOOO... Quando minha mãe me impôs isto, do nada ficou um silêncio assustador, nem mesmo "zumbido" de mosquito eu ouvia! Mas tinha o tal "tic-tac" do relógio pregado na parede!!! Ha-ha este não poderia faltar!

Não preciso dizer que minhas pernas tremiam mais do que britadeira, né?! Mesmo assim, eu fiquei! 

(Naquela época, eu encarava qualquer coisa, menos a minha mãe! Ela é do tipo Rochelle do seriado 'Todo Mundo Odeia o Chris'! Com direito a todos os trejeitos e exageros! Duvidooooo que alguém encararia uma mãe assim! Daquela que só fala UMA vez! E se você insiste no erro... #Rhum!!!)

Mas voltando à história... Desliguei tudo, sempre olhando por cima dos ombros. Quando vi que tudo estava  em ordem, segui pelo corredor que dava para cozinha... E aí  fui surpreendida por uma mão! SIM.... uma mão cabeluda e gigantesca agarrou o meu braço! Eu não tinha noção do quanto eu podia arregalar os meus olhos e escancarar a minha boca. Não duvide, eu usei toda a minha elasticidade facial para isso!!!

E sabe aquela sensação que você está "sonhando acordado"?! Você escuta sua voz ao longe...mas tudo não passa de um sonho...Você sabe que é um sonho e, mesmo assim, tenta se livrar das coisas que acontecem nele?! Comigo foi mais ou menos assim, enquanto arregalava os olhos e gritava desesperadamente um "AAAAAAAAAAAAAHHHHHH" até perder a voz e o fôlego (ao mesmo tempo que tentava me livrar da tal mão). Foi um grito histórico, cinematográfico!!! Mas se fosse transformado em um cena de filme, provavelmente, estaria morta no segundo seguinte! u.u #fato!

Ah! E sabem aquele efeito "slowmotion"?! Então, no ato do desespero, ele acontece!!! Porque eu lembro, como se fosse hoje, a sensação de perceber que todas as minhas ações pareciam durar séculos para acontecerem, o que aumentava mais o meu desespero! Sem contar a dor no peito, quase física, só de pensar que alguma criatura comeria meu cérebro!

Quando vi que era meu primo - um homem adulto, barbado, casado, muito sem graça e sem noção! - comecei a chorar de RAIVA! Enquanto ele rolava de rir e a casa voltava a ficar cheia de gente, querendo saber o que tinha acontecido. E minha mãe, a la Rochelle, reclamando que até do outro lado do bairro tinham ouvido os meus gritos!!!

Quando perceberam o que tinha acontecido, meu primo foi repreendido pela minha mãe e minha avó, mas  ele já tinha feito o estrago que tanto queria e estava muito contente com isso (desgraçado!!!).

E eu? Bem, continuei chorando por um bom tempo... sem voz! u.u E com muita raiva do meu querido primo! rssss... Nem preciso dizer, também, que depois deste episódio ganhei o carinhoso apelido de "Gogó de ouro!" ¬¬ 

Sinceramente, quem tem parente assim, não precisa de inimigos... pra quê, né?!

Assista o trailer de A Volta dos Mortos Vivos


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Marlo George, artísta plástico
e escritor
Marlo George: Eu tenho um problema seríssimo com filmes que não se levam à sério. Se é terror, me aterrorize, não me faça rir. Eu bem me lembro do dia em que assisti Poltergeist pela primeira vez. Lá estava eu num sítio, dividindo um apartamento minúsculo com meus parentes. 

Assisti o filme da varanda do apê - uma TV comunitária - e digo que foi um dos piores feriados da minha existência. Porém, apesar deste enviroment macabro, o que mais me faz tremer - quase mais que ver a calcinha suja de areia da minha prima pendurada na torneira - foi Poltergeist...


Assista abaixo o trailer de Poltergeist, O Fenômeno



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Stef Rhoden, biomédica
e escritora
Stef Rhoden: "Eram meados de 2003 quando meu irmão me falou sobre um filme muito, mas muito assustador que assistiu no cinema: "O Chamado". Falou que tremeu nas bases quando via a tal "fantasma" imensa na telona e que deu gritos e mais gritos no cinema. Eu apenas ri da cara dele. Na época, meu irmão caçula se borrava de medo de filmes de terror e aquilo não era nenhuma novidade pra mim. Mas aí ele me desafiou a assistir. Topei, é claro! Filmes de terror nunca me assustavam. 

Nunca! 




Então, alguns meses depois, ele chegou com a fita VHS e instalamos o videocassete no meu quarto. Deitei na cama, ele se instalou na poltrona e dá-lhe pipoca.

Meu irmão se encolhia a cada cena assustadora e eu... Bem, eu tinha uma fama a zelar, né? Precisava manter a minha postura, mesmo querendo me esconder embaixo da cama. E segurei todos os gritos e sustos dentro da garganta. Como eu disse, tenho uma fama a zelar.

Então, o filme acabou. Meu irmão olhou para mim e perguntou o que eu achei:

- É. Foi legalzinho... - respondi.

Ele balançou a cabeça e começou a por o filme para rebobinar - provavelmente pensando que eu era mesmo muito corajosa e que não me impressionava com certas coisas. Enquanto isso, eu pensava em todas as estratégias que teria que adotar para conseguir dormir naquela noite. 


Foi aí que aconteceu: o telefone tocou.  

Meu irmão olhou para mim. Eu olhei para ele.
Mais um toque. 
Prendemos a respiração. 
Mais um toque.
Olhos na porta do quarto.
Mais um toque. 
A porta estava fechada por causa do ar-condicionado, mas não estava trancada.
Mais um toque. 

- Eu não vou atender! - disse ele quase berrando.


E eu, que estava ali, tentando me segurar, disse no mesmo tom de voz, correndo para trancar a porta:

- E nem eu! Eu quero mais do que uma semana de vida! Nem pensar!
...
Dez anos se passaram e ainda não sabemos quem era ao telefone naquela tarde. E eu passei duas noites dormindo no quarto do meu irmão depois daquilo... Sabe como é, ele ficou bastante impressionado pelo telefone tocar bem na hora em que o filme acabou.
Ele ficou. Que fique bem claro. Era minha obrigação como irmã mais velha proteger meu irmão. 
Que fique bem claro."

Assista abaixo o trailer de O Chamado


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Kal J. Moon: Curioso pois as duas histórias que eu tinha programado são de filmes que Marlo e Stef já comentaram... Ao final da original exibição de 'Poltergeist' no Supercine da Globo, eu e minha mãe, de tão assustados com o filme, resolvemos abrir a porta de casa e sentarmos nos degraus da escada. Morávamos numa vila de casas. E percebemos que os vizinhos fizeram exatamente o mesmo... Era como se o mal estar fosse tão grande que seria preciso conversar sobre isso para espairecer e poder dormir em paz.

Mas o pior estava por vir. No distante ano de 2002, um amigo me emprestou a fita cassete de um filme que estrearia dali a dois meses. Era O Chamado. Contou-me que o filme era assustador e que havia baixado pela internet com legendas e som ótimo. Resolvi arriscar. Era sábado e eu não tinha nada melhor pra assistir. Quando assistia ao filme, com história razoável, chega o fatídico momento em que o telefone toca no filme e Samara diz 'sete dias'. O telefone, localizado em minha sala, tocou no mesmo momento.Quase parei no teto. Fui atender, tremendo mais que Michael J. Fox. Era engano. Sentei-me com ausência de sangue circulando no corpo e continuei assistindo o filme. Quase próximo do fim, o telefone toca novamente e também era engano. Cheguei a pensar que eram meus amigos tentando uma brincadeira de mau gosto.

Quando terminou a exibição, cheguei à conclusão de que eu teria de fazer uma cópia daquela fita pirata para não morrer em sete dias...

(assistam ao filme para entender melhor a que estou me referindo)

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Eleni Rosa, comunicóloga
e colunista
Eleni Rosa: Terror?! Não... Mas que tal história de assombração?

Minha família é do interior do Rio de Janeiro, de um dos últimos municípios da Região Noroeste Fluminense, Itaperuna. Na minha infância, passava as férias na fazenda do meu avô. Na ‘roça’, à época, não havia luz elétrica e éramos iluminados por lamparina, vela ou lampião. Após o jantar - que iniciava pontualmente às 18h - não existia muito que fazer. Então, sob o manto da noite, sentávamos todos na varanda da sala, sem enxergarmos a própria porteira da fazenda e vendo, ao longe, apenas vagalumes e escutando os mugidos de alguma vaca perdida no pasto... Assim começava a prosa. Não era uma prosa normal pois meus tios insistiam em contar ‘causos’ antigos. Eu, que morria de medo de escuridão, de fantasma, alma penada etc, ficava aflita, mas escutava tudo com muita atenção...

E começavam: 'p
ois é... Andar pelas bandas de cá, à noite, não é muito bom, há muita alma penada vagando pelas redondezas. Sabe o Januário, seu tio, Eleni? Pois é... Quando era rapazinho, já carregou um ‘trem’ desses na garupa da bicicleta... Verdade, ‘sô’! Ele conta que numa madrugada, saindo de um baile de casamento, vinha pela estrada, ‘lumiando’ o caminho apenas a lua, quando de repente avista uma moça bonita numa encruzilhada. Sendo um moço muito educado - e namorador - ofereceu carona à bela jovem.  A viagem prosseguiu no silêncio. Ao aproximar-se do cemitério de Retiro do Muriaé, onde há uma subida, bem longa, a bicicleta começou a pesar, ele ‘pegou’ a fazer muita força para continuar mas, de repente a corrente arrebentou e...

Quando Januário olhou pra trás, uma surpresa: a bela moça tinha desaparecido...! Pura verdade pois Januário chegou em casa correndo, suado e arrastando a bicicleta quebrada!'


Não parava por aí pois até meu pai entrava na prosa: 'v
ocês se lembram de quando a gente ia caçar tatu por essas matas? Saíamos todos com a cachorrada pela madrugada à fora. Pois é... Lembram do Isaias Marcelino? Numa dessas madrugadas de lua cheia, ele levou uma corrida que não gosta nem de lembrar... Conta que corria atrás dos cachorros que latiam muito - sinal que haviam achado a caça – mas, de repente, a cachorrada começou a uivar e correr. Isaias não pestanejou, desviou da direção dos cachorros e só deu tempo de ver um vulto muito grande. Deu sebo nas canelas! Corria ele e a cachorrada! Chegou em casa suado, cansado, com a cachorrada de língua pra fora e sem um tiquinho de caça. E quanto ao vulto? Ele jura que era um lobisomem...” 

E continuavam: '
mas cumpadi, você ‘se alembra’ quando o velho Januário morreu? Seu bisavô, Eleni, dono de quase toda essas terras aqui.. Pois é... Por muitas noites, eu o escutava batendo os pés no capacho e pigarreando na soleira da porta... U-hum. Morria de medo e virava na cama pro lado da parede, para não enxergar o que não queria...'

Depois de muitos ‘causos’ íamos dormir. Digo, eu ia tentar dormir. Rezava muito e implorava para não sonhar com nenhuma moça bonita, nenhum lobisomem ou com o meu bisavô pigarreando na soleira. Qualquer barulho era um susto, qualquer sombra deixada pela luz da vela era uma tremedeira... Mas como uma boa criança, acabava dormindo como um anjo bom, claro!"


Devido a todos estes "causos" de infância traumatizantes, nunca me aventurei a assistir filmes de terror!!!

E aí, #impressionautas? Já teve uma noite horripilante por causa de algum filme ou fato sem explicação? Conte pra gente nos comentários, ok? Até a próxima! (Equipe AIL)

[PROMOAIL] RESULTADO "Halloween - O dia em que seus medos se tornarão realidade"

E cá estamos com mais um resultado de promoção... Desta vez, a #promoAIL "Halloween - O dia em que seus medos se tornarão realidade"!



O ganhador ou ganhadora levarão pra casa um kit contendo:

- 01 Livro "A Breve Segunda Vida de Bree Tanner", de Stephenie Meyer;
- 01 DVD "O Iluminado", dirigido por Stanley Kubrick e estrelado por Jack Nicholson (baseado no livro de Stephen King e tido por muitos como o melhor filme de terror / suspense de todos os tempos);
- 01 Livro "Até Eu Te Encontrar", de Graciela Mayrink (da nossa #parceira Editora Novo Conceito);
- Marcadores de livros diversos e alguns são exclusivos, ok?

Renata Karla Santos é a ganhadora
da #promoAIL de Halloween!
E quem ganhou foi... a sortuda Renata Karla Santos!!! Parabéns! Mande seus dados em até 48h para nosso e-mail que encaminharemos o kit com os brindes sem nenhum custo!

E para quem não ganhou, aguarde pois em muito breve - mesmo! - estaremos com mais uma #promoAIL "divina"... Stay tuned on AIL, ok?

Equipe AIL

[CINE AIL] "Gravidade", de Alfonso Cuaron

Sinopse: Os vencedores do Oscar® Sandra Bullock ("Um Sonho Possível", "A Proposta") e George Clooney ("Amor Sem Escalas", "Syriana") estrelam em "Gravidade", um incrível thriller que levará você ao infinito e implacável reino do espaço sideral.O filme tem direção do diretor indicado ao Oscar ® Alfonso Cuarón ("Filhos da Esperança").

Título: Gravidade ("Gravity", EUA, 2013) | Site Oficial
Direção: Alfonso Cuarón
Elenco: Sandra Bullock, George Clooney, Ed Harris, dentre outros.
Roteiro: Alfonso Cuarón, Jonas Cuarón (com colaboração de George Clooney)

Admirar as estrelas, os astros... Isso sempre foi um hobby humano. Mas ser colocado no espaço com vista para o planeta Terra colorido, seus continentes tão bem delineados e envolto às estrelas é uma sensação ímpar. Esta percepção nos é presenteada no filme Gravidade. Dirigido por Alfonso Cuarón, o diretor mexicano - que teve seus primeiros sucessos em “Filhos da Esperança” e “Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban” - e , nos mostra total controle em tudo que envolve o seu trabalho. Antes de continuar: Parabéns a Cuarón.

Estar literalmente no céu, não significa ter só percepções positivas advindas dos nossos devaneios, mas também estar tête-à-tête com o universo, com o desconhecido, numa experiência solitária, sem som, sem ar e, de repente, sem a perspectiva de sobrevivência.
Drª Ryan (Bullock) antes do 'acidente'
O filme faz alusão à outra obra prima do cinema: “2001 uma Odisseia no Espaço”. Essa afirmativa pode ser comprovada pela fotografia e o visual do espaço, muito semelhantes. Mas Gravidade nos traz outra temática: se refere à solidão, fragilidade, autocontrole e superação...

Sua história começa com três astronautas do ônibus espacial Explorer, que estão no espaço com a missão de realizar consertos externos no telescópio Hubble. Sandra Bullock (conhecida por suas atuações em comédias e que a levou ao Oscar de melhor atriz pelo filme Um Sonho Possível) vive a Drª Ryan Stone e George Clooney (um dos astros mais cobiçados de Hollywood e atuou em filmes como Onze Homens e Um Segredo”, “Solaris”, “Syriana e que se lançou como diretor com Confissões de uma Mente Perigosae o maravilhoso Boa Noite e Boa Sorte) dá vida ao comandante (
e piadista!) Matt  Kowalski. Em meio à calmaria e o silêncio celestial, vem por meio de comunicado direto do controle de Terra - provavelmente da Nasa - que os três devem abortar a missão devido aos destroços de um satélite atingido por um míssil russo e que está na rota dos astronautas, comprometendo a segurança de todos.
Bullock & Clooney: sintonia perfeita
Grudado na poltrona, o espectador ficará atônito. Primeiro: pela beleza mostrada no visual do filme, com a sensação de estar no espaço com tamanha verossimilhança (segundo depoimentos de quem já esteve lá). Segundo: a realidade nas explosões que ocorrem na ‘exosfera’. A técnica utilizada pela direção é inigualável e nossos olhos não desgrudam da tela. As rotações de câmeras ressaltam à percepção de pânico, à impressão de horror... E o revezamento entre fenômeno acústico e o silêncio amplia o drama. São cerca de 20minutos de plano-sequência - sem cortes - de tirar o fôlego e vistos em 3D nos deixam mais próximos à realidade desses personagens.

O 'zumzumzum' em torno do filme não era nada positivo. O coro era que o filme era muito parado, chato, mesclado por monólogos... Resumindo: ruim. Mas agradeço em ser persistente e me deixar levar por um certo, digamos, sexto sentido, porque assisti uma belíssima fita que, provavelmente, estará concorrendo ao Oscar de Melhor Filme em 2014.

O diretor Alfonso Cuarón guia os atores
à emoção e atmosfera da cena..
.
A película resultou num ótimo trabalho técnico mas vai além com o espetáculo audiovisual, sensorial e as ótimas atuações. E pensar que tudo que ocorre na tela poderia estar acontecendo agora em algum lugar no espaço. É fantástico!

Mas, como não poderia deixar de comentar, há um pecado que preciso mencionar: o filme traz o clichê da história Drª Ryan Stone: uma mulher traumatizada, sofrida pela perda da filha e que precisa superar seus medos. Mas este roteiro não diminui em nada o espetáculo visto. (Eleni Rosa)

Assista abaixo o trailer oficial (legendado em português)

[AIL NEWS] Divulgada lista dos ilustradores do livro "Mônica(s)"!

Ilustração de Milo Manara
O editor Sidney Gusman, da MSP Produções, divulgou em 25/10/2013, a lista completa de ilustradores que participarão do livro "Mônica(s)", onde 150 artistas colocarão suas versões da personagem criada por Mauricio de Sousa.

Lembrando que a seleção conta com artistas plásticos, grafiteiros e desenhistas, alguns internacionais. E muitos deles ainda não tinham trabalhado com a personagem - até agora!

São eles (em ordem alfabética): Adriana MeloAl StefanoAlexandre BeckAlexandre JubranAmanda Grazini Amilcar PinnaAndré Dahmer -  André Diniz Andre Ducci - André LeBlanc (ilustração que saiu no livro Mônica 30 Anos) - André RoccaAndré Toma Antonio EderArtur FujitaAugusto MinighittiJose Luiz Benicio (que fará a ilustração da capa) - Bernardo FrançaBianca PinheiroBiry SarkisBruna BritoCaio MajadoGonzalo CarcamoChico BelaFabiane BL Chiq - Claudio Villa (ilustração que saiu no livro Mônica 30 Anos) - Corrado Roi (ilustração que saiu no livro Mônica 30 Anos)- Daniel BuenoDaniel HdrDanilo BeyruthDanilson CarvalhoDavi CalilDenis MelloEddy BarrowsEduardo DamascenoEduardo FerigatoEduardo RissoEduardo Schaal Ellen PestiliErica AwanoFabiana ShizueFábio Coala Cavalcanti Fabio P CorazzaFelipe CunhaFelipe MassaferaFernanda GuedesFernando GonsalesFido Nesti Flavio Luiz Nogueira - Gallieno Ferri (ilustração que saiu no livro Mônica 30 Anos) - Geraldo Borges - Giancarlo Alessandrini (ilustração que saiu no livro Mônica 30 Anos) - Gil TokioGlair ArrudaGleydson CaetanoGreg TocchiniEloar GuazzelliGuido CrepaxGuilherme CaldasGustavo Duarte Hiro KawaharaHugo Pratt -  (ilustração que saiu no livro Mônica 30 Anos) - Indio SanJean GalvãoJefferson CostaJim Davis -  (ilustração que saiu no livro Mônica 30 Anos) - Joao MarreiroJoão AzeitonaJoe Kubert -  (ilustração que saiu no livro Mônica 30 Anos) - José AguiarJulia BaxJuliana FioreseJunião OoJunior Lopesカ コ (Kako)Kris ZulloLM MeliteLeandro RoblesLederly MendonçaLelisLeo GibranLiniersLu CafaggiLucas LeibholzLuciano SallesLuís Felipe GarrochoLuke RossMagno CostaManoel MagalhãesMarcelo CostaMarcelo D'saleteMárcio Morais -Marco FurtadoMarcos Fabiano LopesMario AlbertoMario Cau MascaroMateus SantoloucoMaurenilson FreireMike Deodato Jr. -Milo Manara  (ilustração que saiu no livro Mônica 30 Anos) - Mort Walker - Nicola Mari (ilustração que saiu no livro Mônica 30 Anos) - Nik NevesOctavio CarielloWalmir OrlandeliOrlando PedrosoPatricia LimaPaulo Crumbim & Cristina Eiko YamamotoPaulo VisgueiroPedro Franz PJ Kaiowá (Pericles Junior)Rael LyraRafael Koff Raphael SalimenaRenato GuedesRenato VenturaRicardo AntunesRicardo Manhaes - Roberto Diso (ilustração que saiu no livro Mônica 30 Anos) - Rodney BuchemiRoger CruzRogério Coelho IlustradorRosana UrbesRui LacasRicardo Tokumoto (Ryot)Sabrina ErasSalvador SanzSam HartSamuel CasalSandro Hojo - Sergio Lopes FilhoChico ShikoSilvio TobiasJoão SpaccaSueli MendesTaline SchubachTheo SzczepanskiTiago Souza LacerdaTiago Hoisel FerrazTiti FreakUlisses PerezVictor TavaresVitor Cafaggi Vivian Mota Walkir Fernandes Weberson Santiago Will SideralmanWill ConradWill Eisner -  (ilustração que saiu no livro Mônica 30 Anos) e Ziraldo!

(UFAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!)

Veja abaixo algumas ilustrações previamente divulgadas nas redes sociais:
Ilustração de André Toma

Ilustração de Fábio Coala
Ilustração de Guido Crepax
Ilustração de Greg Tocchini
Ilustração de Lu Cafaggi
Ilustração de Tiago Leibholtz
Ilustração de Will Eisner!
Fonte: Sidney Gusman

[RESENHA] "Até Eu Te Encontrar" de Graciela Mayrink

Sinopse: O quanto uma mudança de cidade pode afetar uma vida? Você acredita em alma gêmea? Como você se sentiria se não gostasse do grande amor da sua vida? É o que Flávia vai descobrir ao deixar Lavras, onde mora com os tios desde o acidente que matou seus pais, quando era criança. Aos dezoito anos, ela decide estudar Agronomia na Universidade Federal de Viçosa, trocando o sul de Minas pela Zona da Mata do mesmo Estado na esperança de uma "mudança de ares". Em sua nova vida, ela conhece Sônia, amiga de infância de sua mãe e agora sua vizinha, que lhe conta a história de sua família materna, até então desconhecida para Flávia. Embora o passado não seja sua maior preocupação, Flávia reluta em aceitar seu destino e ainda precisa superar uma paixão não correspondida pelo seu melhor amigo. Para se ver livre dessa rejeição, ela tenta atrair sua alma gêmea para Viçosa e descobre que o grande amor de sua vida é uma pessoa que ela não suporta.

Até Eu Te Encontrar, de Graciela Mayrink
Ed. Novo Conceito | 384 páginas | Romance
Leia um trecho do livro | Clique aqui para comprar

 

Resenha: Sempre digo que não acredito muito nestas coisas de "destino", mas sim no quesito "sorte". Também costumo afirmar que nada nesta vida acontece por acaso ou o que é nosso está muito bem guardado... Aonde? Só Deus sabe!

Uma decisão pode, sim, mudar o rumo de vários acontecimentos e, às vezes, fazer com que as pessoas sigam por um caminho sem volta. Por um lado, isso pode ser bom. Pelo outro, não. A única coisa que podemos ter absoluta certeza é que só colhemos aquilo que plantamos
.


E é em meio a essa reflexão que o leitor se depara a ler "Até Eu te Encontrar", da autora - brasileira - Graciela Mayrink. O tema, à princípio, mostrou-se ser muito interessante. E, devido às boas críticas, até então, fiquei tentada a descobrir como a autora sustentaria uma história de amor, tendo como pano de fundo a Cultura Wicca.

“Coincidências não existem. – disse Sônia. O que acontece é que a vida sempre nos leva na direção de certas pessoas.”
Logo de cara digo que o ideal seria construir personagens consistentes, fugir dos clichês e dar um desfecho emocionante à trama. Isto, talvez aumentasse o número de admiradores da obra. Mas, infelizmente, Graciela - por algum motivo que ainda não consegui entender - resolveu fazer exatamente o oposto.

Ao término da leitura, concluí que:

Flávia - a protagonista ruiva - é páreo duro para Bella (Saga Crepúsculo), com suas dialéticas que chegam a ser irritantes, às vezes. Dizem que as ruivas possuem um temperamento forte e explosivo, né?!  Mas isto não se aplica à Flávia que é tão introspectiva que dá vontade de entrar na história  e gritar um "Acorda, garota lesa"! E ela somente faz jus ao cabelo ruivo, nos momentos mais indevidos. Enfim...
Luigi - a alma gêmea de Flávia - é que salva (um pouco) a história. Digo isso porque eu senti mais profundidade neste personagem. E como aconteceu com muitos que acompanharam a saga Crepúsculo, os leitores podem se identificar mais com os personagens masculinos. Porque estes foram mil vezes melhores construídos. 

Os personagens secundários, como Sônia, deveriam ganhar um pouco mais de destaque  com a sua sabedoria e ensinamentos.

O que mais entristece é perceber que a autoria tinha um tema que lhe daria um leque gigantesco de opções para desenvolver a trama, mas optou pelo óbvio, transformando sua obra em mais uma, em meio a tantas outras. Em outras palavras, a história em si não alcançou o potencial que supostamente foi proposto em sua sinopse. E isto é muito decepcionante.

No entanto, o romance em si consegue atingir e convencer somente aquele público que curte uma história despretensiosa, sem grandes reviravoltas. Portanto, recomendo "Até Eu te Encontrar" somente para aqueles que curtem algo assim.

Os demais... bem aí fica a critério de cada um!

Ao término deste livro eu pensei com grande pesar "Aaaah! Que vontade de reler As Brumas de Avalon!"

Bjins e inté! (MAC BATISTA)
Graciela Mayrink, escritora

Sobre a autora


Graciela Mayrink Roldão nasceu no Rio de Janeiro. É formada em Agronomia pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) e mestre em Fitopatologia pela Universidade Federal de Lavras (UFLA). De 2002 a 2010 esteve à frente do site de automobilismo “SuperLicença”, foi assessora de imprensa do projeto social “Ideia fixa para um sertão sem fome” e é a idealizadora do projeto “Jovem Curte Ler”, no Rio. "Até Eu te Encontrar" é seu romance de estreia.


Assista ao booktrailer

[LANÇAMENTOS & NOVIDADES #35] "O dia de cão" de Antonio Roberto Pires Lopes - Editora Baraúna

Sinopse
Em “O Dia de Cão”, Wu Shu Tsé Chen, um chinês que busca por melhores condições de vida, embarcou no MS Washington Starem, um navio que partia de Hong Kong para Londres. Durante a viagem, conheceu a bela e misteriosa Liang, e ao seu lado enfrentou a fome, sede, um furação, piratas e bárbaros europeus.

Depois de tantos problemas, o navio que eles estavam se perdeu e eles acabaram atracando no Rio de Janeiro. É a partir daí que sua vida de aventuras em busca da construção de um império se inicia. Nessa jornada, Wu Shu encontrará o amor, assassinos, traição, mentira, assaltos entre outros desafios.

O Dia do Cão prenderá o leitor do começo ao fim, demonstrando que a fortuna para uma família pode ser feita de suor, lágrimas e até mesmo crimes.

Ficha técnica
O dia de cão, de Antonio Roberto Pires Lopes
ISBN: 978-85-7923-742-3
Formato: 14 x 21 cm
Número de páginas: 502

Adquira o seu clicando aqui




Sobre o autor


Antonio Roberto Pires Lopes nasceu em 1958 no Hospital Geral de Bonsucesso, no coração do Rio de Janeiro, porém foi criado em Coelho da Rocha, São João de Meriti, na baixada fluminense. Hoje, reside em Sulacap, bairro da zona oeste do Rio de Janeiro. Foi vendedor, motorista, eletricista, administrador de empresas, que mais tarde veio ser sua formação, e atualmente representante técnico em material para automação e distribuição elétrica.

[LANÇAMENTOS & NOVIDADES #34] "HQ Guerra dos Tronos VOL II" de George R. R. Martin, Daniel Abraham e Tommy Patterson - Fantasy - Casa da Palavra

Depois do sucesso do volume I da graphic novel do A Guerra dos Tronos, você não vai querer perder a continuação, em cores vibrantes, da aclamada saga de George R. R. Martin.
Neste novo volume, você terá a oportunidade de acompanhar a trajetória de Tyrion, que é injustamente capturado pela Lady Catelyn e levado até os confins das montanhas do Ninho da Águia. Também poderá vislumbrar as paisagens estonteantes do alto da Muralha e misturar-se aos homens jurados da Patrulha da Noite junto com Jon Snow. Além de assistir de camarote às empolgantes cenas do Torneio da Mão, que junta cavaleiros de vários reinos em uma batalha de vida ou morte. 

No final das páginas, você poderá acompanhar também os bastidores da produção desta obra-prima do romancista Daniel Abraham e do ilustrador Tommy Patterson, que não estão apenas transformando a épica saga de fantasia de George R. R. Martin em uma graphic novel. Mas que traduziram-na meticulosamente para uma forma de arte e capturaram as nuances intrincadas dos romances de Martin assim como a HBO está fazendo com a série blockbuster. A colaboração de Abraham e Patterson é mais do que apenas uma adaptação fiel, é um trabalho de amor e uma emocionante obra-prima por si mesma.
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SOBRE OS AUTORES

George R. R. Martin: trabalhou dez anos em Hollywood como escritor e produtor de várias séries e filmes. Autor de diversos livros nos EUA e na Europa, foi em meados dos anos 1990 que Martin deu início a sua mais importante obra As Crônicas de Gelo e Fogo, que o tornou best-seller no mundo todo. É a saga de fantasia mais vendida dos últimos anos, vencedora de diversos prêmios, que ganhou uma grande produção da HBO e agora chega aos quadrinhos.



Daniel Abraham: foi indicado aos prêmios Hugo, Nebula e World Fantasy, e ganhou o Prêmio International Horror Guild. Adaptou para os quadrinhos outras obras de R. R. Martin, como Fevre Dream e a novela Skin Trade. É autor do roteiro original de Wild Cards: the Hard Call.

Tommy Patterson: ilustrou Frascape, para o Boom! Studios; a adaptação do filme The Warriors, para a Dynamite Entertainment; e Tales from Wonderland: the White Night, Red Rose Stingers, para a Zenescope Entertainment.

Fonte: Fantasy - Casa da Palavra

Equipe AIL
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