[DIVULGAIL] Editora recebe contos fantásticos para publicação em coletânea literária (Participe!)

Até 30 de abril, a Andross Editora estará recebendo contos fantásticos de novos escritores para publicação no livro 
“Sonhos Lúcidos”.

Não é de hoje que o ser humano busca fugir de sua realidade pacata para mundos existentes somente em sua imaginação. Pois agora novos escritores poderão contar histórias fantásticas, vividas dentro de suas mentes. A Andross Editora está recebendo contos de escritores em início de carreira para publicação no livro “Sonhos Lúcidos", a ser lançado em outubro de 2013, no evento Livros em Pauta, em São Paulo. 


Nossa intenção é publicar os mais diversos tipos de histórias fantásticas”, diz o escritor Alex Mir, organizador do livro. 


Qualquer pessoa pode participar. Basta acessar o site www.andross.com.br, ler o regulamento de participação e submeter seu texto à avaliação. As inscrições vão até 30 de abril de 2013. 


SINOPSE: "De onde tiram as ideias para suas obras os escritores de fantasia, horror e ficção científica? Têm eles mentes criativas ou simplesmente sonham acordados? Nas páginas deste livro, o inimaginável ganha formas insólitas, capazes de maravilhar até mesmo o leitor mais incrédulo.” 

SERVIÇO:
Livro: “Sonhos Lúcidos – Contos Fantásticos”
Organização: Alex Mir
Envio do texto: até 30/04/2013
Lançamento: 10/2013 (no evento Livros em Pauta)
Regulamento: no site www.andross.com.br
Realização: Andross Editora

[CINEBOOK] "A Hospedeira", de Andrew Niccol


Sinopse: Melanie (Saoirse Ronan) e Jared (Max Irons) foram feitos um para o outro. Esta seria mais uma história de amor, se não fosse um detalhe: estamos no futuro, e a humanidade está quase extinta. A Terra foi invadida por alienígenas que controlam a mente e corpo dos humanos. Melanie e Jared são os últimos humanos que lutam para sobreviver. Até que Melanie é capturada pela Buscadora (Diane Kruger), que usará as lembranças de Melanie para localizar o esconderijo dos humanos. Para não revelar o esconderijo Melanie ocupa a sua mente com visões do homem que ama, desviando a atenção de Peregrina, que incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, começa a se sentir intensamente atraída por Jared. A Hospedeira é baseado no best-seller de Stephenie Meyer.




Título: A Hospedeira (The Host)

Diretor: Andrew Niccol
Elenco: Saoirse Ronan, Max Irons, Jake Abel, Diane Kruger, William Hurt, Frances Fisher

Ano: 2013
Lançamento: 29/03/2013
Distribuidora: Imagem Filmes
Duração: 125 min.

>>>> Leia nossa resenha sobre o livro clicando aqui...

Início da área de spoilers

Na trama, nosso planeta vive em paz. Uma paz que custou muito caro para os humanos pois estes foram quase que totalmente dominados por uma espécie de seres parasitas brilhantes que vieram de outro planeta. Estes seres, que se auto-intitulam "almas", se hospedam nos corpos dos humanos dominando as suas mentes, condenando a consciência do humano dominado à uma existência exilada dentro de seu próprio corpo.
Melanie, já infectada por Peg. (Imagem Filmes)
Os seres humanos que não foram "infectados" pelas almas se refugiam e lutam para não serem dominados. Um destes refugiados é Melanie Stryder, a heroína da história.

Melanie e seu irmão Jamie são, num belo dia, encontrados por acaso por Jared e se unem para sobreviver aos ataques dos Buscadores, que são almas que tem a missão de encontrar humanos rebeldes para futura infecção ou simplesmente para eliminá-los. Não demora muito para Melanie e Jared, que acham que são os últimos de sua espécie (além de Jamie, claro), se apaixonarem. Entretanto, a Buscadora (vivida por Diane Kruger) encontra Melanie e esta é infectada pela alma conhecida pelo nome de Peregrina. A função de Peregrina é encontrar, entre as lembranças e pensamentos de Melanie, informações sobre os rebeldes que pudessem auxiliar no trabalho dos Buscadores.
Muitos beijos e pouca ação. (Imagem Filmes)
Peregrina tenta vasculhar a mente de Melanie, mas encontra muita resistência por parte da dominada. Pouco à pouco, quanto mais conhece sobre Melanie enquanto varre suas memórias, mais Peregrina vai se afeiçoando à Melanie, ao ponto de decidir ajudá-la a reencontrar seu irmão e seu amado Jared.

Daí em diante temos um filme que erra pouco (porque ousa pouco), porém que não surpreende. Em certo ponto, Peregrina é aceita na comunidade humana rebelde, ganhando o apelido de Peg, e chega até a se apaixonar por Ian (personagem de Jake Abel). Daí inicia-se um "quadrado amoroso" entre Melanie, Jared, Peg e Ian. O final desta estória é previsível.

Fim da área de spoilers

Sci-Fi que não é Sci-Fi; Terror que não é terror.

Eu não queria mas é quase impossível resenhar este novo filme sem compará-lo à Saga Crepúsculo. Eu bem que poderia compará-lo à outra saga, Matrix, pela qual é claramente influenciada, mas a tinta forte de Stephenie Meyer no quesito 'romance de quinta' predomina.

Trata-se de um filme de ficção científica. Porém, acho que os fãs de ficção científica, que já tinham se decepcionado no ano passado com Prometheus de Ridley Scott, não irão se interessar por A Hospedeira. Não só pelo fato de ser um filme baseado em um livro da mesma autora da Saga Crepúsculo mas também por não ser um filme assumidamente sci-fi. Se por um lado, Crepúsculo não é um filme de terror porque tinha que ser um romance, A Hospedeira também não é uma filme de ficção científica porque tem que ser, em primeiro lugar, um romance.

Mais beijos... (Imagem Filmes)
A visão de mundo futurístico de Meyer é interessante. A sacada de termos os corpos invadidos por seres parasitas que dominam nossa vontade é legal também. Só que tudo que há de legal em A Hospedeira é posto de lado em favor daquele conflito amoroso piegas que é inerente à obra de Stephenie Meyer. Nós, fãs de sci-fi queríamos muito mais ataques ao refúgio rebelde, mais porrada, tiros e invasões de corpos do que temos neste filme. Sequer uma batalha épica final nos é oferecida. Entretanto, assim como na Saga Crepúsculo, cenas de ciúmes, biquinhos de choro, beijos roubado e climas tensos de tesão enrustido nos são dados aos montes.

A Hospedeira se parece com Crepúsculo em outro aspecto. Todos os atores e cenários do núcleo fantástico da estória parecem ter saído de comerciais de perfume. São todos muito pálidos, com olhos arregalados e estranhos aos nossos, exageradamente elegantes e bem penteados. Só falta mesmo é aparecer uma logomarca da Carolina Herrera ou da Dior quando esses "figuras" aparecem na telona fazendo pose de modelo e carão. Pra que isso?
Núcleo alienígena do filme. (Imagem Filmes)
Em filmes de ficção científica, uma trilha sonora incidental caprichada é fundamental na criação do clima fantástico, mas em A Hospedeira a trilha sonora, composta pelo brasileiro Antônio Pinto (filho do cartunista Ziraldo), é econômica e não chama a atenção. Quase a mesma coisa que aconteceu com a Saga Crepúsculo. Mas no caso deste, decidiram que canções pop contemporâneas poderiam substituir um "score" poderoso.

Toda essa "crepusculização" de A Hospedeira deve-se, talvez, ao fato de a própria Stephenie Meyer ser produtora executiva do longa. Não sei até onde a autora meteu o bedelho no roteiro e na direção de Andrew Niccol mas que fica demonstrado em vários momentos que ela não se contentou apenas em injetar dinheiro na produção, fica. Por exemplo: Tem uma cena em que o personagem de Boyd Holbrook, Kyle, tenta matar Melanie / Peg. Se o roteirista (Niccol) fosse ousado, o tal do Kyle, antes de matar Melanie, tentaria estuprá-la, já que ele vive em uma sociedade onde mulheres são raridade. Mas não, o personagem apenas tenta matá-la, fracassa nessa empreitada humilhantemente e ainda fica com cara de bobo depois. Isso com certeza se deu por influência de Meyer, conhecida pelo conservadorismo religioso...

Pô! E logo em um filme de Andrew Niccol, que já havia dirigido e escrito filmes de sci-fi competentes como Gattaca, S1m0ne e O Preço do Amanhã!!!

Os rebeldes. (Imagem Filmes)
Quanto aos atores, digamos que todos, e eu disse TODOS, apesar de William Hurt, estão atuando no automático. Isso geralmente ocorre quando não se tem um roteiro bom, como ocorreu nesse caso. Nem mesmo Saoirse Ronan, que impressionou todo mundo em Um Olhar do Paraíso, conseguiu me convencer. E olha que eu sou facilzinho, heim... Como eu já disse, faltou ousadia.

Bem, A Hospedeira é ruim de doer, mas se você é fã de Crepúsculo pode ser que se divirta. Se é que é possível se divertir com mais do mesmo...

E olhe que eu nem falei nada daqueles veículos cromados... aff... (Marlo George)

Trailer Legendado em Português

[DIVULGAIL]Hangout com Noble Smith, PARTICIPE!!!


Vamos para um hangout? Você, Noble Smith e a Novo Conceito em mais um papo fantastico com nossos autores.
Se você procura a sabedoria do condado, é aqui https://bit.ly/hangoutnc, é hoje, é as 16 horas.

Saiba mais sobre o estilo de vida dos hobbits, venha e concorra a prêmios.


Equipe AIL

[NOVIDADES & LANÇAMENTOS #09] "Literatura, violência e melancolia" da Editora Autores Associados

Sinopse: É um livro que pretende debater a violência contida na literatura de dois modos: o primeiro tem por objetivo chamar o universo acadêmico a produzir pesquisas voltadas para a relação entre violência, melancolia, literatura e cultura, trazendo para este universo os campos da teoria literária, filosofia, ciências sociais, psicanálise, política e história. A outra abordagem estuda as relações entre o passado e o futuro no que diz respeito à presença da violência na sociedade atual. As abordagens são feitas através da análise de obras clássicas da literatura mundial, tais como:Hamlet, de William Shakespeare; Lavoura Arcaica, de Raduan Nassar; Grande sertão: veredas, de Guimarães Rosa;São Bernardo, de Graciliano Ramos, entre muitos outros. As obras servem de base para o autor levar o leitor a refletir do modo como a morte é tratada nos livros, a reflexão sobre o porquê de um ser humano matar ou agredir o outro. A violência tratada por Jaime Ginzburg é aquela na qual um ser humano agride fisicamente outro, vinculando esta violência diretamente ao conceito de melancolia, ou seja, a morte de uma pessoa é uma perda gigante para um ente querido ou o parceiro que apresenta o estado de melancolia pela perda.

Sobre o autor: Jaime Ginzburg realizou estudos em Licenciatura em Letras - Português pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mestrado em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo e doutorado em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Atualmente é professor livre-docente de Literatura Brasileira da Universidade de São Paulo e bolsista 1D do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico. Realizou pós-doutorado na Universidade Federal de Minas Gerais. Como Visiting Professor, com bolsa da Fulbright Foundation, lecionou Cultura Brasileira na University of Minnesota.

Cliquem no link abaixo e saibam um pouco mais sobre o livro, preços e serviços!!!

Fonte: Editora Autores Associados

Equipe AIL

[DIVULGAIL] AIL visita Museu de Arte do Rio


"MAR...avilhoso!"
Quando somos surpreendidos, a sensação é indescritível. Quanta admiração, deslumbramento, um verdadeiro fascínio! Do que estou falando? Do MAR, o Museu de Arte do Rio, inaugurado em 01/03/2013, durante a comemoração dos 448 anos da cidade do Rio de Janeiro. Claro, fui conferir tudo de pertinho...

Os números sempre impressionaram: 15.000 metros quadrados de área construída; 2.400 metros quadrados de área para exposições; previsão de 200.000 visitantes por ano e 3.000 obras num acervo próprio em formação. Além do funcionamento do Museu, também contempla a Escola do Olhar – espaço dedicado a projetos de estudo da arte. Minha expectativa era pessimista: encontrar uma construção mais ou menos, infraestrutura mais ou menos e com exposições também mais ou menos, algo "para inglês ver". Afinal, não dá para acreditar em tudo que se ouve. Mas, para meu êxtase, fui surpreendida.


Comecei a viagem histórica pelo Rio através, exclusivamente, de obras de arte. Que privilégio! Dei a partida às 12h30min, peguei um elevador e na primeira parada, 3º andar, encontrei a Baía da Guanabara, numa visão deslumbrante, sob um teto que lembra ondas do mar. Após admirar a paisagem, me enveredo pelo corredor que dá aceso à exposição ‘O Rio de imagens: uma paisagem em construção’ - curadoria de Carlos Martins e Rafael Cardoso - e, assim, me deparo com aproximadamente 400 peças da exposição permanente do museu. São obras variadas que mostram onde tudo começou: um Rio criança, com exuberante vegetação, praias desertas, plantações... Uma vida no campo que o século XXI não nos permite mais.

São muitas surpresas. Pinturas, gravuras, desenhos, fotografias esculturas, mapas, peças de design e cartões postais. Entre os famosos quadros de Tarsila do Amaral, gravuras de Lasar Segall, aquarelas de Ismael Nery, há uma reprodução multimídia que remonta à Avenida Central, atual Avenida Rio Branco, hipnotizante.

Escorregando pelo assoalho de madeira, tinindo de tão novo, desço ao segundo andar onde a mostra ganha o nome de seu dono, o marchand Jean Boghici com curadoria de Luciano Migliaccio e Leonel Kas, denominada “O colecionador: arte brasileira e internacional na coleção de Boghici”.  Sua coleção abrange pinturas e esculturas de Di Cavalcanti, Brecheret, Guignard, Antonio Dias, Kandinsky e mais uns 70 nomes. Mas o que mais chama atenção dos visitantes é a forma como organizaram as peças, dispostas em dois grandes círculos, com os quadros suspensos.



Depois de admirar o 3º e 2º andares, chego ao primeiro andar do pavilhão. Em destaque, a coleção particular “Vontade Construtiva na Coleção Fadel” com curadoria de Paulo Herkenhoff e Roberto Conduru. Esta mostra exibe 230 obras, das décadas de 1950 e 60, de artistas brasileiros pertencentes aos movimentos concreto e neoconcreto. Entre elas, encontramos Lygia Clark, Amilcar de Castro e Helio Oiticica, dentre outros. À essa altura, já começa a bater uma fominha...



No térreo, encontro a exposição ”O Abrigo e o Terreno”, sob curadoria de Paulo Herkenhoff e Clarissa Diniz, que reúne obras com concepções diferentes da cidade maravilhosa. O passeio agora é em um mundo inteiramente urbano, com viés no contexto social e revivendo muitos momentos atuais. As obras incluem questões sobre habitação, política territorial, relação de inclusão e exclusão. Podemos encontrar artistas como Bispo do Rosário, Waltercio Caldas, Ernesto Neto e Hélio Oiticica. O último espaço do Museu nos presenteia com muita interatividade e as crianças adoram.


Já beirava 15h quando, confesso, meu estômago já revindicava algo mais consistente do que a água que o enganava durante todo percurso. Assim, termino minha andança, um pouco apressada, correndo para o primeiro restaurante no Morro da Conceição. Mas juro, completamente, satisfeita e orgulhosa de ser carioca. Afinal, este Museu é MAR ...avilhoso.

Uma curiosidade: li, num desses cadernos de cultura, que o MAR seria um museu inovador, com a utilização do conceito de “transversalidade". Palavrinha muito utilizada pelos pedagogos.

Porém, em se tratando de museu, quer dizer “estabelecer, a partir de diferentes pontos de vista, uma ‘teia de pensamento’, que contemple a compreensão de contexto histórico, social e as múltiplas perspectivas pessoais”. Em resumo: “museu que permita múltiplas interpretações e explicações para o que exibe”, palavras de Clarissa Diniz, Gerente de Conteúdo do museu. Taí. Gostei. Supercontemporâneo...

(Eleni Rosa)


SERVIÇO

O MAR fica na Praça Mauá, 5 - Centro / RJ. 
Contato: (21) 2203-1235

Horário de visitação: das 10h às 17h. 
Funcionamento de terça-feira a domingo, abrindo durante os feriados, mas fechando às segundas-feiras. 
As entradas custam: R$8,00 e R$4,00 (meia). 
As terças-feiras, a entrada é gratuita para o público em geral. 
Nos demais dias, não pagam: alunos da rede pública - ensino médio e fundamental - crianças com até cinco anos de idade, pessoas com mais de 60 anos, professores da rede pública, membros do ICOM e profissionais de museus, grupos em situação de vulnerabilidade social em visita educativa.

[LANÇAMENTOS & NOVIDADES #08] Jambô Editora

Guerra dos Tronos RPG é o RPG oficial da série de romances As Crônicas de Gelo e Fogo. Considerada pela crítica a obra de fantasia mais importante desta geração e adaptada para a televisão no seriado Game of Thrones. As Crônicas de Gelo e Fogo apresentam Westeros, uma terra de reis, cavaleiros e dragões, onde o verão pode durar décadas e o inverno, uma vida inteira.
Capa nacional
(Jambô Editora)
Trazendo um sistema de regras desenvolvido para simular o clima dos romances e do seriado, Guerra dos Tronos RPG cobre de duelos entre cavaleiros a política na corte, de batalhas de exércitos a disputas entre casas nobres, com mecânicas ágeis e fáceis de aprender. Com este livro, você poderá criar suas próprias histórias de aventura, guerra e intriga no mundo de Westeros.

O inverno está chegando e a disputa pelo Trono de Ferro começa agora. Pegue sua espada, desenrole seu estandarte e cavalgue rumo à glória! Mas lembre-se:

Quando você joga o jogo dos tronos, você vence ou morre. Não há meio termo.

Ficha Técnica
Autor: Robert J. Schwalb.
17 x 24 cm | 288 páginas | Brochura.
Pré-venda

[AILNEWS] Mais uma colunista de peso para o A.I.L!!!

Como nossa querida Mac costuma dizer: "News, news, news... São sempre bem-vindas!!!". E temos mais uma ÓTIMA notícia para quem acompanha e torce por nosso blog.

Juntando-se à equipe composta por Mac BatistaMarlo George, Kal J. Moon  e Stéf Rhoden temos o prazer de anunciar nossa mais nova colunista: Eleni Rosa!

"Mas... QUEM é ela?"

Bem, Eleni é Comunicóloga, Especialista em Jornalismo Cultural e, no momento, atuando na área de Secretariado Executivo. Amante da cultura de uma forma geral, desde: Claude Monet (pai do impressionismo), passando por Salvador Dali e Frida Kahlo (as portas do surrealismo), Tarsila do Amaral (senhora do modernismo), Jean-Michel Basquiat (precursor do grafite-arte), Andy Warhol (“...um dia, todos terão direito a 15 minutos de fama”.), Vik Muniz (atualidade brasileira e mundial)... 

Pré-cinéfila, prejudicada pela falta de tempo, mas louca por Alfred Hitchcock, tarada por Woody Allen, maluca por Ang Lee,apaixonada por Quentin Tarantino e muitos outros.

Música (as novidades: Cordel do Fogo Encantado, Teatro Mágico, Sambô... permanentes: Marisa Monte, Titãs... o eterno: Cartola, etc. e etc.), Teatro... HQ, moda...

Livros: Rubem Fonseca, Khaled Hosseini, Chico Buarque, Maitena, Pablo Neruda, Schopenhauer, Guy Debord, McLuhan, Jorge Amado... jornal, revista, rádio, internet, TV, tudo que comunica...tudo...tô, ecleticamente, dentro.

Ufaaaaaaaa... depois de tudo isso só podemos dizer mais uma coisa:

Seja muito bem-vinda, Eleni! Esse é o começo de uma grande amizade...

Então, é isso, #impressionautasStay tuned on AIL, ok?

Rock on, abração carioca (e palmense!), bjins e inté!!!
Equipe AIL

[CINEBOOK] "O Voo", de Robert Zemeckis

Cartaz nacional
(Paramount)
Sinopse: Acompanhamos a trajetória de Whip (Denzel Washington), um piloto de aviões ímpar mas alcoólatra e viciado em cocaína, que oscila entre o herói e o anti-herói. Whip vivencia um desastre aéreo que poderia render-lhe a redenção - após pousar, com supremacia descomunal, um avião com os motores em chamas e salvar dezenas de pessoas - passa a ser investigado.  Após as investigações concluírem que o piloto, ao aterrissar a aeronave, estava realmente embriagado e com substâncias nada ortodoxas no sangue, o que invalidaria todo seu ato heróico o levando a prisão perpétua, nosso piloto sai do céu para o inferno...

Elenco: Denzel Washington, Don Cheadle, John Goodman, Bruce Greenwood, Kelly Reilly

Direção: Robert Zemeckis | 138 min.

Resenha: O que esperar de uma fita que traz em seus créditos a direção de Robert Zemeckis? Aquele diretor que, mesmo com espaços de tempo consideráveis entre a realização de uma fita e outra, é um nome de peso no cinema hollywoodiano pois nos recorda grandes bilheterias como “De Volta para o Futuro” (1985), Forrest Gump (1994) e Náufrago (2000). Depois de um período longo enveredando por outras searas - entenda-se, filmes de animação (O Expresso Polar, A Lenda de Beowulf e Os Fantasmas de Scrooge) - ele retorna e nos oferece “O Voo”, seu novo longa, carregado de expectativa.

Greenwood, Washington e Cheadle: discutindo estratégias
para enganar a lei

O filme remonta a história de um desastre aéreo e, obviamente, nos faz recordar “O Náufrago”. O novo filme nos apresenta Denzel Washington (ganhador do Oscar por Tempos de Gloria e Dia de Treinamento), com grande performance vivendo o piloto Whip - o ator nova-iorquino foi indicado ao Oscar de Melhor Ator de 2013 por este filme mas não levantou a estatueta, o que não invalida sua grande atuação. "O Voo" também foi indicado na categoria Roteiro Original.
O diretor Robert Zemeckis
com Denzel Washington

Para engrossar o elenco, Zemeckis contou com John Goodman (Argo e O Grande Lebowski), que vive um fornecedor de drogas, Don Cheadle (Oscar de Melhor Ator por Hotel Ruanda e grande desempenho em Crash) encarna o advogado de Whip e Kelly Reilly (dos dois Sherlock Holmes), que forma o par romântico do piloto. Grandes nomes que não foram bem aproveitados.

Denzel com John Goodman: traficante simpático

A trama mostra um protagonista que não vê problemas em sustentar seu vício e reluta em começar qualquer tipo de tratamento. Em oposição à atitude de Whip, surge Nicole, uma ex-atriz pornô e fotógrafa vivida por Kelly Reilly. Eles se conhecem no mesmo hospital, onde ambos estavam internados, após uma overdose de Nicole. A sequência de diálogos no hospital, exatamente quando Whip conhece Nicole, é muito boa. Ah, sim! Ela também é viciada. Porém, com uma diferença: ela tem certeza que precisa de ajuda.
Whip e Nicole: par inconstante

Este poderia ser um grande filme. Em seus minutos iniciais, nos extasiamos com a sequência da queda do avião e do assombroso controle do piloto naquele momento de pânico. Também nos faz crer que será discutida a influência da mídia em casos éticos perante o tribunal, o corporativismo em certas profissões... Mas aí vem um marasmo e, posteriormente, assistimos o roteiro penetrar pelo caminho tortuoso celebrado pela cartilha do AA e, pior, permanecer. Nos quarenta e cinco minutos do segundo tempo, traz um inconveniente final politicamente correto. Assim, “O Voo” não decola e permanecemos com um filme que poderia ser muito bom, mas não o é.

Eleni Rosa continua mantendo a expectativa sobre o novo filme de Robert Zemeckis. Mas o próximo, claro!

Trailer oficial (legendado em português)

[AILNEWS] Produtor exibe 38 minutos de 'Star Trek 2' em SP!

Sessão exclusiva do novo filme de J.J. Abrams.
Efeitos visuais compensam aos fãs quatro anos de espera.
 

Zachary Quinto interpreta o vulcano Spock em 'Star Trek: Além da escuridão' (Foto: Divulgação)
Zachary Quinto como Spock em 'Star trek: Além da escuridão'
 (Foto: Divulgação)

O produtor Bryan Burk, da Bad Robot, veio ao Brasil no começo deste mês para divulgar 38 minutos de "Star trek: Além da escuridão", de J.J. Abrams, em uma sessão exclusiva para convidados, na qual o G1 esteve presente.

Quase quatro anos depois da estreia da primeira parte, uma readaptação de Abrams do universo ficcional criado por Gene Roddenberry na década de 1960, capitão Kirk e Spock retornam com uma grande vantagem: cenas filmadas em câmeras Imax 3D.

Benedict Cumberbatch interpreta o vilão John Harrison (Foto: Divulgação)
Benedict Cumberbatch como o vilão John
Harrison (Foto: Divulgação)
"Nós quebramos regras", disse Burk antes da exibição. Ele afirmou que foi difícil convencer Abrams a liberar mais de trinta minutos de filme, sendo três sequências distintas, para a plateia brasileira. "A princípio, ele disse que não queria mostrar nada, mas fomos convencendo-o".

A difícil relação entre dois dos altos comandantes da nave USS Enterprise, interpretados novamente pelos atores Chris Pine e Zachary Quinto, já é abordada logo no início do longa. Em uma sequência de ação, Spock precisa salvar a espécie nativa de um planeta classe M, neutralizando um vulcão em erupção, enquanto Kirk faz de tudo para tirá-lo do meio da lava, inclusive infringir regras.

Embora as cenas tenham sido exibidas em 2D - de acordo com o produtor, a versão final do filme ainda não está pronta -, os efeitos visuais são tão incríveis que dá para "sentir" o calor infernal do vulcão. Assim como o som da sala Imax impressiona, principalmente quando a Enterprise levanta voo.

A trama, então, corta para a Terra, em um hospital infantil de Londres no ano estelar de 2259.55, onde parte dramática do filme acontece. O vilão, interpretado por Benedict Cumberbatch, se apresenta como John Harrison e usará de chantagem emocional para concretizar um mal maior: iniciar uma guerra contra a Frota Estelar. Esta será a motivação de toda a história que vem em seguida, que somente poderá ser conferida quando o filme entrar em cartaz.

O primeiro "Star trek" estreou em maio de 2009 e arrecadou cerca de US$ 70 milhões nos Estados Unidos no primeiro fim de semana de exibição e mais de US$ 385 milhões no mundo. Além de 2D e 3D, o produtor Bryan Burk revelou que "Star trek: Além da escuridão" também poderá ser convertido para 4D - experiência cinematográfica que envolve cheiros, ventos, jatos d'água e poltronas em movimento. O filme, que será lançado em maio nos EUA, tem estreia prevista no Brasil para 14 de junho.
   
Zachary Quinto e Chris Pine são Spock e capitão Kirk em 'Star trek: Além da escuridão'

Por Letícia Mendes / Indicado por Mac Batista

Fonte: G1.com.br

[OPINAIL] Um Ano de Apenas Impressões Literárias!!!

Feliz aniversário, A.I.L.!!!
Embora muitos possam dizer que parece que foi ontem, o tempo demorou a passar.

Quem nunca administrou um blog ou site, não imagina o trabalho que dá. Principalmente se for algo que se faz em momentos de folga, fins de semana ou em oportunidades diversas.

Nosso querido A.I.L está completando 01 ano de existência em 15/03/2013. Ano passado, neste mesmo dia, entrava no ar nosso primeiro post. A equipe era formada apenas por Mac Batista, que tinha a ideia de popularizar a leitura de livros e falar sobre esses pequenos portais que levam nossa imaginação a viagens extraordinárias...

Aos poucos, com muito esforço e dificuldade, fomos ganhando seguidores nas redes sociais e as pessoas começaram a conhecer, divulgar, comentar e participar da experiência de saber mais sobre literatura e afins.


Por tudo isso, separamos abaixo 12 momentos importantes para nosso querido A.I.L durante todo o #impressionante ano de 2012, quando o mundo não acabou (ainda bem!) mas vimos o nascimento e o crescimento de algo inusitado: o aumento do interesse pela leitura e a volta da crítica literária sem nariz em pé... Vamos lá?


12) O Primeiro Post!

A Batalha do Apocalipse
(Verus Editora)
Mac Batista inaugurou o blog falando sobre um livro que não leu...! Pois é...

Tratava-se de "
A Batalha do Apocalipse", do carioca Eduardo Spohr (Verus Editora, que viria a ser nossa #parceira futuramente). Seu texto fez apenas uma divulgação e passou uma rápida impressão sobre o que esperava da trama... E mesmo assim, houveram muitos comentários pois Mac divulgou o post na blogosfera e também pelas redes sociais afora. Deu certo. Muitos blogueiros abraçaram a causa da literatura e começaram a divulgar o A.I.L. Que bom!

(muito tempo depois, Mac leu o livro e adorou como previra anteriormente)

11) O Primeiro Colunista!

Kal J. Moon

Não seria estranho que outros colaboradores fariam parte da Equipe A.I.L, uma vez que é complicado fazer tudo relativo a notícias e afins sozinha. Para falar, a princípio, sobre histórias em quadrinhos, Mac chamou Kal J. Moon. Como ele já é profissional de quadrinhos há anos (trabalha como artefinalista, além de ser roteirista também) e estuda a linguagem da arte sequencial desde sempre, nada mais adequado. E, após sua primeira resenha, um público novo começou a conhecer não só sobre quadrinhos mas sobre literatura em geral... Futuramente, Kal tornou-se o Editor de Conteúdo e Gerente de Mídias Sociais do A.I.L., sendo responsável pela revisão, sugestões de pautas e promoções. Chique, né?




10) O Primeiro Booktour

A Garota do Outro Lado da Rua
(Ed. Novo Conceito)

Foi engraçado pois, pouco tempo após a estreia do A.I.L, já conseguimos ser selecionados para participar de um booktour (quando um livro é enviado de leitor em leitor através do correio, voltando depois da mesma forma ao rementente original, numa espécie de corrente). Foi através da iniciativa do Bookaholic com o livro "A Garota do Outro Lado da Rua", de Lycia Barros (Ed. Novo Século). Só para terem uma ideia, o livro só chegou às nossas mãos quatro meses após a confirmação de nossa participação. Isso porque o livro rodou pelo Brasil inteiro e o A.I.L foi um dos últimos blogs a recebê-lo. Depois disso, participamos de muitas outras booktours como as dos livros "A Culpa é das Estrelas" (de John Green), "Ponto Cego" (de Felipe Colbert) e aguardamos ansiosamente a chegada de Cordeluna (de Elia Barceló)...


09) A Primeira Maratona

A corrente blogueira estava firme e forte. Como já estávamos participando da Maratona Hot (por intermédio do pessoal do Leitura Hot),  resolvemos fazer uma também para, além de incentivar a leitura, poder colocar mais resenhas no ar como um desafio interno... E como foi acertada a decisão de ter como tema o autor Nicholas Sparks, querido por muitas #impressionautas. Curiosamente, a maratona atraiu a atenção mesmo que quem não conhecia as obras do autor... E até mesmo quem odiava.

Maratona Nicholas Sparks

08) O Segundo Colunista

Marlo George


O aumento no acesso ao A.I.L. também colaborou para o aumento de notícias e resenhas. Nada mais natural que chamar outro colunista, até mesmo para dar uma variada nos assuntos abordados. E o escolhido foi Marlo George - músico, escritor e leitor assíduo de litreatura fantástica, sendo pesquisador e estudioso da obra de J.R.R. Tolkien - que trouxe sua ácida e bem humorada crítica já na sua primeira resenha, falando das estranhas adaptações cinematográficas oriundas dos livros como Jogos Vorazes. Rendeu muitos comentários e acabou trazendo um pouco mais de opinião ao A.I.L...





07) O Primeiro Cinebook!

Cartaz nacional do filme
"Os Vingadores"

Mesmo tendo a clara intenção de divulgar a leitura, o A.I.L. resolveu apostar em resenhas de filmes. À princípio, aqueles que tivessem a ver com literatura ou quadrinhos. Depois, abrimos espaço para outros gêneros, que achássemos interessantes - ou não. E o primeiro foi sobre "Os Vingadores", que durante muito tempo ficou entre nossas resenhas mais lidas. Sem dúvida, começamos com o pé direito...







06 ) Parcerias


Ninguém imagina a dificuldade que tivemos para conseguir as tão sonhadas parcerias com editoras... Mandamos e-mails para muitas delas. A maioria sequer respondia. Víamos muitos blogs com editoras parceiras e tentávamos entender porque não conseguíamos... Mudamos o layout diversas vezes, fazíamos uma revisão textual mais séria, tentávamos de tudo mas sem sucesso.

Mac e Kal
continuavam participando das seleções das grandes editoras mas nunca víamos o A.I.L entre os escolhidos... Até que tivemos a grande surpresa de receber um email da Editora Novo Século dizendo que havíamos sido escolhidos para participar do Clube do Blogueiro!!! A partir daí, continuamos nossa batalha para conseguir mais parcerias e sempre seguindo em frente...


Editoras parceiras!!!

Deu certo e, em seguida, pequenas e grandes editoras aceitaram fazer parte da divulgação no AIL como Grupo Autêntica (curiosamente, não havíamos passado na seleção original do selo mas ficamos surpresos quando nossa resenha sobre o livro "O Coletor de Almas", de Douglas MCT, foi destaque no blog da editora, vindo o convite em seguida), Autores Associados (a primeira editora a nos enviar livros - o escolhido foi Nômade, de Carlos Orsi Martinho), Novo Conceito, Porto de Ideias, Grimório Editorial, Landmark, Selo Jovem, Baraúna, Tarja Editorial, Juruá, Jambô, Grupo Editorial Record, Verus, Casa da Palavra, Linhas Tortas, Prumo, Andross e Belas Letras. Mas também tivemos parceria com outros blogs como Stealing Books, Uma Visão Missionária, Leitura Hot, Quadrinhos na Sarjeta, As Meninas que Leem Livros, 18 Primaveras, Um Jovem Leitor e Interrupted Dreamer, todos muito importantes em nosso crescimento, pelo feedback constante.

Blogs parceiros!!!

05) Entrevistas

Em agosto de 2012, o A.I.L. já tinha um pequeno mas fiel público, a quem chamamos carinhosamente de #impressionautas. E como já tínhamos passado pelas etapas de resenhas, maratonas e afins, faltavam as entrevistas. Mas não podia ser algo comum. Não poderia ser uma simples entrevista porque, hoje em dia, as pessoas não curtem muito ler algo demasiadamente longo na tela do computador. Pensamos, então, em colocar apenas #5perguntas, que acabou virando o título da seção... Entramos em contato com muitos escritores e desenhistas mas os primeiros a aceitarem responder nossas perguntas foram Marcelo Cassaro & Erica Horita, entrevista esta que entrou, em poucas horas, como o post mais lido do A.I.L - e também o mais polêmico por conta da divergência de opiniões por parte de algumas pessoas! E ainda foi legal o fato de termos falado de seu vitorioso projeto de quadrinhos antes dos grandes sites do gênero... Depois, grandes escritores e roteiristas nos concederam entrevista como Douglas MCT, Chuck Dixon, assim como o desenhista de histórias em quadrinhos brasileiro Mike Deodato Jr. Todos muito bem acessados e comentados nas redes sociais...

Os personagens de Hero Party foram destaque em nossa entrevista
com Marcelo Cassaro e Erica Horita

04) A Terceira Colunista

Stef Rhoden
Já estávamos pensando em aumentar a Equipe A.I.L. com mais uma pessoa mas todos os nossos convites foram recusados por conta de falta de tempo por parte dos convidados. Porém, era imperativo que fosse uma mulher pois já tinham dois homens na equipe e tinha de haver um equilíbrio no time. Foi então que, após longas negociações e muita chantagem emocional, Stéf Rhoden - escritora e blogueira - aceitou nosso convite e trouxe à baila um tema que já aparece no A.I.L desde o começo: a literatura hot. E tudo começou por causa daqueles tais "Cinquenta Tons"... Lógico que o público feminino adorou e debateu fervorosamente a cada post!



03) Promoções


Como ainda não tínhamos recebido livros de editoras, resolvemos botar a mão no bolso e criar nossa primeira #promoAIL. Curiosamente, mesmo com o blog tendo muito acesso diário, não obtivemos o resultado esperado. Esperamos algum tempo para formular outra promoção, até mesmo para saber o que estava em voga e o que os #impressionautas gostariam de ganhar... Fomos surpreendidos quando a Editora Autores Associados pediu para que coordenássemos um sorteio. Maior foi a nossa surpresa com a quantidade imensa de participantes e a divulgação feita nas redes sociais!

Essa #promoAIL foi um SUCESSO!!!
(e, sim, teremos novidades a respeito de novas promoções muito em breve, ok?)

02) Encontro com Escritoras
Giulia Moon e Mac Batista
2012 foi um ano especial pois conseguimos conhecer duas escritoras pessoalmente... Embora o contato tenha sido curto - em noite de autógrafo é realmente complicado fazer entrevista -, fomos recebidos com muito carinho... A primeira foi Giulia Moon, autora da série "Kaori" (Giz Editorial), que tivemos o prazer de conhecer durante o lançamento da edição mais recente no RJ numa noite de autógrafos muito especial. E a segunda foi Thalita Rebouças, autora da série "Fala Sério", dentre muitos outros livros, que assistimos sua hilária e instrutiva palestra durante a FLUPP. Foram momentos que ficaram marcados na história do A.I.L. pois fomos reconhecidos como veículo de comunicação e respeitados como tal. Exatamente como sempre desejamos...

Kal, Thalita Rebouças e Mac
01) O Reconhecimento dos #impressionautas

Sem nossos queridos seguidores, não seríamos nada e nem teríamos essa história para contar... Colocamos, sim, todos vocês no topo do pódio pois acreditamos que conseguimos, com suas opiniões e até mesmo críticas, levar o poder da leitura a quem já estava desanimado com este belo exercício de imaginação. Ainda estamos longe do ideal mas lutamos a cada dia para que tudo se torne o mais próximo do que almejamos em matéria de realização. Crítica literária, cinéfila e quadrinhística sem nariz em pé sempre foi e sempre será nosso objetivo primordial. Antes, era difícil conseguir que as pessoas curtissem nossas redes sociais ou seguissem o blog. Hoje, é bem menos complicado. Quem é #impressionauta de verdade, curte, divulga, convida amigos para visitarem o A.I.L, pois quer que todo mundo conheça. É como se o blog não pertencesse a uma pessoa mas sim a todos. E esse é o objetivo... A nave A.I.L. sempre recebe novos tripulantes a cada dia. Sem restrições. Gostamos assim...
Uma das ações nas redes sociais no intuito de
aumentar o número de seguidores do A.I.L.

Esperamos que todos tenham gostado desse "Top 12" e desejamos muito que nossa jornada dure muito tempo, sem previsão de término. E festejem conosco mais essa vitória pois foi um ano difícil, de muita luta, mas com grandes vitórias. E isso é só o começo. Por aqui, vocês já sabem, né? Só vitórias!

Rock on, Abração carioca (e palmense!) bjins e inté!
Equipe A.I.L.

[CINEBOOK] "Dezesseis Luas" de Richard LaGravenese

Sinopse: Cidade de Gatlin, na Carolina do Sul, Estados Unidos. Ethan Wate (Alden Ehrenreich) é um estudante do terceiro ano do colegial, que não vê a hora de sair do local. Ele considera Gatlin uma cidade pacata demais, onde nada de interessante acontece, mas se vê preso ao local por ter que cuidar de seu pai, que não deixa o quarto desde que a esposa faleceu em um acidente de carro, um ano antes. Já há alguns meses Ethan é atormentado por sonhos misteriosos, onde vê uma garota desconhecida. Um dia, ele a encontra em sua sala de aula. Trata-se de Lena Duchannes (Alice Englert), uma jovem de 15 anos que está morando com o tio, Macon Ravenwood (Jeremy Irons), descendente da família que fundou Gatlin. O problema é que Macon e seus familiares têm fama de serem satanistas, o que faz com que boa parte da população da cidade se volte contra eles. Não demora muito para que Ethan se interesse por Lena, sem saber que ela e os integrantes de sua família possuem poderes. Eles precisarão lutar pelo amor que sentem um pelo outro, especialmente devido à uma maldição que assombra a união.

Resenha: Quando recebi o convite para assistir um tal filme que tinha com a chamadinha "O novo Crepúsculo", logo pensei "Pronto! Mais uma saga envolvendo mortais e humanos... Amores impossíveis... O mesmo blábláblá de sempre!". E depois de assistir o trailer, fiquei menos interessada ainda em ir ao cinema.

Eu deveria ter ouvido a minha intuição de cinéfila mas me deixei levar pelos apelos de minhas amigas, Amanda e Dayane, que estavam loucas para conhecer esta nova "história". Enfim, fui! ¬¬ E me arrependi!

Amargamente!

 Tudo porque "Dezesseis Luas", mesmo contendo todos os elementos para uma boa história que pudesse sustentar o interesse dos telespectadores, deixou muito a desejar.

Ethan Wate (Alden Ehrenreich)

Apesar do filme conter um elenco de ponta - indicado várias vezes ao Oscar - composto por Jeremy IronsViola Davis e Emma Thompson  & Cia. - ele não chega  - nem querendo - aos pés da Saga Crepúsculo! Sim, meus caros, dizem as más línguas que esta saga substituirá a dos vampiros cintilantes e lobisomens pavios curto!!!

Arf! Será preciso uma longa caminhada para que esta nova saga obtenha o sucesso estrondoso de Crepúsculo. E não quero ser pessimista, mas acho difícil disto acontecer!!! 

E sabem por que? Porque pecaram - e muito - na escolha dos atores que formam o casal protagonista. E o que posso dizer a respeito? Quem são Alden Ehrenreich e Alice Englert?! Colocar atores tão "velhos" para interpretar adolescentes de 15 e 16 anos?! É insultar demais a inteligência dos telespectadores. E não darei margem à interpretação dos dois que, de tão fraca, não empolga ninguém. Um casal, verdadeiramente, sem graça.

Lena Duchannes (Alice Englert)
E, mesmo que haja uma certa "forçação de barra" para se aproximarem o máximo possível do casal adolescente - ainda - mais querido do momento, o único paralelo com a saga Crepúsculo é como o amor "acontece" entre Ethan Wate (Alden Ehrenreich) e Lena Duchannes (Alice Englert). Se, em Crepúsculo, Bela Swan se apaixonada perdidamente por Edward Cullen, em Dezesseis Luas, o amor entre os protagonistas é algo predestinado, fazendo os telespectadores se questionarem até que ponto o romance entre Ethan e Lena é verdadeiro, já que não existe o livre arbítrio.

Deixando claro que este tema não é abordado no filme, mas poderá ser usado nas continuações, caso isso aconteça realmente. Bem, tenho lá as minhas dúvidas! ^.^
Levando em consideração as frases de efeito, utilizadas para arrancar algumas risadas do público, acredito - e muito - que a grande falha está na adaptação do livro para o cinema. Portanto, com um roteiro tão fraco, o resultado só poderia ser desastroso! Tanto que, apesar de não ter lido o livro, fiquei - a todo momento - com a sensação de que faltava algo.

Os efeitos especiais são muito primários, dando a impressão que o filme foi feito para crianças e não para adolescentes - outro fator que poderia salvar o filme mas, infelizmente, foi muito mal aproveitado.

No mais, Dezesseis Luas tenta seguir a mesma fórmula utilizada em Crepúsculo. No entanto, tudo é invertido já que ele (Ethan) é o mortal.

Sinceramente?! Eu, MAC BATISTA, não recomendo! Vá ao cinema e assista qualquer outro filme, menos este! E se insistirem, por questão de curiosidade, depois não digam que não avisei!!! ^.^

Bjins e inté...

Trailers:



[LANÇAMENTOS & NOVIDADES #07] Editora Belas-Letras





Sinopse: Um título de filme mal traduzido tem o poder de amaldiçoar um perfeito romance e de provocar gargalhadas em um típico dramalhão. Não é preciso muita intimidade com a língua inglesa para perceber que as traduções para o português de muitos títulos do cinema americano não são nem um pouco fieis ou coerentes com os originais. Este livro é uma seleção de pérolas divertidamente comentadas pelo professor e tradutor Iuri Abreu. Aqui você vai perceber que, com a ajuda de um tradutor metido a poeta, todo filme pode virar uma comédia.

Sobre as promoções: Estão rolando duas promoções na nossa fanpage, uma com capas de filmes que as pessoas tem que descobrir que filme é, e a outra com charadas, elementos que lembram o filme. Para participar das promoções é preciso curtir nossa fanpage, comentar o nome do filme em português e compartilhar a imagem.

Lembrem-se que ao comprar o livro no nosso SITE vocês ganham um marcador + frete grátis + um pôster de filme ( O Tubarão, Forrest Gump e O Exterminador do Futuro).

Link dos livros http://belasletras.com.br/category/catalogo/artes/
 

[5 PERGUNTAS] AIL entrevista R.S. Boning

O Brasil é um país muito estranho... Ninguém conhecia "O Senhor dos Anéis" por aqui. Mas, quando saiu o primeiro filme dirigido por Peter Jackson, TODO MUNDO passou até a ter aulas práticas de élfico e tudo... Assim como ninguém conhecia "As Crônicas de Fogo e Gelo" mas foi só aparecer o seriado "Game of Thrones" que TODO MUNDO faz parte de um clã e cita suas falas por aí... Sabemos que nada disso é novo mas atualmente criou-se um fenômeno literário tamanho que está sendo explorado também por autores brasileiros com reconhecido sucesso.

Um deles é R. S. Boning, autor do livro "As Pedras de Adão - Os Sonatas" (de nossa #parceira Editora Baraúna, que já havíamos divulgado aqui), que vai falar um pouco sobre seu processo de criação, a tal "moda" da literatura fantástica e muito mais, em apenas #5perguntas... Vamos lá?

1) Como surgiram as ideias de "As Pedras de Adão"? Quais suas principais influências?

R.S. Boning: Eu sempre tive o sonho de escrever um livro. Vê-lo publicado, nas mãos das pessoas, nas estantes, nas bibliotecas. Essa ideia era mágica, mas não é tão simples quanto parece. Escrever um livro, não é nem de longe uma tarefa fácil. Conheço pessoas brilhantes, que têm ideias brilhantes, mas não conseguem colocá-la no papel. Eu sabia que, com determinação, conseguiria escrever um livro, mas precisava de algo além da determinação, precisava de uma história.

Capa de "As Pedras de Adão"
(Ed. Baraúna)

Desde pequeno, era muito criativo e gostava de criar histórias, livros e contos, para meus amigos lerem. Claro que todas as histórias que eu criava quando era pequeno, não eram 'boas', analisando de forma lógica. Uma criança, por mais criativa que seja, não possui senso crítico, não possui um bom português e nem escreve como um adulto. Mas analisando pelo lado criativo, eram ótimas histórias. E posso revelar que usei algumas partes delas, assim como personagens e coloquei em "As Pedras de Adão".

Mas quero contar como me surgiu a inspiração. Como disse, sabia que teria a capacidade de escrever um livro, só não tinha a história. Tentei usar minha imaginação, pensar em algo fantástico e nunca imaginado por outra pessoa. E eis que em um dia, estava assistindo TV e passava o desenho dos Padrinhos Mágicos.
É desenho de criança, eu sei, mas, enfim, ouvi o Cosme dizer algo que ficou na minha mente:

— Eu segurei as pedras de Cher e li os versos Andreais.


(Já procurei por esse episódio mas nunca o encontrei novamente)

Procurava por uma história e uma simples fala de um desenho animado, me deu toda a inspiração necessária. Comecei a pensar em um personagem chamado Cher, que criou algumas pedras. Até ai, simples, mas o que essas pedras teriam de especial? Foi ai que entrou o meu fascínio pelos elementos naturais. Eu, quando criança, sempre brincava de poder controlar a água (tem um córrego a 1 metro da janela do meu quarto). Lançava pedras para o alto e as imaginava obedecendo meu comando. Fazia fogueiras e balançava as mãos como se o fogo me obedecesse. E sempre que soprava uma brisa suave, fechava os olhos e imaginava o vento fazendo o que eu queria. Foi então que decidi: Cher iria criar 4 pedras que controlariam os elementos naturais. Mas de onde sairia esse poder? Foi assim, que toda a história foi se moldando na minha mente. Liguei tudo isso à Alquimia e, assim, mais uma pedra surgiu para a minha história, a Pedra Filosofal. E é com ela que é criado o vilão da história. Encaixei 'os versos Andreais' na história (que inclusive será o subtítulo do terceiro e último livro da série). Andreais passou a ser uma personagem, mãe de Cher.  Ai, agora você deve estar pensando:

— Se o título do livro é 'As Pedras de Adão', porque o personagem se chama Cher?

Deixe-me explicar. Quando estava criando a história, contei a um amigo sobre a minha ideia, que estava escrevendo um livro chamado "As Pedras de Cher", quando ele me disse que 'Cher' soava muito esquisito, e que lembrava-lhe uma cantora de dance (risos). E assim eu decidi que mudaria o nome. Mas que nome usar? Foi então que me veio a ideia: Qual o primeiro homem a existir no mundo? ADÃO. Então, o livro se tornou: "AS PEDRAS DE ADÃO".

O restante da história foi se criando automaticamente na minha mente. E lugares, personagens, situações e poderes infindáveis, foram ganhando vida no papel. Até ficar pronto o primeiro livro: OS SONATAS.
Quem poderia imaginar que, de um simples desenho animado, tiraria ideia para um livro?

Minhas influências são muitas. Mas, como todos devem imaginar, temos Harry Potter, O Senhor dos Anéis, As Crônicas de Nárnia... Foram essas histórias que guiaram minha infância pelo mundo fantástico e mágico. Mas se formos analisar a influência no estilo de escrita, digo que minha inspiração é: Sidney Sheldon. Para mim, Sheldon foi o autor que dominou com maior habilidade os métodos de narração. Não posso me esquecer de Dan Brown, Agatha Christie, J.K. Rowling e Julio Verne.

2) Estamos acompanhando algo inusitado em nossa literatura, que é o interesse de autores brasileiros em contar histórias fantásticas e medievais, algo geralmente esperado da literatura estrangeira. O Sr. acredita que isso faz parte de um modismo ou o gênero tem muito a oferecer a autores de nosso País?

RSB: Realmente, também andei percebendo esse crescimento de interesse dos escritores nacionais por literatura fantástica. Para explicar isso, eu sempre gosto de usar uma palavra, é a “Americanização”. Os livros mais consumidos no mundo são aqueles que alcançam o tão sonhado gosto americano. Se a América consome, o mundo também consome. O estilo fantástico quase sempre esteve presente apenas na literatura estrangeira. Antes não era uma boa aposta para as editoras investirem em livros fantásticos mas, de uns tempos para cá, a procura por esse estilo veio aumentando de uma forma assustadora. Acho que os jovens estão lendo mais. Por isso, estão apostando nesse gênero. Da mesma forma, os autores brasileiros não querem ficar para trás e têm de acompanhar o que o publico pede. Apesar do preconceito sobre livro ou qualquer coisa que envolva cultura nacional ainda ser grande, bons escritores de literatura fantástica nacional estão começando a ganhar um espaço nas estantes dos jovens brasileiros.

Quando eu paro e penso nisso, muitas vezes olho essa atitude dos autores nacionais como um movimento, ou até mesmo um modismo. Parece que estão, sim, seguindo a moda para ganhar dinheiro dos leitores, como se fosse uma tática de venda. Mas, quando analiso por outro ângulo, vejo que não é bem assim. Escrever um livro não é uma tarefa fácil. Criar uma história, dar vida a personagens, diálogos bem escritos, cenas de ação, romance, batalhas, criar ambientes e lugares... Tudo isso é muito difícil de fazer. Em um livro fantástico, isso é ainda mais complicado. A fantasia sempre esteve ligada a acreditar no impossível mas até o impossível tem limites. O autor pode criar algo fantástico mas não pode extrapolar na fantasia. Tudo tem limite. Por isso, acredito que não seja um modismo. Não existe uma receita pronta que você siga para ter um livro de sucesso. Acho que vai muito de cada autor. Eu mesmo comecei me aventurando pelo mundo da fantasia mas cresci com isso. Era mais do que esperado que escrevesse um livro mágico. Confesso que tenho outros projetos para livros em processo de criação e pelo menos metade deles são de histórias fantásticas. Eu amo magia e sempre falarei sobre ela nas minhas histórias.

3) Existe a possibilidade de "As Pedras de Adão" abraçar outras mídias, como cinema ou TV, por exemplo? 

RSB: Eu seria um tolo se dissesse que não desejo isso. Mas seria mais tolo ainda se acreditasse que esse fosse um passo simples a dar. Alcançar esse patamar é difícil. Existem grandes autores consagrados, com best-sellers, prêmios literários, que não tiveram seus livros adaptados para outras mídias. Mas se isso chegar a acontecer comigo, abraçarei com muita dedicação. Não existe planos nesse sentido. Na verdade, só pensei na possibilidade de APDA virar um filme agora. Mas como diz minha mãe: “Nada é impossível”.

4) É possível viver exclusivamente de literatura no Brasil? Qual a maior dificuldade de um escritor nacional neste sentido?

RSB: Não, não é possível viver exclusivamente de literatura no Brasil. Mas essa é a resposta de um autor “semi-independente”. Todo mundo acha que a maior dificuldade de um autor é criar a história ou mesmo escrever o livro, mas não é. O primeiro desafio é conseguir uma editora - pelo menos uma boa editora. Um autor que está começando nunca recebe apoio de uma editora grande. Assim, o autor se vê obrigado a partilhar custos, manda cópias de exemplares para editoras, que quase sempre respondem com um 'não'. O autor precisa ir a impressora mais próxima, comprar cartuchos de tinta ou pagar pela impressão - o que não é nada barato, visando que um livro possui muitas páginas e apenas uma cópia não é necessária, já que o autor precisa atirar para todos os lados. E isso é muito desanimador. Você acredita na sua obra, sabe o trabalho e o empenho que teve para lhe dar vida. Muitas vezes, as próprias editoras ou agentes gostam do livro mas acham melhor não lançá-lo no momento. Mas essa é apenas a primeira batalha. E apesar de saber que mesmo grandes best-sellers foram recusados por editoras, o autor se deprime, guarda o livro na gaveta, e desiste.

O segundo grande problema é a propaganda, o marketing, a venda. É difícil conseguir espaço para propaganda e divulgação. Acho que a vontade de todo autor é que seu livro seja lido pelo máximo de pessoas possíveis, por mais que ele não lucre nada com isso - eu vejo assim. É triste saber que o trabalho que teve, o tempo gasto, as noites em claro, as festas perdidas, não foram suficientes para sua obra ser valorizada.

Para finalizar essa pergunta, afirmo que são raros os autores nacionais que conseguem viver da escrita. A maioria dos escritores, assim como eu, precisa de um emprego por fora. Na verdade, escrever se torna um hobby.


5) Quais suas dicas para que jovens autores deem seus primeiros passos em direção à publicação de suas obras?

RSB: Não desistam. É difícil, é caro, é cansativo, dá vontade de chorar. Mas, no fim de tudo, ao segurar seu rebento nas mãos, não tem sofrimento, dinheiro ou cansaço que seja maior do que essa sensação. Sejam teimosos. Ouça apenas quem te oferece apoio - aparecem muitas pessoas querendo te desanimar. E corram atrás, não esperem que por um milagre seu livro seja lançado. Se ficar parado, nada acontece.

Book-trailer (feito por fã)


Sobre o autor
R.S. Boning
Rondinelle Santos Boning nasceu em Salvador (BA). Ainda bebê mudou-se para uma cidadezinha pacata, no interior do estado do Espírito Santo, onde reside atualmente. O jovem autor sempre gostou de criar histórias fantásticas e mágicas e, ainda criança, confeccionava pequenos livros que ele mesmo escrevia e os dava para amigos e familiares. Depois de adulto, seu dom pela escrita permaneceu, porém com mais maturidade e coesão. Assim, escreveu seu primeiro romance, ‘As Pedras de Adão - Os Sonatas’. Depois de fazer algumas cópias para amigos e conhecidos, percebeu que os mesmos adoraram sua história e o incentivaram a publicá-la. Em parceria com a Editora Baraúna, o autor se lança para o tão sonhado mundo editorial e literário.


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