[LANÇAMENTOS E NOVIDADES # 58] "Editora Novo Conceito"

Bom dia, #Impressionautas!!!
Hoje trazemos os lançamentos da Editora Novo Conceito previsto para o mês de Janeiro 2013:
Sinopse: Em um subúrbio tranquilo de Londres, algumas mães se ajudam através de amizade, favores e fofocas. No entanto, algumas delas não parecem confiáveis e outras têm segredos obscuros. Quando Callie se mudou para seu novo bairro, pensou que seria fácil adaptar-se. Contudo, os outros pais e mães têm sido estranhamente hostis com ela e com sua filha, Rae, que também descobriu como é difícil fazer novas amizades. Suzy, seu marido rico e seus três filhos parecem ser a única família disposta a fazer amigos, mas, recentemente, a amizade com Suzy anda tensa. Ainda mais com a atmosfera pesada que pairou sobre o bairro após a chegada da polícia e o relato de um possível suspeito morando no bairro. O que Callie e sua pequena Rae podem esperar? Em quem confiar? E, sobretudo, como imaginar que certas atitudes rotineiras podem colocar em risco a vida de sua pequena filha? Verdades e mentiras parecem se esconder nestas pequenas casas. Lançamento: 14/01/13
 
Sinopse: Líderes sabem o que deveriam fazer, então por que não estão fazendo? Quando um líder sabe qual o comportamento mais adequado, por que mantém o velho padrão e falha ao tentar se comportar como pretende? A resposta é que cada um de nós tem dois self: um é reflexivo, prudente e racional (o executivo interior); o outro self tem hábitos enraizados, é impulsivo e se deixa levar por suas emoções (o elefante interior).
Neste livro inovador, Richard L. Daft, expert em liderança, revela como líderes podem reconhecer seus dois self e aprender a acalmar, treinar e guiar seu elefante interior em direção ao comportamento que almejam. Vários exercícios com resultados comprovados vão capacitá-lo a direcionar a si mesmo e outras pessoas de modo mais produtivo. Com um pouco de prática, seu executivo interior aprenderá a escolher as atitudes corretas em vez de permitir que seus comportamentos indesejáveis se manifestem.
Por meio de exemplos reais de mudanças pessoais drásticas, juntamente com recentes descobertas em psicologia, gerenciamento, neurociência e espiritualidade oriental, Richard Daft oferece orientação a todos que desejam tomar as melhores atitudes ao liderar a si mesmos e outras pessoas.  Lançamento: 14/01/13
 
Sinopse: É hora de iniciar o segundo ano do Ensino Médio, e Marisa está pronta para um novo começo e para seu primeiro namorado de verdade. No entanto, depois do popular Derek convidá-la para sair, as coisas ficam complicadas. Além de seus pais se separarem e de Marisa ter uma briga com seu melhor amigo, Derek — o amor da sua vida — a deixa desapontada. As únicas coisas que mantêm Marisa são os podcasts de um DJ anônimo, o qual parece entendê-la totalmente. Mas ela não sabe quem ele é… Ou sabe? Lançamento: 14/01/13
 
 
 

Sinopse: Quatro meses após a morte do marido, Janie LaMarche continua tomada pela dor e pela raiva. Seu luto é interrompido, no entanto, pela chegada inesperada de um construtor com um contrato em mãos para a obra de uma varanda em sua casa. Surpresa, Janie descobre que a varanda era para ser um presente de seu marido — tornando-se, agora, seu último agrado para ela. Conforme Janie permite, relutantemente, que a construção comece, ela se apega aos assuntos paralelos à sua tristeza: cuidando de seus dois filhos de forma violentamente protetora, ignorando amigos e família e se afundando em um sentimento de ira do qual não consegue se livrar. Mesmo assim, o isolamento autoimposto de Janie é quebrado por um grupo de intervenções inconvenientes: sua tia faladeira e possessiva, sua vizinha mandona, seu primo fofinho e até Tug, o empreiteiro. Quando a varanda vai tomando forma, Janie descobre que o território desconhecido do futuro fica melhor com a ajuda dos outros. Até daqueles com os quais menos esperamos contar.Lançamento: 21/01/13
 
 
Sinopse:Na cidade de Imardin, onde aqueles que têm magia têm poder, uma jovem garota de rua, adotada pelo Clã dos Magos, se encontra no centro de uma terrível trama que pode destruir o mundo todo. Sonea aprendeu muito no Clã, e os outros aprendizes agora a tratam com um respeito relutante. No entanto, ela não pode esquecer o que viu na sala subterrânea do Lorde Supremo — ou seu aviso de que o antigo inimigo do reino está crescendo em poder novamente. Conforme Sonea evolui no aprendizado, começa a duvidar da palavra do mestre de seu clã. Poderia a verdade ser tão aterrorizante quanto Akkarin afirma? Ou ele está tentando enganá-la para que Sonea o ajude em algum terrível esquema sombrio?
Lançamento: 21/01/13

 
Sinopse: Gabe Sullivan é um bombeiro de São Francisco que arrisca sua vida todos os dias. E sabe, por experiência própria, que não deve se envolver com as vítimas de incêndios.
Megan Harris admite que deve tudo ao heroico bombeiro que entrou no prédio em chamas para salvar sua filha de sete anos. Ela lhe deve tudo, exceto seu coração, pois, após perder o marido, cinco anos antes, jurara nunca mais sofrer por amor — e pela perda.
Contudo, quando Gabe e Megan se reencontram e as chamas incontroláveis do desejo se acendem, como ele poderia ignorar a coragem, a determinação e a beleza dela? E como ela poderia negar não apenas o forte vínculo de Gabe com sua filha, mas também a maneira como seus beijos carinhosamente sensuais a induziam a colocar em risco tudo o que manteve por tanto tempo?
A atração entre Gabe e Megan é irresistível, e se ambos não forem cuidadosos, correm o risco de se apaixonar.
Lançamento: 21/01/13


Equipe A.I.L

[LANÇAMENTOS E NOVIDADES # 57] "Game of Thrones - RPG"

Preview da capa de "Guerra dos Tronos"
(Jambô Editora)
Para todos os fãs e leitores da maior saga de fantasia da atualidade, a Jambô Editora mostrou em sua página no Facebook a sagaz arte da capa do RPG oficial de Guerra dos Tronos, baseado na série de livros escrita por G. R. R. Martin, que publicará no início de 2013.

Uma grata surpresa para quem esperava ansiosamente pela versão traduzida para o português brasileiro.

Fiquem ligados que assim que soubermos mais novidades a esse respeito, publicaremos tudo aqui!

Equipe AIL

[PARCERIA] Editora Prumo


Bom dia, #impressionautas!!!

Hoje, trazemos para vocês uma ótima notícia: o A.I.L firmou parceria com a Editora Prumo...!!!

Estamos muito felizes!!! E é lógico que não poderíamos deixar de compartilhar essa nova conquista com aqueles que estão sempre torcendo e acompanhando nosso querido blog! Que venham outras parcerias pois estamos trabalhando muito para isso...

Sobre a Editora


Fundada em 2008 por Paulo Rocco, responsável pela bem-sucedida Editora Rocco, a Prumo funciona com equipe própria e independente. A linha editorial é bem diversificada, inclui títulos nas áreas de ficção, não-ficção e infanto-juvenil. O objetivo é oferecer ao leitor um catálogo amplo, com o melhor da literatura nacional e estrangeira, além de títulos de referência e livros atraentes para o público jovem. A Editora Prumo também desenvolve projetos especiais para a iniciativa privada.

Fonte: Editora Prumo

Mais uma vez, agradecemos a confiança e a credibilidade que a Editora Prumo está depositando em nosso blog Apenas Impressões Literárias.

E aqui, vocês sabem: é só vitória!!!

Rock on, abração carioca (e palmense), bjins e inté...! 
Equipe A.I.L 

[AIL NEWS] "Tudo Por Um Pop Star - O Musical"




Olá, #Impressionautas!!!
Hoje trazemos para vocês uma ótima novidade!!! Esta semana foi ao ar a resenha do livro "Tudo Por Um Pop Star" de Thalita Rebouças

A mesma, numa recente entrevista, brindou os fãs com a notícia que estava em estágio de produção o musical baseado no livro...


Para quem ainda não sabe do que se trata a história, segue a sinopse: "Tudo por um pop star tem orelha assinada pelo cantor Junior, pop star desde criança, que há 13 anos vive nesse universo de flashes, gritos histéricos, lágrimas desvairadas e blocos de autógrafo. Diz ele sobre a obra: "Uma das coisas mais deliciosas é a forma divertida de retratar as aventuras das meninas Manu, Gabi e Ritinha. Sou suspeito, mas acho que Tudo por um pop star mostra, com sensibilidade e bom humor, o clima dos megashows e os percalços a que os fãs estão sujeitos. [...] Tudo por um pop star é uma aventura da melhor qualidade. Quem sabe um dia encontro com Manu, Gabi e Ritinha em um dos nossos shows? Como os nossos outros fãs será um prazer recebê-las."Ainda mais quando o pop star em questão atende pelo nome de Slack Tom Tompson. Líder da banda mais pop, mais tocada e mais adorada do planeta, a Slavabody Disco Disco Boys, ele é considerado por adolescentes do mundo inteiro O pop star, o papa do pop, o pop em pessoa. Além dele, integram o famosíssimo grupo de acrobatas, dançarinos e, ah, sim!, cantores, três jovens gringuinhos, todos, obviamente, muito, muito pop: Julius Tiger, Alexander Ray Boff e Michael Lazdakson. Ao descobrirem que seus maiores ídolos vêm ao Brasil para um show no Maracanã, Manu, Gabi e Ritinha fazem de tudo para ver os garotos bem de perto, vivem uma grande aventura mas... nada do que planejam dá certo. Apesar das várias tentativas e técnicas de aproximação, o trio de tietes só se mete em confusão. Uma maior que a outra. As peripécias desastradas acabam levando as meninas a pagar o maior mico de suas vidas, na televisão, em rede nacional."
E, agora, eis a confirmação... "Tudo por um Pop Star" terá estréia em Janeiro de 2013!!! Abaixo seguem imagens de divulgação e links com maiores informações:


Bateria da Banda "Salavabody Disco-Disco Boys"


Da esquerda para direita: Manu, Ritinha, Gabi e Batete Labareda
Maiores informações, acessem a página no Facebook, perfil no Twitter e o site de venda dos ingressos!!!

Equipe A.I.L

[RESENHA] "Tudo Por Um Pop Star" de Thalita Rebouças


Sinopse:Tudo por um Pop Star tem orelha assinada pelo cantor Junior Lima, pop star desde criança, que, há mais de 13 anos, vive nesse universo de flashes, gritos histéricos, lágrimas desvairadas e blocos de autógrafo. Diz ele sobre a obra: "Uma das coisas mais deliciosas é a forma divertida de retratar as aventuras das meninas Manu, Gabi e Ritinha. Sou suspeito, mas acho que Tudo por um pop star mostra, com sensibilidade e bom humor, o clima dos megashows e os percalços a que os fãs estão sujeitos. [...] Tudo por um pop star é uma aventura da melhor qualidade. Quem sabe um dia encontro com Manu, Gabi e Ritinha em um dos nossos shows? Como os nossos outros fãs, será um prazer recebê-las".
Ainda mais quando o pop star em questão atende pelo nome de Slack Tom Tompson. Líder da banda mais pop, mais tocada e mais adorada do planeta, a Slavabody Disco Disco Boys, ele é considerado por adolescentes do mundo inteiro O pop star, o papa do pop, o pop em pessoa. Além dele, integram o famosíssimo grupo de acrobatas, dançarinos e, ah, sim!, cantores, três jovens gringuinhos, todos, obviamente, muito, muito pop: Julius Tiger, Alexander Ray Boff e Michael Lazdakson. Ao descobrirem que seus maiores ídolos vêm ao Brasil para um show no Maracanã, Manu, Gabi e Ritinha fazem de tudo para ver os garotos bem de perto, vivem uma grande aventura mas... nada do que planejam dá certo. Apesar das várias tentativas e técnicas de aproximação, o trio de tietes que só se mete em confusão. Uma maior que a outra. As peripécias desastradas acabam levando as meninas a pagarem o maior mico de suas vidas, na televisão, em rede nacional.


Resenha: 
"Estavam vivendo intensamente a vida; e a vida, naquele momento, só tinha uma razão de ser: Slavaboy Disco-Dicos Boys - nome doido e comprido que elas amavam repetir embora desconhecessem o significado (...)" pág 27.

Até que onde você iria para ficar perto do seu(s) ídolo(s)?! Por eles você enfrentaria toda e qualquer tipo de adversidade só para ter o prazer de passar alguns momentos inesquecíveis?!


Lembro, como se fosse ontem, o dia em que tomei conhecimento do grupo Backstreet Boys, chamado carinhosamente pelos fãs de BSB. Foi paixão a primeira nota musical  e, confesso, que amei o cabelinho loiro do Nick Carter, os olhos enigmáticos de Kevin Richardson, a voz maravilhosa e única de AJ MacLean, a doce e límpida voz de Brian Little e os agudos de Howie D.


"(...) formavam simplesmente a melhor banda de todos os tempos. E aí de quem discordasse (...)" pág 27.
Gabi, Manu e Ritinha no musical
Lembro também dos vários e vários encontros com minhas amigas - que tinham TV a cabo - para assistir aos shows e de como ficávamos sonhando com o dia em que eles fariam show no Brasil. E isso se tornou realidade, depois do sucesso estrondoso da turnê de lançamento do CD Black & Blue. E, sim, eu estava no meio daquela muvucada lá no Meridien Hotel. E, é lógico, que eu fui uma das fãs que correu atrás do ônibus. (:D)

Bem, para falar a verdade, eu fui arrastada, quase atropelada em plena Avenida Atlântica. Vi o AJ, Kevin, Brian e Nick de pertinho, mas - como toda fã azarada - não tive como tirar fotos, pois minha câmera tinha ficado com uma outra amiga(>.<). Momentos inesquecíveis que vou contar, recontar quantas vezes for necessário (kkk). E, óbvio, que não existem palavras capazes de expressar a sensação maravilhosa de vê-los, assim, tão de pertinho. E, quase  um ano depois, minhas amigas e eu estávamos no Maracanã... assistindo ao show que entrou para a minha história de vida!!!

Então, como fã de BSB que sou até hoje, sei exatamente como Manu, Gabi e Ritinha se sentiram ao saberem da vinda de sua boyband favorita ao Brasil: a Slavabody Disco Disco Boys!!! Em "Tudo Por Um Pop Star", Thalita Rebouças conta a história de três melhores amigas (Manu, Gabi e Ritinha) que descobrem que seus maiores ídolos (Slack Tom Tompson, Julius Tiger, Alexander Ray Boff e Michael Lazdakson) virão ao Brasil para realizar um show no Maracanã. Não preciso nem dizer que elas fazem o possível e o impossível para realizar o maior sonhos delas,né?! Depois de muito tentarem, finalmente elas conseguem permissão, de seus pais, para viajarem ao Rio de Janeiro!

Manu, Ritinha, Gabi e Babete Labareda
Só que nem tudo sai como elas desejam. A viagem é repleta de aventuras e muitas, mas muitas confusões. Pagar mico em rede nacional é uma delas! Mas no final, tudo excede as expectativas, elas conseguem, em poucos dias, o que muitas fãs levam quase uma vida inteira para realizar!

Apesar de "Tudo Por Um Pop Star" ser voltado ao público infanto-juvenil, o mesmo pode ser lido por qualquer faixa etária. Possui uma leitura leve, animada, divertida, alto-astral (mesmo nos momentos do mais puro azar kkk) e prende o leitor do início ao fim!

Legal mesmo é a mensagem de amizade e companheirismo que o livro passa. O mesmo, aborda questões a respeito de confiança, do fato que "toda mentira tem perna curta" e consequências graves. 

E, no finalzinho, os leitores se deparam com um "teste" para saber se eles fariam tudo por um pop star, assim como Manu, Gabi e Ritinha!!!

Portanto, este livro é recomendadíssimo para quem curte o gênero!!! Proporciona boas gargalhadas, traz a tona ótimas lembranças e reflexões bem interessantes!

Bateria da banda Slavabody Disco-Disco Boys
Eu, MAC BATISTA, quando me deparei com este livro na "Feira de Livros de Duque de Caxias", logo pensei: "Ha-ha...esta história eu já conheço e já vivi!!! Mas quero ver como Manu, Gabi e Ritinha vão realizar seu maior sonho!!!". Ainda bem que comprei o livro e não me arrependi. E, agora, estou pensando em comprar mais alguns deles para dá de presente de Natal a algumas amigas que me acompanharam numa certa aventura há alguns anos...rssss 

Obtenham informações sobre "Tudo por um pop star - o musical", clicando aqui.

Bjins e inté... (Mac Batista)

[AIL NEWS] 70 anos de Grupo Record

Nossos queridos #impressionautas sabem do grande esforço que fizemos para conseguir parceria com pequenas e grandes editoras ao longo de 2012. Muitas rejeições e constantes mudanças de estratégias para se adequar ao que o mercado pedia foram necessárias para que conseguirmos mostrar nosso trabalho sério e honesto através de resenhas cada vez mais abalizadas e divulgações nas redes sociais também foram muito importante nesse processo todo.



E uma grata surpresa foi receber o aval do Grupo Editorial Record no intuito de formar mais uma parceira com nosso querido blog AIL. E mais surpresa ainda saber disso quando a empresa está comemorando 70 anos! Nós fazemos parte desta festa também! Vocês, que sempre torcem por nós, a cada parceria anunciada, também tem motivos para comemorar. Afinal, teremos produtos de inquestionável qualidade para desenvolvermos nossas resenhas e, em seguida, realizar as #promoAILs que todo mundo tanto gosta, não é mesmo?

Portanto, sinta-se parte disso pois sem vocês, leitores, não haveria motivo algum para comemorar. Fique com um documentário que explica melhor a comemoração dos 70 anos do Grupo Editorial Record, uma história contada, literalmente, em livros...

Rock on, abração carioca (e palmense), bjins e inté!
Equipe AIL 

[PROMOAIL NATAL] RESULTADO "Dois Regalos para Você!!!""

Olá, #impressionautas!!! É com o maior orgulho que comemoramos o fim de mais uma #promoAIL ("Dois Regalos para Você!!!"). Desta vez, foi realizada em parceria com a Editora Autores Associados e tivemos uma ótima retribuição por parte de todos vocês, que compartilharam nas redes sociais e atraíram novas pessoas para conhecerem as obras desta editora que está oferencendo dois livros de seu catálogo (01 exemplar da Coleção Jovem Leitor e 01 da Coleção Ciranda de Letras) especialmente a um #impressionauta...


Com um total de 7555 entradas, a pessoa que receberá, no conforto de seu lar, dois livros do catálogo da Editora Autores Associados À SUA ESCOLHA é... @janaynna_cabral !!!


Parabéns, #impressionauta Janaynna!!! Entre em contato com nosso email em até 48 horas dizendo nome e endereço completo, os dois livros da Editora Autores Associados que você quer receber para que a editora possa enviar pra você, ok? Se não entrar em contato no prazo, faremos novo sorteio, conforme as regras...

Importante: a Editora tem até 30 dias úteis após o retorno do contato do ganhador para enviar os livros.

E se você não ganhou, não fique triste que estamos bolando mais uma #promoAIL que também vai dar o que falar... Aguardem e confiem!

Rock on, abração carioca (e palmense), bjins e inté!
Equipe AIL

[AIL NEWS] Spawn publicado novamente no Brasil!

Capa da edição brasileira
(
HQM Editora )
Quem é fã há algum tempo de histórias em quadrinhos sabe que, nos anos 1990, alguns desenhistas saíram da Marvel Comics e resolveram fundar sua própria editora, a Image Comics. Foi um estrondoso sucesso e muitos gibis foram lançados desde então, descobrindo-se a arte de colorização via computador, sensualidade aflorada que virou moda nas formas das chamadas "bad girls" e, sim, arrancaram grandes nacos de carne das duas então poderosas editoras no mercado mundial.

De todos os títulos lançados, o que deu mais certo e o que foi mais longevo, até hoje, foi Spawn, criado por Todd McFarlane, que chegou até a ter um filme.

Começou a ser publicado no Brasil ainda em 1996 pela Editora Abril Jovem indo até 2005, passando o bastão infernal à Pixel Media, filiada ao Grupo Ediouro, que lançou revistas do anti-herói até o ano de 2008, interrompendo-a na edição de nº 178.



Após diversos pedidos de fãs brasileiros e uma campanha que circulou pela internet, através de redes sociais, blogs e afins, a HQM Editora publica um encadernado chamado "Herança Maldita", que reúne histórias a partir da edição nº 179 (156 páginas, R$ 39,90), dando continuidade às desventuras do personagem, com roteiro do próprio criador do personagem Todd McFarlane ao lado de David Hine (Homem Aranha Noir) com arte de Mike Mayhew & Brian Haberlin!

Uma grata (e irônica) surpresa de Natal! Saiba mais clicando aqui!

[RESENHA] "Alho, Cebola e Beijo na Boca", de Fernando Botto

Juruá Editora
Sinopse: Coletânea de crônicas bem humoradas sobre os mais diversos assuntos, sempre abordados de forma muito irreverente pelo autor.
"Se você quisesse humilhar alguém no campo das letras, mas humilhar mesmo, poderia dizer: '- Você é um agá à esquerda!'"

Resenha: Crônicas são sempre formas agradáveis de retratar parte da sociedade e seus costumes mais ordinários no que diz respeito à convivência humana. E, como todos sabem, de perto, ninguém é normal. E é sobre essa anormalidade que todos escondemos ou tentamos disfarçar que o autor exibe orgulhoso nesta obra.

Sem o menor pudor, lemos aqui histórias sobre os mais diversos tipos, como a da atendente de papelaria ranzinza, o vendedor de frutas na feira livre, o gaiato que dá uma escapulida da namorada durante um baile de formatura e tem o tremendo azar de ser fotografado no principal jornal da cidade, da tremenda "dificuldade" das atribuições de um presidente da comissão de formatura, da vingança feminina (e que, sim, os homens nunca conseguirão fazer algo à altura para revidar), da feiúra e suas consequências na vida de uma pessoa... São tipos que podem ser encontrados em muitos lugares mas todos estão, curiosamente, reunidos no imenso Paraná!

Eu não conheço a região mas posso jurar que, no dia que for, reconhecerei os tipos andando pela rua ou em algum estabelecimento comercial...

Uma leitura simples, rápida e que mostra um pouco duma parte do nosso país que não é muito divulgada nas grandes redes de comunicação. O máximo que tivemos foi uma empregada de fala curiosa num famoso seriado da Vênus Platinada e olhe lá...

Leitura apropriada para viagens curtas pois ao entrar no veículo e começou a ler, passará tão rápido que é bem possível que terminará antes de chegar ao destino.

Até bem pouco tempo, Kal J. Moon sentia-se um agá à esquerda, que é uma espécie de primo bastardo e semi-retardado do número zero... 

Ficha Técnica:
108 páginas | Literatura Brasileira |
Ed. Juruá | 2004 | 5ª Reimpressão (2009)

Clique aqui para comprar


Sobre o autor
Fernando Botto,
escritor
Nascido na capital paraense em 1975, Fernando Botto é professor universitário, formado em Direito, especialista em Negócios Internacionais pela UFSC, graduando em Psicologia e pós-graduando em Saúde Mental, Psicopatologia e Psicanálise pela PUCPR. Mas o que gosta mesmo é lecionar - o que faz já há quase uma década - e de desenvolver projetos nas áreas jurídica, empresarial e educacional, principalmente no que diz respeito à oratória, relacionamento interpessoal e motivação.



Trilha Sonora: "A Little Less Conversation"
(Elvis Presley - em remix por JXL)

[GIBI REVIEW] "Holy Avenger - Edição Definitiva Vol. 1", de Marcelo Cassaro & Érica Awano


Capa por Erica Awano (traço),
Ricardo Riamonde (cores)
e Samir Machado de Machado (design)

(Ed. Jambô)
Sinopse: Lisandra. Criada por animais em uma ilha selvagem, esta jovem vivia feliz em seu mundo puro... Até que os sonhos vieram. Sonhos sobre o Paladino, um herói com o poder do Panteão. Sobre como ele havia sido derrotado por forças malignas. E sobre como Lisandra poderia ressuscitá-lo se encontrasse suas gemas divinas - os vinte Rubis da Virtude. Para ajudar Lisandra surgem Sandro, filho do maior larão do Reinado, Niele, a bela e maluca arquimaga élfica, e Tork, o troglodita anão.

Resenha: Conheci Holy Avenger através da insistência de nosso querido #impressionista Marlo George. Na época, chegamos a trabalhar juntos por um curto período de tempo e ele tinha todos os exemplares dos encadernados da saga do mundo de Arton. Não levei muita fé e levei aqueles verdadeiros "tijolos" pesadíssimos pra casa... Comecei a ler despretensiosamente durante meus intervalos no almoço e em minhas sempre longas viagens de ônibus. Espantei-me quando comecei a GARGALHAR com a história de Lisandra, Sandro e seus amigos. Era muito engraçado MESMO!



Eu sempre fui cercado por minhas leituras essenciais de quadrinhos ditos "sérios" como "V de Vingança" e "Watchmen" (de Alan Moore) ou "O Cavaleiro das Trevas" (de Frank Miller), mesmo considerando o que Neil Gaiman fez em Sandman algo muito burocrático pra gostar realmente... Quadrinhos divertidos não eram a minha praia. Ainda mais se fossem em versão mangá. Primeiro, porque nunca tive muito dinheiro pra acompanhar a infinidade de títulos que chegavam em profusão às nossas bancas - e ainda chegam numa quantidade absurda para nosso padrão econômico e, claro, nem tudo tem a mesma qualidade das grandes obras do passado. Segundo, porque meu foco sempre foi ler quadrinhos dos Estados Unidos e Europa. Mesmo assim, Video Girl Ai e Rurouni Kenshin eram mangás realmente muito prazerosos de se acompanhar, principalmente por intercalar uma história basicamente dramática com insights muito bem humorados que nos pegavam de surpresa em alguns momentos.

Arte de Érica Awano
e roteiro de Marcelo Cassaro
E o roteiro de Holy Avenger é realmente delicioso de acompanhar justamente por nos fazer esquecer que estamos lendo uma história em quadrinhos mas sim vendo um desenho animado, onde "ouvimos" as vozes dos personagens e vemos suas reações a cada instante, além das consequências de seus atos.

E mesmo que seja muito divertido ler Holy Avenger, o roteiro segue uma grande jornada e é tratada de forma séria. Existem objetivos a serem alcançados pelos protagonistas para que a trama seja levada adiante e chegue à sua curiosa conclusão.

A arte de Érica Awano dispensa apresentações aos leitores mais maduros, uma vez que ela participou de algumas revistas que marcaram muitos fãs como Animax e Anime Ex. Porém, vimos sua gradual evolução realmente em Holy Avenger. Encarar uma saga de tantos capítulos assim e concluí-la após anos de esforço contínuo não é para qualquer um. Exímia caracterizadora de feições e arquejos corporais, sua arte conquista no primeiro vislumbre, cativando-nos imediatamente com personagens que acabaram, principalmente, por conta de seus belíssimos traços. E ainda temos de ressaltar: ela mesma finalizou o próprio lápis e, como muitos sabem, isso é realmente melindroso.
Ilustração da capa
sem a intervenção editorial

Esta "Edição Definitiva" - que sairá em quatro volumes com acabamento de luxo - trata a obra com mais respeito que as versões anteriores pois sai num formato maior, onde podemos apreciar melhor a arte de Awano, além de incorporar trechos do artbook "A Arte de Holy Avenger", item de colecionador e muito raro de se encontrar hoje em dia, contando parte do processo de construção da história, personagens e cenários. Além disso, temos a tira "The Little Avengers", desenhada pelo próprio Marcelo Cassaro, mostrando uma prisma um tanto diferente dos personagens.

A único fato a se lamentar nesta republicação é a ausência das páginas coloridas da história. Nas edições originais - e também nos encadernados -, as primeiras páginas eram coloridas, seguindo para páginas em branco e preto com retículas fazendo o papel de tonalidades de cor, peso de sombra e coisas do gênero. Eu achava um recurso editorial ousado e que deveria ser mantido nesta "Edição Definitiva", uma vez que acredito ser uma edição mais do que especial.

Outro ponto a ser melhorado nos próximos encadernados é na revisão ortográfica. Principalmente nos textos do apêndice "A Arte de Holy Avenger". Nada que invalide o prazer da leitura mas incomoda quando se gosta muito de um material e vemos que poderia ser tratado com um pouquinho só mais de esmero nesta parte sempre criticada por aqueles que acham que histórias em quadrinhos são um tipo de literatura "menor" - e sabemos que não é...

Embora tenha alcançado um inesperado sucesso de público e crítica na época em que foi lançado e, mesmo que tenha ganho dois prêmios HQ Mix de melhor revista seriada, Holy Avenger não foi bem conduzida em relação à parte comercial da coisa. Vendia? Claro. O público consumia? Sim. Mas o público não tinha produtos relacionados aos quadrinhos para expandir a franquia. Certo, eu sei que saíam vários seguimentos de livros de RPG para jogar no mundo de Arton mas estou falando de coisas para o público não especializado, através de coisas simples como mouse pads, capas para notebook, camisetas, bonés, chaveiros, estatuetas dos personagens (os famosos garage-kits), stickers... Digo isso pois acredito que muitos fãs queriam isso na época e ainda querem. E como haviam muitos ilustradores envolvidos no trabalho de capas, ilustrações internas etc, daria pra fazer coisas bem distintas e somente vistas no material do já consagrado Maurício de Sousa. Mas ele já tá estabelecido há anos justamente por isso. Seus gibis iniciaram a franquia mas, hoje em dia, são apenas uma parte do processo, fazendo com que o licenciamento de produtos relacionados tenham grande importância no compartilhamento da difusão da imagem de seus personagens.

E vamos pensar no mundo digital, senhores. A mudança está aí e é o grande momento de aproveitar a onda. Afinal, é sempre bom alcançar novos públicos falando a língua deles. Além de ser mais econômico do ponto de vista financeiro...

Espero que a editora e os autores envolvidos comecem a se mexer nesse sentido pois, como já disse uma vez, quadrinhos são produtos. E como tem algo visual envolvido no processo, pode ser explorado de diversas formas extremamente vantajosas do ponto de vista comercial da coisa. E quando falamos da parte comercial, enfatizamos também a ida em eventos de quadrinhos e afins. Este produto tem de alcançar novos públicos e chegar à pessoas que talvez nunca tenham ouvido falar dos autores, dos personagens ou mesmo da trama mas que possam, como transeuntes num evento, achar a arte bonita e digna de seu consumo. Com este esforço, acredito que haverá um melhor aproveitamento em relação à custo e benefício...

Quem sabe, após consolidar esse processo, não seja (finalmente!) mais viável fazer um desenho animado inspirado nessa obra? Crowdfunding, talvez? Quem sabe...? #ficaadica

Kal J. Moon espera que esta republicação faça muito sucesso e ainda não acredita com o que aconteceu à Niele...

Ficha técnica
Holy Avenger — Edição Definitiva Vol. 1, por Marcelo Cassaro & Erica Awano.
R$ 59,90 (18,5 x 27,5 cm, 240 páginas)
Clique aqui para comprar



Sobre os autores


Marcelo Cassaro,
roteirista
Marcelo Cassaro começou sua carreira em 1985 como assistente de animação. Em 1989, trabalhou na Editora Abril Jovem como roteirista e desenhista em diversos títulos de histórias em quadrinhos. Foi roteirista e editor da lendária revista Holy Avenger, série de fantasia em quadrinhos publicada por 40 números (e alguns especiais ambientados no mesmo universo), a mais longeva até hoje no mercado nacional e que existe um projeto de adaptação para animação com os personagens da saga. Também trabalhou em Victory, o primeiro título criado no Brasil e também publicado nos Estados Unidos. Criou também o cenário de campanha RPG medieval-fantástico Tormenta. Recentemente, escreve roteiros de Turma da Mônica Jovem (publicado no Brasil pela Editora Panini).

Érica Awano,
desenhista
O trabalho de Érica Awano apareceu pela primeira vez em 1996 na revista Megaman mas a carreira profissional só começou mesmo com a revista Street Fighter Zero 3 (Ed. Trama). Além disso, foi colaboradora nas revistas Animax e Anime Ex, onde ensinava como desenhar no estilo mangá. Seus trabalhos mais recentes em quadrinhos foram a adaptação do clássico da literatura "Alice no País das Maravilhas" (The Complete Alice in Wonderland) para os quadrinhos e outra adaptação, desta vez do game "World of Warcraft". Erica também é Bacharel em Letras e Literatura pela Universidade de São Paulo.  


Animação teste para Holy Avenger - O Filme

[CINEBOOK] "O Hobbit - Uma Jornada Inesperada", de Peter Jackson

Cartaz original
É muito difícil escrever sobre algo que amamos. Principalmente quando se trata de um amor antigo. Afinal, tendemos a parcialidade e isso não é, digamos, conveniente. Assim sendo tentarei ser o mais imparcial, dentro do possível. Se eu me exceder, desde já peço suas escusas.

Quando cheguei em 14/12/2012 no Top Shopping (que fica localizado na cidade de Nova Iguaçu - RJ), achei que iria encontrar o local sendo habitado - ou melhor dizendo, invadido - por magos, elfos, anões, dentre outras criaturas mágicas.

Que decepção.

Haviam pouquíssimas pessoas no lugar que ali estavam para assistir à "O Hobbit - Uma Jornada Inesperada", apesar da fila do cinema estar enorme. Cara, é o dia da estreia do filme do ano (começaram os excessos), primeira sessão e a galera estava comprando ingresso pra assistir ao filme "Amanhecer - Parte II". Em que mundo nós estamos?

Comprei meu ingresso com antecedência e nem teria sido preciso. Na sala, assim que eu e Andreas (vocês irão conhecê-lo em breve) sentamos na poltrona, verificamos que haviam não mais que 20 pessoas pra assistir o filme. De certo modo, isso foi bom pois o assistimos sem aqueles chatos gritando bobagens, rindo em momentos inapropriados (ou melhor dizendo, em momentos sem a menor graça) ou atendendo celular.

Bem, deixemos essa parte triste de lado e vamos pro que interessa.

[Alerta de Spoilers]

O filme começa com Bilbo devaneando sob o fato de não ter contado toda sua aventura a seu sobrinho Frodo. É o dia do aniversário de Bilbo e Frodo, o mesmo dia daquela festa que vemos em "A Sociedade do Anel", quando Bilbo desaparece diante de todo o Condado. Achei que foi uma maneira bem apropriada para fazer uma ligação com a "trilogia" anterior.

Se em "A Sociedade do Anel", Galadriel nos conta um pouco sobre os acontecimentos que levaram à queda de Sauron e ao achado do Um Anel, neste é de Bilbo a tarefa de situar o espectador na história. Ele conta sobre a derrota dos anões e da tomada de seu reino por um dragão chamado Smaug, numa sucessão de cenas que fazem valer cada centavo do ingresso. O esplendor do reino de Erebor, a soberba da raça anã, a beleza da Cidade Lago e até mesmo o alce do Thandruil são retratados de forma consistente com o material mais antigo integrando ainda mais essa nova produção com aquela vencedora de 17 Oscars.

Bilbo e os anões

Quando os anões chegam à toca de Bilbo - a famosa Bolsão - induzidos por Gandalf, é de encher os olhos de lágrimas (exagerando de novo mas é mesmo). Está tudo tão parecido com o que está no livro que parece que as personagens saltaram das páginas à tela. Revelo que fiquei muito preocupado quando vi as fotos dos 13 anões pela primeira vez (assim como muitos dos fãs) e achei que eles não funcionariam. Achava que o Thorin era novo demais, que o Nori era estrelado demais, que o Kili era elfo demais e só tinha ficado satisfeito com o Balin e o Glóin. Mas todo esse temor saurônico foi desfeito ao assisti-los fazendo bagunça, cantando e berrando em Bolsão. Ficou perfeito!

Após Bilbo aceitar o contrato de prestação de serviços para servir como ladrão, o bando parte em direção à Montanha Solitária. Durante a noite, Fili e Kili dão pela falta de dois dos pôneis que faziam parte da Companhia de Thorin. Os dois anões pedem que Bilbo investigue o sumiço dos animais e acaba topando com três trolls (William, Bert e Tom). A luta entre os anões, Bilbo e os trolls é eletrizante e divertidíssima. São tantas coisas acontecendo ao mesmo tempo que é impossível reparar a ação como um todo em uma única sessão de cinema. O mesmo acontece na batalha no reino do Grão-Orc.

Quando Bilbo tem o seu desafortunado encontro com Gollum é que Martin Freeman diz ao que veio. A cena em que ele decide não matar o pobre Sméagol (justificando algo que Gandalf diz a Frodo quando eles estavam nas minas de Moria, no primeiro filme de "O Senhor dos Anéis") é, de longe, a mais emocionante de todo o filme. Confesso que engoli seco, mesmo sabendo o que iria acontecer.

Falando em Martin Freeman, ele é, em minha opinião, o ator que melhor compreendeu uma personagem da raça hobbit. Tudo que Elijah Wood queria ter sido quando interpretou Frodo, Freeman já é. O cara É Bilbo Bolseiro.

Radagast
Outro ator que realmente me impressionou foi Sylvester McCoy. Seu Radagast, apesar da aparência porca e jeitão amalucado, conquistou meu coração. Ficou perfeito e reflete muito do espírito dos livros. É Radagast quem avisa a Gandalf sobre a ameaça de Dol Guldur e o ressurgimento do Necromante (Sauron) e seu assecla mais mortal: O Rei Bruxo de Angmar. Radagast chega a travar uma batalha com o Senhor dos Nazgul, em Dol Guldur.

Thorin Escudo de Carvalho
(Richard Armitage)

Thorin Escudo de Carvalho
também foi brilhantemente interpretado por Richard Armitage. A cena em que a personagem de Armitage vê o próprio avô, Thror, ser degolado por Azog, o orc pálido, deveria render ao ator uma vaga entre os indicados ao Globo de Ouro. Pena que não aconteceu.

Daí pra frente (não vou ficar aqui contando tudo, apesar do alerta de spoiler) nos é apresentado um filme coeso, dinâmico, com algumas piadinhas bem sacadas e que nos deixa com uma vontade louca que o próximo ano passe bem depressa, para podermos continuar a seguir Bilbo e os 13 anões em sua saga.

O filme é espetacular. Isso mesmo, ponto final.

Tudo está certo. O tom do filme fica variando o tempo todo, ora descontraído, ora sombrio, sem perder o timming. A adaptação - tanto do livro homônimo quanto do material selecionado dos apêndices de "O Senhor dos Anéis" - foi feita com maestria e, de certo modo, parece-nos que se eles tivessem optado por adaptar apenas "O Hobbit" poderiam ter feito um filme legal. Mas do jeito como costuraram as tramas que Tolkien tão cuidadosamente nos apresentou nos apêndices que encontramos no livro "O Retorno do Rei", eles aumentaram o nível da parada à quinta potência.

Martin Freeman e Andy Serkis no set

Só dois conselhos: assista em IMAX 48 fps e legendado. Tive que aturar Bilbo falando com a voz do dublador do Adam Sandler. Não ficou legal.

Rock on! (Marlo George)

Se quiser saber mais sobre o universo do livro que inspirou o filme, acesse nossas matérias especiais:

[DIVULGAIL] Lançamento de "Cidades Ilustradas - São Luis" em Sampa!

Antes do fim de 2012 - ou do mundo, vai saber? -, os desenhistas e roteiristas de histórias em quadrinhos Gabriel Bá e Fábio Moon lançarão o livro "São Luís", da série Cidades Ilustradas, da editora Casa 21. Em 2012, a cidade de São Luís completou 400 anos de sua fundação e nada melhor que comemorar com uma história e tanto, hein?.

O evento será em 18/12/2012, à partir de 20h, no Sabiá Bar e Restaurante, em São Paulo.

Maiores informações, cliquem na imagem e sejam felizes, #impressionautas...

[DIVULGAIL] E-Books da Novo Conceito na Gato Sabido!!!

Site da Novo Conceito na Gato Sabido
Olá, #Impressionautas!!!

A Editora Novo Conceito está com um site novo na Gato sabido e lá você encontra todo o  catálogo  da Editora com preços mais do que especiais.


E-Books à partir de 9,90.




Lançamentos da Novo Conceito

Romances da Editora Novo Conceito na Gato Sabido

Romances da Editora Novo Conceito na Gato Sabido

Romance e Fantasia da Novo Conceito na Gato Sabido

Para conferirem o catálogo, cliquem aqui.

[RESENHA] "Esquecer o Natal", de John Grisham

Capa da edição brasileira
(Ed. Rocco)
Sinopse: Nada de árvores, estresse de shopping lotado, despesas sem controle, cartões com mensagem de paz e felicidade. O Natal dos Krank será diferente: no lugar da festa, do panetone, do peru ou das luzinhas piscando no quintal, o plano é fazer um cruzeiro ao Caribe e desprezar qualquer emoção natalina que ponha tudo a perder. John Grisham provoca boas gargalhadas no leitor com essa hilariante fábula de Natal para os tempos modernos.

Ficha Técnica
Esquecer o Natal | John Grisham | 228 páginas
Ficção americana | Editora Rocco | 2002

"- Qual é a ideia?
- A ideia é muito simples. Não fazemos Natal. Economizamos o dinheiro, gastaremos conosco, para variar. Nem um centavo com comida que não comemos ou com roupas que não usamos ou presente que ninguém precisa. Nem um centavo. É um boicote, Nora, um completo boicote ao Natal.
- Parece horrível.
- Não, é maravilhoso. E é só por um ano. Vamos aproveitar, Blair não está aqui. Ela voltará no próximo ano e podemos voltar ao caos do Natal, se é isso o que você quer. Vamos, Nora, por favor. Vamos pular o Natal, guardar o dinheiro e iremos mergulhar nas águas do Caribe por dez dias.
- Quanto vai custar?
- Três mil dólares.
- Então estaremos economizando?
- Perfeitamente.
- Quando partimos?
- Ao meio-dia. No dia de Natal.
Olharam um para o outro por um longo tempo."

Resenha: Lembro-me com carinho do Natal da minha infância. "Uau, já se comemorava o Natal na sua época, tio Kal...?", podem perguntar vocês, caros #impressionautas. Sim e era muito bom. Morávamos numa vila de casas muito semelhante à do seriado "Chaves", em que todos se conheciam, brigavam muito mas, quando acontecia algo a qualquer um de nós, éramos como se fôssemos da mesma família. E, como disse certa vez o Velho Bardo, "os amigos são a família que Deus nos permitiu escolher".

Mas, com o tempo, as coisas mudaram. um dos costumes que sinto falta é a do cartão de Natal. Faz tanto tempo que não recebo um que até me espantei quando uma grande amiga pediu meu endereço para me presentear com esta singela lembrança.

Isso e toda a falsidade que envolve o Natal, com todo mundo ficando "bonzinho" de uma hora para outra, me deixou um pouco constrangido com a data. E quando li a sinopse desse livro, identifiquei-me no ato com o ranzinza Luther Krank, marido de Nora e pai de Blair. Sua filha viajou ao Peru para ensinar crianças pobres a ler e escrever. Por isso, só voltará daqui a um ano.

Luther, por trabalhar na área de contabilidade e ter muita habilidade com números, faz os cálculos de quanto gastou no Natal passado e chegou a uma soma impressionante, mesmo não sendo uma família considerada rica. Isso sem contar o tempo gasto com os preparativos da festa, o estresse e a correria das compras, a quantidade de presentes que se dá e recebe mas que nunca usará na vida... Enfim! Além dele estar muito cansado dessa rotina sem fim, não tem motivo algum para fazer festa, uma vez que sua filha viajou e, à princípio, era o principal motivo para se ter festa todo ano para um monte de convidados...

Inicialmente, sua esposa reluta muito com a ideia. Afinal, é muito estranho alguém pular o Natal, assim, sem mais nem menos. Mas o plano de Luther de viajar e relaxar longe de toda essa confusão de festas de fim de ano acaba sendo aceito, uma vez que até começam um regime para emagrecer e fazem também sessões de bronzeamento artificial para estarem "nos trinques" para a viagem.

O problema maior ficou para a aceitação de seus vizinhos. Quando a notícia se espalhou - e quem mora numa rua onde todos se conhecem sabe que basta dar um espirro diferente para todos ficarem sabendo disso -, foram todos os tipos de acusações. Os Krank estavam tentando ser mais sovinas este ano e economizarão para viajar e não ajudar os mais carentes. Os Krank não querem se misturar. e coisas do gênero.

Confesso que fui lendo e rindo muito do jeito ranzinza mas completamente humano e prático de Luther, além das reações hilárias de sua esposa Nora (este nome é irônico somente no Brasil, hehehe), quase fraquejando à ideia de pular o Natal. Tá, tudo bem. Já iam onze capítulos apenas falando sobre isso, as reações e os preparativos da sonhada viagem, que finalmente estava chegando. E eu, embora achando muito engraçado, já tava me perguntando se era só isso e, ao final, veríamos apenas o óbvio, que seria vê-los contrariar todo mundo e relaxar nas praias do Caribe.

Mas não seria uma história escrita por John Grisham se não houvesse alguma reviravolta espetacular. E isso acontece exatamente no capítulo doze! Luther recebe um telefonema que... Bem, vocês vão ter de ler o livro pra saber o que acontece e como isso pode ser engraçado e trágico ao mesmo tempo. Sério, eu fiquei com pena de Luther e Nora, mesmo rindo muito deles.

E é gozado... A gente começa o livro dando razão aos motivos dele "pular o Natal". Mas, depois do telefonema fatídico e de uma determinada coisa que acontece, entendemos o verdadeiro significado da festa, não para religiosos e afins mas para seres humanos... E é mágico!

Um livro muito bem escrito e que comprei a um preço irresistível - R$ 3 na Feira Itinerante de Livros em Duque de Caxias (RJ), que vai até dia 22/12/2012. Mas como nem tudo são flores, infelizmente a parte da revisão ortográfica do livro deixou a desejar em muitos trechos. Alguns erros grosseiros de digitação e até mesmo erro da grafia do sobrenome dos personagens principais na contracapa do livro mostram que poderia ter havido um cuidado maior nessa parte. Sabemos que existem prazos para se fechar uma edição mas a parte de revisão desta editora sempre foi criticada em diversas obras. E o título nacional é completamente equivocado pois, o tempo todo, a expressão "Skipping Christmas" foi traduzido, no texto, como "pular o Natal" e não "esquecer o Natal". Não acredito que "Pulando o Natal" seja um título ruim ou menos comercial. Além de ser completamente compreensível aqui em nosso país. #ficaadica.

Procurem em sebos ou feiras pois vale a pena. Ninguém vai se arrepender...

Kal J. Moon pulará o Natal este ano pois ainda acredita que o que acontecia em sua infância não voltará nunca mais...

Sobre o autor

John Grisham,
escritor

John Grisham nasceu no Arkansas, em 1955. Formado em Direito pela Universidade do Mississipi, a atividade de advogado influenciou a temática da maioria de seus livros. Desde 1991, é um dos escritores mais lidos dos EUA, com mais de 100 milhões de livros vendidos e traduzidos para 31 idiomas. Vários de seus livros foram adaptados para o cinema. John Grisham vive com a família em Oxford, EUA.





Trilha Sonora: "Christmas is all around"
(Billy Mack - na verdade, o ator Bill Nighy no filme "Simplesmente Amor")

[AIL NEWS] "Agnus Dei" concorre à Prêmio de Literatura Juvenil

Julianna Costa,
autora de Agnus De
Olhem só que notícia boa,#impressionautas! O livro "Agnus Dei - A Idade do Sangue", da autora Julianna Costa, está concorrendo ao Prêmio Glória Pondé de Literatura Juvenil, oferecido pela Fundação Biblioteca Nacional. O título, publicado por nossa editora parceira Grimório Editorial, vem sendo altamente elogiado pela crítica e público.

E nós aqui, da Equipe AIL, estamos na torcida!

Para saber mais sobre o livro, clique aqui em nossa matéria sobre o lançamento... E para saber mais sobre a Grimório Editorial, clique aqui.

Rock on, abração carioca (e palmense), bjins e inté!
Equipe AIL

[ESPECIAL O HOBBIT] Uma Jornada Inesperada pela Música da Terra-média

Em uma de suas mais famosas cartas, a de número 131 da coletânea “As Cartas de J.R.R. Tolkien”, escrita na primavera de 1950 e endereçada a Milton Waldman, o nosso querido professor Tolkien revela que sua intenção ao criar seu legendarium (as lendas da Terra-média) era criar um cenário adulto - apesar de feérico - e que até poderia ser ampliado pelo trabalho de outras pessoas através dos diversos tipos de arte. Abaixo reproduzo parte da aludida carta:
“... certa vez (há muito tempo minha crista caiu) tive a intenção de produzir um corpo de lendas mais ou menos interligadas, que abrangesse desde o amplo e o cosmogônico até o nível do conto de fadas romântico - o maior apoiado no menor em contato com a terra, o menor sorvendo esplendor do vasto pano de fundo - cuja dedicatória pudesse ser simplesmente: à Inglaterra; ao meu país. Deveria possuir o tom e a qualidade que eu desejava, sereno e claro, com a fragrância do nosso "ar" (...); possuiria (se eu conseguisse) a beleza graciosa e fugidia que alguns chamam céltica (apesar de raramente encontrada nas antigüidades célticas genuínas), mas deveria, ao mesmo tempo, ser "elevado", purgado do tosco, digno de uma mente mais adulta, de uma terra há muito impregnada de poesia. Eu delinearia alguns dos grandes contos na sua plenitude, e deixaria muitos apenas situados no esquema, apenas esboçados. Os ciclos deveriam ligar-se a um todo majestoso, e ainda assim deixar espaço para outras mentes e mãos, munidas de tinta, música, drama.”
Com esta importante missiva, o Professor praticamente avaliza que outros artistas possam criar suas próprias visões sobre sua obra. Claro que ele não autorizou ninguém a recontá-la ou ampliá-la através da escrita, por isso, os inconvenientes fan-fics não fazem parte do aval de Tolkien.

Desde a publicação de sua obra mais reverenciada, “O Senhor dos Anéis”, vários foram os artistas que lançaram mão de tentar reproduzir, seja através de ilustrações, canções ou até mesmo do teatro e do cinema, as tradições da imaginária Arda de Tolkien. Dentre os ilustradores, os mais famosos são Alan Lee e John Howe que, além de ilustrarem capas e interiores de diversas edições das obras tolkienianas, chegaram a trabalhar nas recentes adaptações cinematográficas de Peter Jackson.

Dentre os menos badalados citarei os irmãos Hildebrandt e Ted Nasmith, que também já assinaram capas de edições dos livros e calendários de Tolkien. Quanto às adaptações dramáticas do legendarium se destacam os já citados filmes de Peter Jackson, assim como as fracas animações de Rankin & Bass e Ralph Bakshi. Há alguns anos, estreou um musical baseado no livro “O Senhor dos Anéis” que já não está em cartaz.

Apesar de todas as colaborações acima descritas, o tipo de arte que mais teve obras publicadas que foram dedicadas à obra de J.R.R. Tolkien foi o musical e este é o tema da resenha de hoje: a música no mundo de Tolkien. Portanto, prepare-se para viajar por um pouco do mundo feérico das canções tolkienianas.

Das canções de “O Hobbit” e “O Senhor dos Anéis”
Imaginar os instrumentos utilizados, estilos ou influências musicais dos povos da Terra-média é tarefa árdua, uma vez que não existe muita informação sobre tais questões nos livros do Professor. Para termos alguma idéia de como seriam as canções cantadas pelos personagens devemos buscar referências no próprio Tolkien. E só existem, até onde alcança o meu conhecimento tolkieniano, dois meios disponíveis.

O primeiro é uma gravação antiga que garimpei alguns anos atrás na internet. Há algumas décadas, um amigo irlandês do Professor pediu que ele lê-se trechos de “O Senhor dos Anéis” diante de um gravador. Diz a lenda que ele rezou em gótico a oração do Pai Nosso para exorcizar a maquineta antes da requisitada gravação. Se isso é verdade ou não, ninguém pode afirmar, porém existem algumas gravações em áudio onde podemos ouvir o próprio Tolkien recitando versos (tanto em alto élfico como em inglês), lendo passagens do livro e em uma delas, podemos ouví-lo cantando a canção “The Troll”, que nos livros é entoada por Sam.

O estilo utilizado por Tolkien na gravação nos remete às canções folclóricas da Europa, também conhecidas como irish drinking songs.

Donald Swann
O segundo meio disponível é o disco “The Road Goes Ever On” de Donald Swann. Não podemos começar a falar sobre música tolkieniana sem preliminarmente citar o bom, velho e bem aventurado compositor inglês Donald Swann (1923-1994). Em 1967, Swann lançou o álbum “The Road Goes Ever On”, um ciclo de sete canções selecionadas de “O Senhor dos Anéis”. As músicas deste álbum, que tinha o aval do próprio Tolkien (que colaborou escrevendo as frases em tengwar que constam na arte de capa da versão em fita cassete), foram compostas durante os dois anos da turnê “At the Drop of Another Hat” e foi lançado inicialmente, como já informei, com sete faixas: “The Road Goes Ever On”, “Upon the Hearth the Fire is Red”, “In the Willow-meads of Tsarinan”, “In Western Lands”, “Namárïe”, “I Sit beside the Fire” e “Errantry”. A canção “Bilbo's Last Song” foi incorporada ao ciclo quando da segunda edição de “The Road Goes Ever On” e “Lúthien Tinúviel” na terceira edição, que foi lançada em 2002 pela Harper Collins.

Ouvindo o disco (disponível na internet, através do Youtube) vemos que o estilo utilizado por Swann é o clássico, que dá um clima deveras élfico quando combinadas com a leitura dos poemas. Deste modo, podemos concluir que as drinking songs irlandesas e a música clássica certamente fariam parte do legendarium de Tolkien. Porém, como a cultura de Arda é vasta é delicioso poder imaginar que cada uma daquelas comunidades, sejam hobbits, elfos, edain e até mesmo os orcs tenham criado suas próprias tradições musicais, ampliando assim o leque de gêneros musicais que comporiam o mundo tolkieniano.

Tendo em vista este pensamento, iremos agora apresentar algumas bandas, grupos musicais e orquestras que, destemidamente, recriaram os sons de Arda, ou foram influenciadas de alguma forma pela obra em análise. Dividiremos elas em três categorias: a) Tolkienianas, b) Obscuras e c) Famosas. As bandas ou músicos da categoria “Tolkieniana” serão aquelas que mais se aproximam com o que eu acho que ouviria se estivesse realmente na Terra-média. Não me restringirei à bandas que só utilizam instrumentos acústicos (apesar de saber que não existiriam os elétricos pelas bandas das terras do Frodo), pois isso engessaria a lista. As “Obscuras” são aquelas que tem composições inspiradas no legendarium, mas que são pouco conhecidas (pelo menos pela maioria da população) e as da categoria “Famosas”, bem... nem preciso dizer porque pertencem a esta categoria.

TOLKIENIANAS
The Tolkien Ensemble
  • The Tolkien EnsembleFundado em 1995, o grupo The Tolkien Ensemble pretendia ser o primeiro grupo no mundo a interpretar todos os poemas e canções constantes do livro “O Senhor dos Anéis”. Se foram realmente os primeiros a terminar tal tarefa não se sabe, mas em 2005, dez anos após anunciarem a iniciativa, lançaram o quarto álbum do grupo, “Leaving Rivendell”, com o qual concluíram a árdua tarefa de compor, arranjar e gravar todas as canções e poemas do calhamaço tolkieniano. Os álbuns anteriores foram os ótimos “Na Evening in Rivendell” (1997), “A Night in Rivendell” (2000) e “At Dawn in Rivendell” (2002). Em 2006, foi lançado um box com os 4 CD´s intitulado “Complete Songs and Poems”, dedicado à memória de J.R.R. Tolkien. Passaram pelo projeto mais de 150 músicos, entre eles o famoso ator Christopher Lee que, além de narrar alguns trechos do livro, cantou as canções interpretadas pelo ent Barbárvore.
O link pra conhecer um pouco mais sobre o Tolkien Ensemble é esse aqui ó...
  • Anois
Anois

A banda Anois (Agora, em Irlandês) tem, em nossa afetada opinião, as mais belas canções baseadas nos poemas de Tolkien até agora compostas. Veronica Metz, vocalista e compositora da banda tem além de uma voz élfica, um não menos élfico dom para a composição. Lamento que a banda até hoje não tenha conseguido a autorização para a publicação da obra na integra (existem apenas trechos das músicas na internet). Daí que, para ouvi-las só viajando para o velho mundo para um dos raríssimos shows que a banda faz em reuniões da Unquendor (Tolkien Society alemã) ou na Tolk-Folk (festival tolkieniano polonês).



Foram compostas 12 canções para o álbum que foi intitulado apenas como “The Lord of the Rings”, sendo que uma ainda não tem título. As faixas são “Elvenhymn”, “Verse Of The Rings (extended version)”, “The Fall of Gil-Galad”, “Council of Elrond”, “Beside the Fire”, “The Black Riders”, “Frodo's Lament for Gandalf”, “Bregalad's Song”, “Sam's Song in the Orctower”, “Mount Doom” e “The Eagle's Song”. Ouça algumas destas canções através do site da banda.

  • Brobdingnagian Bards
Após o singleTolkien (The Hobbit and The Lord of the Rings)” ter atingidoa marca de 750.000 downloads, Marc Gunn e seus comparsas da Brobdingnagian Bards decidiram compor um álbum inteiro dedicado à obra de J.R.R. Tolkien.
Brobdingnagian Bar

O resultado? Um ótimo álbum para curtir tomando algumas caixas de cerveja com os amigos... “Memories of Middle-earth” é um álbum divertido com canções irreverentes que em muito lembram os bem humorados habitantes do condado. “Like a Hobbit in a Mushroom Field” e “Psychopathic, Chronic, Schizophrenic Gollum Blues” são os destaques. O álbum foi lançado em 2004 e não existe um meio de ouvir o mesmo online e, como somos cautelosos com estes lances de pirataria...
  • Marc Gunn
Marc Gunn
Membro da banda Brobdingnagian Bards, o bardo Marc Gunn mantém alguns projetos paralelos e vem lançando, de forma independente, vários trabalhos, a maioria baseados nas drinking songs irlandesas. Entre estes trabalhos, Gunn lançou “Don´t Go Drinking With Hobbits”.

E, com este álbum, ele respondeu à antiga pergunta: Que tipo de música os hobbits provavelmente ouviriam em uma noitada no Dragão Verde? Com letras de Rie Sheridan Rose e música de Marc Gunn, este é um álbum lançado através da iniciativa dos fãs, que bancaram parte da produção do produto. São ao todo 20 canções para beber, como “A Working in the Garden”, “Scouring the Shire”, “Don’t Go Drinking With Hobbits”, “Said the Horse to the Hobbit”, “Let’s Get Drunk Tonite”, “Everybody Needs a Drinking Song”, “Do You Fancy a Drink?”, “Raise a Glass in Parting”, entre outras. Para mais informações sobre os bardos e Marc Gunn clique aqui .

OBSCURAS
  • Glass Hammer
Dentre as bandas desconhecidas do grande público, o Glass Hammer se destaca. Com os álbuns “The Jorney of the Dunadan” (1993) e “The Middle-earth Album” (2001), a banda progressive americana nos faz viajar para além das montanhas sombrias. O primeiro álbum, que tem um “quê” de ópera rock, conta a história do mais famoso rei de Gondor Aragorn. Os destaques do álbum são as canções “The Song of the Dunadan” e “Why I Cry (Arwen Song)”.
Glass Hammer

O álbum de 2001, “The Middle-earth Album” por pouco não foi o responsável por categorizar a banda em minha lista de bandas tolkienianas. Acho que poucos discos conseguiram, na História, reproduzir autenticamente o clima de um bar como este disco do Glass Hammer. Ouvindo-o você se sente realmente em uma taverna em Bree, sendo servido por Cevado Carrapicho e tendo que aturar os arruaceiros que o freqüentavam. Não tem como não rir quando o bardo manda alguém tirar a caneca de cerveja de um goblin ou quando um dos “bebuns” do recinto puxa um coro de “Ba-lin! Ba-lin! Ba-lin...!”.
  • Battlelore
Battlelore


Banda finlandesa que se auto-intiula como “fantasy metal”. Todos os álbuns da banda “...Where the Shadows Lie” (2002), “Sword's Song” (2003), “Third Age of the Sun” (2005), “Evernight” (2007), “The Last Alliance” (2008) e “Doombound” (2011), são baseados nos contos de Tolkien.






  • Burzum
O nome desta banda de black metal foi retirado do próprio verso do anel na língua negra (Ash nazg durbatulûk, ash nazg gimbatul, ash nazg thrakatulûk agh burzum-ishi krimpatul) e significa “escuridão”. O único integrante do Burzum é o norueguês Varg Vikernes, que se auto-apelidou Count Grishnackh (nome de um orc do legendarium), passou um tempo na cadeia ao assassinar o dono de um selo de metal com 23 facadas em 1993...
Burzum

As influências de Tolkien em sua obra não se resumem ao seu apelido auto-imposto e o nome que deu à sua banda. As músicas “The Crying Orc”, “Em Ring Till Aa Herske”, “Burzum” e “Beholding the Daughters of the Firmament” trazem em suas letras referências explicitas.

FAMOSAS
Existem bandas consagradas que também beberam da fonte profunda e larga do velho Professor Tolkien.

  • Rush
Em seu disco clássico, “Fly by Night”, a banda de rock progressivo Rush fez sua primeira homenagem ao livro “O Senhor dos Anéis”. “Rivendell” é uma canção acústica, tão bela, que automaticamente nos transporta (se você estiver disposto a suspender sua descrença) à casa do Senhor Elrond (onde o Senhor do Escuro não pode entrar).
Rush
Os canadenses conseguiram traduzir em notas toda a atmosfera feérica daquele lugar encantado através desta música. A segunda homenagem veio no ano seguinte, 1975, com “The Necromancer” do álbum “Caress of Steel”, que fala sobre o necromante de Dol Guldur, ou como preferir, Sauron.
  • Blind Guardian
Você achou mesmo que não falaria deles? Claro que falaria! Só não sabia aonde, se aqui, na categoria das bandas famosas, ou na das bandas tolkienianas. Acho que ela fica melhor categorizada por aqui mesmo.
Talvez Blind Guardian seja a banda famosa que mais trouxe influências tolkienianas em sua obra.

Em seu terceiro disco, “Tales from the Twilght World” de 1991, eles nos presentearam com a magnífica “Lord of the Rings”, que trás na letra uma versão diferente do verso do anel. No mesmo ano, eles lançaram o álbum “Battalions of Fear” que trazia, desta vez, três músicas inspiradas em Tolkien: “Majesty”, “By the Gates of Moria” e “Gandalf´s Rebirth”. Em 1992 duas canções, “The Bard´s Song (In the Forest)” e “The Bard´s Song (The Hobbit)” foram lançadas no album “Somewhere Far Beyond”. O álbum “Imaginations from the Outher Side”, de 1995, trazia referências à obra de Tolkien na música-título.

Blind Guardian

Mas foi com o album “Nightfall in Middle-earth”, de 1998, que a banda lançou aquele que é considerado por muitos como o melhor álbum baseado em Tolkien já lançado. Nos moldes de uma ópera metal, o álbum conta parte das histórias do livro “O Silmarillion” (a banda Marillion se chamava “Silmarillion" antes de ser quase processada pelo espólio do Professor), principalmente a queda de Feanor. O Blind Guardian chegou a lançar outra música com tema nas lendas de Tolkien, “Harvest of Sorrow”, do álbum “And Then There Was Silence” de 2001.
  • Led Zeppelin
E fechando com chave de ouro, uma das mais badaladas bandas de todos os mundos (deste e de Tolkien): Led Zeppelin!

Ocultismo, Crowley, Magicka entre outros assuntos eso e exotéricos sempre estiveram presentes nas letras do Led. Porém existem algumas referências à obra de Tolkien em canções de dois dos seus álbuns. “Ramble On” do disco “Led Zeppelin II”, cita Mordor e Gollum em sua letra:
“Mine's a tale that can't be told, my freedom I hold dear.
How years ago in days of old, when magic filled the air.
T'was in the darkest depths of Mordor, I met a girl so fair.
But Gollum, and the evil one, crept up and slipped away with her, her, her....yeah.”

Porém, é no album “Led Zeppelin IV” que as referências são mais explícitas. “The Battle of Evermore” e “Misty Montain Hop” trazem em suas letras, alguns versos inspirados em personagens e cenários presentes no livro “O Senhor dos Anéis”.

Curiosamente, a música mais famosa do Led Zeppelin, “Stairway to Heaven” se encontra exatamente entre as duas canções acima citadas, e, apesar de nunca ter sido considerado que nela existam influências dos livros de Tolkien, muita gente acha que tal canção é sim influenciada pelo mito.

Led Zeppelin

A letra de “Stairway to Heaven” não é fácil de entender. Parece que o narrador está nos contando sobre um sonho ou uma viagem mental e muito do que ele diz parece-nos, à primeira vista, não fazer sentido. Isto bastou para que muitos blogs de fãs postassem suas, geralmente equivocadas, interpretações sobre a aludida canção.

Uns dizem que ela é uma alusão à personagem Galadriel ou ao famoso flautista de Hamelin. Outros dizem que é uma canção satanista. E existem ainda aqueles que dizem que é uma adoração ao deus pagão .

A única estrofe que, para mim, nos remete à Terra-média é a seguinte (apesar de haverem aqueles que advogam de que existem outras):
There's a feeling I get when I look to the west,
(Há algo que sinto, quando eu olho para o oeste)
And my spirit is crying for leaving.
(E meu espírito chora ao partir)
In my thoughts I have seen rings of smoke through the trees,
(Em meus pensamentos tenho visto anéis de fumaça através das árvores)
And the voices of those who stand looking(3).
(E as vozes daqueles que ficam parados observando)
Ooh, it makes me wonder,
(Ooh, isso me faz pensar)
Ooh, it makes me wonder.
(Ooh, isso me faz pensar)
Como podemos analisar, é mencionado na primeira frase aquele sentimento que acometeu os elfos e os fizeram desejar deixarem a Terra-média e irem ao Oeste, às terras imortais. São citados ainda os anéis de fumaça que Gandalf soprava e que eram admirados pelos hobbits. Gosto de pensar que a frase final desta estrofe é uma referência aos ents, criaturas fantásticas criadas por Tolkien.

  • Das trilhas sonoras

Até o presente momento, foram lançadas quatro adaptações cinematográficas baseadas nas obras do Professor Tolkien. A primeira “O Senhor dos Anéis”, de 1978, veio ao mundo pelas mãos de Ralph Bakshi e é um exemplo de como não se deve adaptar uma obra alheia. É um insulto de tão ruim. Além de não terminar e deixar o telespectador com cara de bobo, a história é acompanhada de uma trilha sonora indigna de nota composta por Leonard Rosenman (que entre outros trabalhos, criou a trilha sonora de Jornada nas Estrelas IV – A Volta Pra Casa). Essa você pode passar...

Porém, as duas adaptações “O Hobbit” de 1977 e “O Retorno do Rei”, de 1980, de Rankin Jr e Jules Bass, que foram agraciadas com a trilha maravilhosamente composta por Glenn Yarbrough são indispensáveis, principalmente no que se refere à sua trilha sonora original. Yarbrough criou músicas que já fazem parte da cultura pop (tendo sido inclusive parodiada no desenho animado South Park, o que atesta sua inclusão pop). Dá um pouco de trabalho mas, se você persistir, conseguirá achar estas trilhas na internet. Curiosidade: a canção “Far Over Misty Montains Cold” cantada pelos anões da dupla Rankin & Bass é “curiosamente” parecida com aquela que podemos ouvir no trailer do novo filme de Peter Jackson que irá estrear em 14/12/2012.

Howard Shore
Quando Peter Jackson anunciou que estava filmando a adaptação do “infilmável” livro de Tolkien, “O Senhor dos Anéis”, houve muita agitação na vila dos Hobbits... digo, no fandom tolkieniano. Quem será que vai fazer a trilha sonora? John Williams? Danny Elfman? Yoko Ono (sério, eu li isso...)? Não! Ele acertou em cheio, não trazendo o badalado Williams, nem o inconstante Elfman. Howard Shore foi o eleito para dar sons à Terra-média.
Enya

O trabalho de Shore para estes filmes é maravilhoso. Cada um deles tem um clima e a trilha principal de cada um deles se casa perfeitamente com a trama daquele determinado filme.

Quanto às participações especiais de Enya, Emiliana Torrini (que substituiu Björk na última hora) e Annie Lennox, só podemos dizer que deram um brilho todo especial ao conjunto de canções do filme, principalmente no caso de Enya (que já tinha gravado uma canção chamada “Lothlórien” em seu álbum de 1991 “Shepherd Moons”).

Emiliana Torrini
As trilhas dos filmes de Peter Jackson foram lançadas novamente, desta vez uma versão estendida das mesmas, há alguns anos e você as encontra facilmente, seja em lojas online, seja na do seu bairro, se der sorte.
Annie Lennox

Bem, finalizando, espero que tenham curtido esta pesquisa e que busquem bandas e canções Tolkien-based pela internet. Com certeza, elas os ajudarão a criarem aquela atmosfera élfica enquanto lê a obra do nosso amado Professor Tolkien.

Rock on! (Marlo George)
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...