[RESENHA] "Cinquenta Tons Mais Escuros", de E. L. James

Capa da edição nacional
(Ed. Intrínseca)
Sinopse: Ao concluir que são incompatíveis, Anastasia toma a decisão mais difícil de sua vida: abandona Christian. Mas depois de alguns dias ele aparece com uma nova proposta e ela simplesmente não resiste ao seu "Cinquenta Tons". O problema é que ela percebe que viver com Christian não é tão fácil quanto ela gostaria e que ele traz muita, muita bagagem consigo... 

Trecho:

"- Srta. Steele?
Viro-me e vejo uma jovem pálida se aproximar de mim cautelosamente. Parece um fantasma: tão branca e tão estranhamente vazia.
- Srta. Anastasia Steele? - repete ela, e suas feições permanecem estáticas, embora esteja falando.
(...)
- Posso ajudar? - pergunto. Como ela sabe meu nome?
- Não... Eu só queria ver você - Sua voz é estranhamente sedosa.
(...)
- O que você tem que eu não tenho? - pergunta, com tristeza” 



Resenha: Em 16/09/2012, terminei de ler "Cinquenta Tons de Cinza" e fui direto à internet comprar a continuação do livro. Vi a promoção do desconto comprando os dois últimos volumes juntos e cliquei. Depois da confirmação do pagamento, tive um grande insight: o terceiro livro da trilogia só sairia em novembro e eu teria que esperar para que me enviassem os dois juntos!

E então, no dia 10/11/2012, acordei com a notícia: meus livros chegaram! Peguei ávida a caixa mas logo a minha ficha caiu: eu teria que trabalhar no sábado e não poderia devorá-los. Olhei pra eles com um beicinho típico de Anastasia Steele e disse para mim mesma: "Tudo bem, Rhoden, você esperou dois meses. Pode esperar mais algumas horas". Cheguei do trabalho às 18 horas. Fiz um lanche, tomei um banho e, por volta das 18h40 peguei o segundo volume da trilogia: "Cinquenta Tons Mais Escuros". Às 3h30 da manhã, meus olhos já não conseguiam mais ficar abertos, nem por um decreto. À contragosto, larguei o livro - na página 220 - e fui dormir. Meio-dia de domingo. Escova de dentes, xícara habitual de cappuccino e livro. Entre algumas pausas para almoço, lanche e banho, às 22h, concluí as 485 páginas.

Dá pra imaginar que gostei do livro, né? E que superrecomendo! Bem, eu gostei. E, claro, recomendo, afinal de contas, é a continuação do perfeito livro anterior e um elo até o "Cinquenta Tons de Liberdade". Mas a verdade é que achei este segundo livro mais... "Sabrina".  


"- (...) Eu sei. Eu sei o que você sente por mim.
Ele me olha, os olhos arregalados e em pânico, e tudo o que podemos ouvir é o fluxo contínuo da água que flui sobre nós no chuveiro.
- Você me ama - digo.
Seus olhos se arregalam ainda mais, e sua boca se abre. Ele inspira fundo, como se tomasse fôlego. E parece torturado, vulnerável.
- Sim - murmura. - Amo"

Ok, vamos lá.

A história começa com Anastasia sofrendo por ter deixado Christian. E, então, usando como desculpa a exposição de fotografias de José - amigo de Ana -, Christian e ela se reencontram. Ele também está sofrendo e faz um novo acordo com ela, difícil de resistir.

(Francamente: QUEM RESISTIRIA???)

Sem querer entrar em detalhes... Mas o novo acordo de Christian envolve o que ele chama de "sexo baunilha". E podemos tirar uma maçante parte da história em que Ana fica se perguntando se pode exigir isso dele. Mas Christian parece determinado. Neste livro, ele finalmente diz a ela que a ama e que vai fazer tudo para que ela nunca o deixe novamente. Eis a razão pela qual o livro fique "Sabrina". Grey continua sendo o CEO de sempre: mandão, arrogante... Mas está extremamente gentil e romântico. As discussões com Ana existem,  claro. Mas ele está mesmo disposto a ficar com ela e cede, deliberadamente. O livro não fica chato de ler porque Ana, apesar de estar naquele modo totalmente apaixonada e derretida por aquele homem (de novo: QUEM NÃO ESTARIA??), não é uma personagem maçante. Ela continua interessante de ler, mesmo sendo mais melosa. E Christian é agora um homem de pura emoção, apaixonado.

Quando vi que o livro tinha 485 páginas, comecei a imaginar o que um romance poderia ter para preencher essa quantidade toda de páginas. Quero dizer: é um romance! Duas pessoas se conhecem, se apaixonam, têm um certo conflito, superam e vivem felizes para sempre. E eu tinha certeza que não seriam apenas as sessões tórridas de sexo...

Então, devo confessar que fui pega de surpresa. Bem, não gastei muitos ATP's pensando mas não imaginei que Ana tivesse que lidar com as mulheres do passado de Grey. Seria bem óbvio que "Mrs. Robinson" - não quero me estender muito sobre ela para evitar spoilers, apenas dizer que foi a mulher que introduziu Christian ao BDSM - apareceria na história mas não sei se gostei exatamente do formato. Quero dizer, Mrs. Robinson aparece, conquista minha simpatia, me faz achar que Ana é uma exagerada e que Christian está sendo injusto, mas, ao final da história, o enredo simplesmente... Desanda! Pensei ter sido um gancho para o terceiro livro mas não é exatamente isso. Falarei mais na próxima resenha... 

Também descobrimos, afinal, o motivo pelo qual Christian estava preocupado e arrancando os cabelos em no livro anterior e o porquê de seu alívio ao ver Anastasia. Eu também estaria arrancando os cabelos se fosse ele. Possivelmente tomaria as mesmas atitudes e devo dizer que as reações dele são genuínas e que as engoli perfeitamente. O que me desapontou e o que realmente me deixou triste, foi  a chave que desencadeou tais eventos. A melhor palavra é: patético. E isso me lembra que esta não foi a única coisa que me deixou chateada nesta segunda parte da história. E. L. James usa aqui um recurso que muitos autores se aproveitam quando a situação é forçada demais: ao perceberem que estão subestimando a inteligência do leitor, fazem com que os próprios personagens digam isso, numa tentativa de absterem-se da culpa de sua falta de criatividade. Senti-me totalmente subestimada num determinado trecho da história, onde todos começam a levantar perguntas cujas respostas são óbvias e, ao final, quando a história se concretiza, Christian afirma ter pensado nisso, tomado providências para evitar o ocorrido e se sente arrasado por não ter sido o suficiente – dentre outros fatos. Tudo bem, foi  apenas um trecho... Mas o fato é que, mesmo tendo me sentido desapontada assim, esperava que houvesse alguma utilidade para aquele enredo no meio do romance e, como terminei este livro sem uma resposta, transferi minhas expectativas ao próximo.

Neste volume, finalmente ficamos sabendo o segredo de Christian...

"- Que segredo é esse que você acha que vai me fazer fugir daqui correndo? Que faz você ter tanta certeza de que eu iria embora? - imploro, a voz trêmula - Conte para mim, Christian, por favor...
(...)
- Ana... - Ele para, procurando as palavras, as feições atormentadas... Aonde vai com isso?
Ele inspira fundo e engole em seco. - Eu sou um sádico, Ana.
(...)
- Você disse que não era sádico - sussurro, tentando desesperadamente entender... criar uma desculpa para ele.
- Não, eu disse que era Dominador. Se menti para você, foi uma mentira por omissão. Me desculpe"

Até aqui, qualquer pessoa consegue imaginar que Christian era, sim, um sádico, mesmo dito que não em "Cinquenta Tons de Cinza". Mas, entre esses trechos que eu omiti, ele conta, finalmente, as raízes de toda a sua perversão. O momento mais esperado até ali, o que deixava os leitores com as entranhas contorcidas só de imaginar o quão escabroso é o tal segredo. A cena é intensa. Pesada, eu diria. Mas o tal segredo... O tal segredo me fez pensar sobre mim mesma. Será que sou uma pessoa mais durona do que pensei? Insensível, talvez? Ou será que sou mesmo uma tonta que não conseguiu assimilar o verdadeiro "x" da questão? O fato é que eu esperava algo muito mais... Chocante! Francamente, o motivo daquilo tudo é totalmente previsível! Qualquer um poderia suspeitar lendo o primeiro livro ou até mesmo lendo o prólogo de "Cinquenta tons mais escuros", que retrata uma pequena cena da infância de Christian.

Mas vamos às coisas boas! 

É bacana frisar que aqui é possível identificar claramente os elementos do clássico "A Bela e a Fera". A transformação de Christian, a superação de seus medos... Ele finalmente deixa Anastasia tocá-lo em uma cena linda e emocionante que arrancou lágrimas dos meus olhos. A cena do batom, do banho de espuma... Tudo muito, muito lindo e cheio de emoção - voltada para mulheres, claro. E, tendo isso em mente, dou nota 10 a Mrs. James nessas descrições.

As conexões com a saga "Crepúsculo" também se tornam muito mais claras aqui. Os personagens são deliberadamente parecidos! Até mesmo situações mais forçadas, como, por exemplo, o pai de José (que seria Jacob) ser um ex-companheiro de exército de Ray (que seria Charlie) e agora os dois são "melhores amigos". Além dos romances melosos entre Elliot (irmão mais velho de Christian) e Kate (melhor amiga de Ana) e Mia, (irmã caçula de Christian) com Ethan (irmão mais velho de Kate). Enfim... Sem comentários! 

Em relação à escrita, ela continua no mesmo estilo: fluída, sem grandes dificuldades, uma leitura fácil e condizente com a realidade da juventude da narradora-personagem. E não entendo o porquê de tanta ênfase no "livro mal-escrito". Não achei nada disso, muito pelo contrário! Repito que a autora foi extremamente bem-sucedida escrevendo um livro que me convença de que uma jovem de 21 anos está contando toda a história. Ouvi algumas pessoas criticando os diálogos repletos de "Ah" e e-mails perguntando "como está sendo seu dia?", mas achei tudo bem realista. Diálogos entre pessoas reais são repletos de "Ah". E, quando você está apaixonado, é mais do que normal mandar e-mails ou SMS apenas dizendo um "Oi". Não sei mas eu gosto desses detalhes que me fazem achar que as coisas estão realmente acontecendo e esquecer que são frutos da imaginação de alguém. Também foi muito bom observar que a deusa interior de Anastasia e seu inconsciente chato estão novamente presentes a cada momento e que os e-mails que Ana e Christian trocam trazem, também, boa dose de humor à história.

O livro se passa em uma semana, basicamente. E há uma descrição detalhada sobre cada momento da vida da protagonista. Eu gosto disso. Parece que estamos mesmo vivendo a vida dela. É mais ou menos como jogar The Sims: o tempo só corre quando ela está dormindo ou em reuniões de trabalho, já que ela é promovida após um acontecimento e tanto...

(Bem, não posso revelar. Só posso dizer que Ana superou aquilo rápido demais para o meu gosto. Entendo que ela seja uma mulher forte mas qualquer pessoa se abalaria diante do que ela passou naquela semana. E é impressionante como nada disso mexe com sua libido. Neste momento, sim, estou sendo irônica, afinal, aquilo me pareceu um tanto irreal...)  

As cenas de sexo estão bem - mas beem - mais românticas nessa parte. Embora Christian faça algumas coisas mais "sacanas" de vez em quando e os lugares sejam mais variados. É tudo o que vou dizer. Afinal, repito: a trilogia "Cinquenta Tons" é uma história de amor.

Aqui, também podemos perceber o quanto Anastasia está muito mais segura em sua pele, mais consciente de seu poder de sedução, de sua "deusa interior" e do que ela é capaz de provocar nele. Está mais madura, embora, tenham se passado apenas cinco dias entre os acontecimentos o livro anterior e este. Mas, tudo bem. A gente engole. Afinal, o sofrimento amadurece, certo? E, não sei se é uma impressão minha, já que li o primeiro da trilogia há dois meses, mas achei que teve mais sexo neste livro. Aliás, mais "love making"... Christian está apaixonado. E derretido!


No geral, gostei da história. Por se tratar de uma trilogia, eu não esperava muita coisa pois o segundo volume é, geralmente, um elo entre o primeiro e o terceiro. Fiquei surpresa com alguns acontecimentos e frustrada com outros. Mas recomendo e desafio você a largá-lo até terminá-lo...

Beijo grande e até a próxima! (Stef Rhoden)


Ficha Técnica
Título: Cinquenta Tons Mais Escuros
Autora: E. L. James
Ed. Intrínseca | 2012 | Brochura | 485 páginas



Trilha Sonora: "Possession", Sarah Mclachlan
(canção que Christian põe no Ipad que dá de presente a Ana)

17 comentários :

  1. Oi, Téfinha... Dessa vez, não fiquei propenso a ler este volume como o anterior, nem mesmo por curiosidade... A culpa não é de sua resenha, bem escrita e completamente sincera, apontando altos e baixos. Mas sim desse tipo de literatura brincalhona que nos diverte num momento para nos desapontar em seguida...

    Mas fiquei curioso: o que diabos é "love making"?? (KJM)

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    Respostas
    1. "love making"= forma de amar...He liked her love making". Como ja falei antes, vou ter que conferir. Ja deixei o pedido na minha Biblioteca local, mas desconfio... de repente, vai ser o aspecto psicologico dos tais contratos e o porque de enveredar por essa estrada sera o que vai me interessar. Mas, se no final tudo fica mais doce,e amor de verdade vai consertar a mente perversa do tal fulano... ai isso sim me interessa.

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    2. Vera... É EXATAMENTE o que acontece!

      Em "Cinquenta tons de cinza", nós somos apresentados ao Christian e à sua forma de ver o mundo e o sexo. Ele está interessado apenas em sexo BDSM, onde ele é o Dominador e quer um contrato para garantir a segurança, a saúde e as preferências de suas Submissas. Por exemplo, ele exige que elas durmam 7 horas por dia, que se alimentem bem e de frutas, que façam exercícios... Além da palavra de segurança, mas não quero me estender aqui. Você tem que ler... :D

      Durante todo o primeiro livro, ele tenta fazer Anastasia assinar. Tudo porque só quer que ela queira ser submissa a ele, no mundo dele. Mas ainda no primeiro livro, dá pra ver o quanto ele fica perdido ao ver que ela não está pronta para ser sua Submissa... E o quanto ele gosta disso. :x

      Então, agora, em "Cinquenta tons mais escuros"... Como eu disse na Sinopse, depois que os dois terminam tudo e percebem o quanto suas vidas estão sem sentido, Christian assume que a ama e está mais doce. Inclusive, manda a Anastasia rasgar a papelada já nas primeiras páginas. O problema aqui é só que ele acaba revelando o segredo dele e ela tenta lidar com isso. Além de questões não resolvidas do passado dele.

      É uma história de amor. De cura através do amor... Por isso eu acho que você gostaria, sim. Mesmo, talvez, torcendo o nariz no primeiro livro. Mas a partir do segundo... Acho que você também se apaixonaria. :)

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    3. Mr. Moon... Vera já respondeu... Até melhor do que eu poderia.

      Obrigada pelo elogio à resenha, mas acho que se você não ler o primeiro livro, de forma alguma leria o segundo. Ele se remete totalmente à ele, a história começa, praticamente, cinco dias depois do último. E, como eu disse, NUNCA espere muita coisa do segundo livro/filme de uma série. Ele é só "encheção" de linguiça. :D

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    4. Espero sim... Afinal, TDK é bem superior a BB e TDKR, hehehe... Mas voltando... Quando eu disse que não leria o segundo, seria no caso de já ter lido o primeiro... Até mesmo para entender, não faria muito sentido ler o segundo sem o primeiro...

      E obrigado pela resposta! Aposto que um monte de gente na plateia ficou com a mão abaixada mas tava cheia de dúvida tb... (heheh)

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  2. Grrr segunda tentativa de postar comentario

    love making = forma de amar/ He likes her love making.
    Mas foi que ja disse sobre esse tal romance... contratos e forma complexas e pouco espontaneas de amar não fazem minha cabeça. Desconfio que o aspecto psicologico do drama pode ser interessante. Mas se no livro 2 o rapaz vai ficando menos perverso e no tres ele é pura manteiga açucarada derretida, ai ja é outra historia. Ja pus o pedido na minha biblioteca... vamos conferir.

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  3. Eu vi algumas feministas reclamando desse livro...

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  4. Ok, vc me pegou nessa, Kal. Preciso concordar com você sobre TDK. Então, posso corrigir minha frase para:

    "E, como eu disse, não espere muita coisa do segundo livro/filme de uma série. Ele GERALMENTE é só "encheção" de linguiça, com raríssimas exceções".

    Melhorou??
    :D

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  5. Sim, Larissa... Eu li sobre isso. Ainda não tive nenhum contato com uma feminista e não posso falar por todas. Mas, tomando por base o que eu li na internet e generalizando descaradamente, posso dizer que ou elas não leram o livro ou não entenderam nada da história.
    De forma alguma o livro encoraja a violência contra a mulher. Em todos os momentos, incluindo em que Christian está mais ameaçador e Anastasia amedrontada, ele deixa muito claro que quer que ela queira sentir dor e no limite dela. O controle total é dela. E isso fica extremamente claro na história. Além disso, como falei na resenha de "Cinquenta tons de cinza", as palmadas dele têm cunho sexual.
    Não há, absolutamente, uma linha no livro que dê para comparar Christian com esses caras que acham que mulher merece apanhar... E olha que eu me considero feminista... hehehehe...

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  6. Melhorou, sim... Um pouco, claro... Mas é complicado... Ainda defendo que este livro não foi feito pra homem ler... Ele pode até ler e acabar gostando pelo prazer da leitura em si mas o alvo, em minha opinião, ainda é a mulher... (KJM)

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  7. Tudo bem, Kal... Respeito seu ponto de vista, mas continuo sustentando que o foco é quem gosta de romance. Seja homem ou mulher. :D

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  8. é o que vivo dizendo Stéf!!! mas...cada um com o seu cada um kkkkk fazer o quê, né?!rssss

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  9. ops não me indenfiquei... (Mac Batista) rssss

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  10. Gostei da sua resenha. Mas a minha opinião foi bem diferente da sua: Eu detestei o livro. Apesar de alguma partes um pouco emocionantes e do mistério sobre a ex-submissa, achei o livro lento demais e muito repetitivo. As semelhantes com Crepúsculo estão realmente mais evidentes. Mas eu percebi que Christian tem algumas características de Tony Stark. rsrsrs

    Bjos
    Juliene Farnez
    http://entrereaiseutopias.blogspot.com.br/

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  11. Tony Stark?? hahahaha... Vou ter que ler de novo pra ver se faço conexões com o Homem de Ferro.

    Bem, este livro é realmente mais monótono, justamente pelo romance, mas fico triste por vc ter "detestado"... Mas espero que o próximo tenha te compensado.

    Beijao!

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  12. Renata Karla15 fevereiro, 2013

    Me vi descrita por você!

    50 tons mais escuros: surpreendente!!!!

    Tenho de discordar de você em um ponto Stéf,
    Em momento nenhum Mrs. Robinson conquistou minha simpatia!
    Mais fácil Leila me comover do que Mrs. Robinson me conquistar!

    Claro, concordo com sua opinião sobre Ana ser exagerada,
    Mas como eu me conheço e sei que sentiria a mesma coisa que ela,
    As atitudes dela, refletem exatamente o que eu teria feito!

    Acho que é isso, a relação deles é muito simples, é algo que acontece mesmo, as besteiras que vem com a intimidade,
    Amo a troca de emails, me acabo de rir as vezes!
    É uma relação com que nos identificamos, ou pelo menos todas desejamos nos identificar!

    Eu acho a história tão bem desenvolvida quanto no primeiro!

    Não comentei em sua outra resenha meu pensamento sobre o filme,
    Não acredito que vão atingir metade do que pode-se ter com o livro,
    Não sei se vão conseguir passar a intensidade da historia, expor tão bem o tema, ser fiel.
    Ou vão cortar e/ou censurar metade da historia, ou vão ter de fazer um pornô!

    Ahh!!! ele tem pontos do Tony Stark mesmo, rs!
    Só aumenta o charme dele...

    Vou aguardar o filme, mas não acredito que vá ser tão bom!

    Cade a resenha de "Cinquenta tons de liberdade" ?

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  13. Oi, Renata...

    Ah, eu gostei da postura dela. Por isso ela conquistou a minha simpatia. E eu já não gostei da Leila. hehehe...
    Novamente, pessoas diferentes com opiniões diferentes... :)

    A troca de e-mails, pra mim, são as partes altas do livro. Adoro a forma como eles se escrevem, como ele assina... hahaha... Hilário!

    Sobre filme, concordo. Não vai ser como o livro, não vai passar muita coisa. Mas eu espero que a roteirista e o diretor façam mais do que um filme pornô. Honestamente!

    Em breve sai a de "Cinquenta tons de liberdade"... A vida tá meio corrida, mas chegarei lá!!

    Beijão!

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