[5 PERGUNTAS] AIL entrevista Marcelo Cassaro & Erica Horita [ATUALIZADO]

Arte da capa da 1ª edição
por Erica Horita
Um roteirista. Uma desenhista. Um universo de aventuras e magia. Um outro país. E nada mais será o mesmo. Sim, estamos falando de Marcelo Cassaro, eterno criador da saga Holy Avenger, e de Erica Horita, criadora de Ethora. Eles tiraram um tostão de seu tempo para ter uma conversa rápida com nosso blog e contar sobre a carreira, "crowndfunding" - muito em voga atualmente - e sua mais nova empreitada em mangá: "Hero Party" (revista que será lançada em outubro nos EUA).

Cinco perguntas e um objetivo: tudo ao mesmo tempo agora! Sente-se, tome um suco de manga (sacaram?) e aproveitem a estadia... Hey, ho, let's go!!!

Para saber mais sobre o projeto, clique aqui no site oficial.
Para colaborar, clique aqui.


[ATUALIZAÇÃO] O autor Marcelo Cassaro informou via Twitter que a  iniciativa crowdfunding de "Hero Party" alcançou o valor estipulado e ultrapassou-o! E conforme anunciado nas regras: "Caso as doações excedam a meta original, esse orçamento será destinado a futuras edições de Hero Party, ao pagamento pelo trabalho dos artistas, e despesas adicionais. Além disso, se a meta original for ultrapassada em $7,000 ou mais, haverá uma edição de luxo com capa dura e extras para doadores que contribuíram com $100 ou mais". Como faltam ainda 19 dias para o término do prazo, as colaborações ainda podem ser realizadas no link acima, ok?
[FIM DA ATUALIZAÇÃO]

1) Quando vocês decidiram encarar o desenho e a arte de contar histórias através de quadros, balões e expressões como profissão?
Erica Horita: Sempre gostei de desenhar, desde pequena! Mas o desejo de desenhar quadrinhos veio quando eu comecei a ler mangás antigos de minha mãe e mais tarde depois de conhecer artistas nacionais, tais como Erica Awano, Gislene Mayumi, Daniel HDR, Marcelo Cassaro, entre outros. Eles me inspiraram e me ajudaram muito!

Página já finalizada
(arte de Erica Horita)
Marcelo Cassaro: Desde muito cedo, eu lia quadrinhos. Primeiro, Turma da Mônica e Disney, mais tarde super-heróis, até aprender inglês e começar a ler mangás publicados nos EUA. Lembrando agora, é estranho, mas acho que nunca pensei em fazer outra coisa - desenhar quadrinhos parecia natural. Nenhuma outra carreira nunca me passou pela cabeça. Claro que acabei me envolvendo com trabalhos parecidos, como redação e animação, mas quadrinhos sempre foi o que eu mais quis fazer.
2) Por que aderir, nesse momento, ao "crowdfunding"?
Cassaro: Foi ideia da Horita, pergunte a ela, heh! Mas comecei a acompanhar alguns projetos e estou impressionado com os resultados. Valia a pena tentar.

Horita: Este é um projeto independente. O 'crowdfunding' é uma maneira rápida e simples para arrecadar fundos para impressão e outros gastos. Ótimo também para divulgar seu projeto à comunidade.


3) Acredita que este "movimento" seja o futuro bem presente da auto-publicação no Brasil e no mundo?

Horita: Eu acredito que sim. É uma opção para quem está pensando em publicar independentemente e não possui fundos para o projeto. Espero que esse movimento cresça e dê oportunidade para mais artistas.

Cassaro: Ainda entendo pouco do assunto. Mas parece uma forma a excelente de levar projetos diretamente às pessoas que gostariam de vê-los realizados, sem interferência ou mediação da indústria.
Página já finalizada
(arte de Erica Horita)
4) Podem nos contar um pouco sobre a história e os personagens de 'Hero Party'?

Horita: 'Hero Party' é uma história de fantasia estilo RPG criada pelo Marcelo Cassaro, que já tem muita experiência no ramo!  A idéia é ter uma história simples e divertida que possa ser lida por pessoas de qualquer idade. Acredito que o Marcelo possa contar um pouco mais sobre a história e os personagens!

Cassaro: É uma brincadeira com os arquétipos básicos dos grupos de RPG, tanto de mesa quanto online. No jogo, um grupo de heróis sem uma composição equilibrada desses tipos fica em desvantagem. Então, no mundo de Hero Party, essa formação foi transformada em lei: as entradas conhecidas das masmorras são lacradas e vigiadas, e apenas equipes certificadas pela coroa podem entrar. Para ser certificado — ou seja, ser um 'Hero Party' —, um grupo precisa ter membros em todos os papéis principais: Defender, Healer, Striker e Wizard.



5) Por que direcionar este produto específico pro exterior ao invés do Brasil? Tem algum motivo específico?

Horita: Eu moro atualmente nos EUA e a intenção é de lançar o quadrinho durante o NYCC (New York Comic Con) em outubro deste ano. Estaremos enviando uma versão PDF em português para todos os doadores do Brasil e quem sabe, futuramente, lançar um encadernado no Brasil. :)

Cassaro: Para atingir um maior número de leitores, claro. E também por ser algo inédito, sem ligação com Tormenta e outros trabalhos nossos publicados aqui. Mas a história terá versão em português também...


Na ordem: um gigante, Binder, Brigandine, Faye e uma gênio

Marcelo Cassaro
Sobre os autores

Marcelo Cassaro
começou sua carreira em 1985 como assistente de animação. Em 1989, trabalhou na Editora Abril Jovem como roteirista e desenhista em diversos títulos de histórias em quadrinhos. Foi roteirista e editor da lendária revista Holy Avenger, série de fantasia em quadrinhos publicada por 40 números (e alguns especiais ambientados no mesmo universo), a mais longeva até hoje no mercado nacional e que existe um projeto de adaptação para animação com os personagens da saga. Também trabalhou em Victory, o primeiro título criado no Brasil e publicado nos Estados Unidos. Criou também o cenário de campanha RPG medieval-fantástico 'Tormenta'. Recentemente, escreve roteiros de Turma da Mônica Jovem (publicado no Brasil pela Editora Panini).


Erica Horita




Erica Horita
começou
desenhando e distribuindo suas próprias histórias em quadrinhos em convenções por todo o Brasil, ganhando muitos prêmios tanto locais quanto nacionais. Estudou Design Gráfico e abriu sua própria editora, publicando e distribuindo Ethora, uma série em estilo mangá que durou 08 edições. Ela também trabalhou como artista freelancer em várias editoras internacionais. Horita também fez muitas ilustrações baseadas em 'Tormenta'.


14 comentários :

  1. Marlo George17 agosto, 2012

    Mais do mesmo. Queria saber por que cargas d´água esse povo enche a página com quadrinhos sem cenários. Quando tem, é um por página.

    Vamos esperar pra ler e ver se dessa vez o Cassaro acerta no roteiro e se a Horita não torna tudo tão artificial com seu traço, digamos, burocrático.

    E só pra deixar a dica: No dragon boob´s, please... OK!

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  2. Não sei... Não achei mais do mesmo. Gostei do conceito mas claro que só posso comentar mais a fundo quando ler a história... Tb não acho o traço burocrático. Acho-o comercial. E como será lançado lá fora, isso é pré-requisito primordial. Pelo visto, tem agradado pq o projeto já está quase alcançando o objetivo em muito pouco tempo no ar... "Dragon boob"? Como assim?(KJM)

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  3. Marlo George17 agosto, 2012

    Cara, que este projeto vai agradar todo mundo já sabe. Vagabundo adora paparicar essa gente, que continua errando nas mesmas coisas de sempre e não aprende. É uma paparicação em nome do sonho de se ter um mercado de quadrinhos brasileiro, coisa que eu, e você (falo por você mesmo)sabemos que não vai rolar nunca.

    Esse lance do cenário, por exemplo, é uma delas. A coisa mais feia de Holy Avenger está se repetindo nas duas páginas que você postou. Cadê o cenário? São personagens fazendo pose num fundo branco, metendo o carão na cara do leitor e o fundo alí, alvo como um lençol tratado no amaciante.

    Na boa, cara, compare com o que é feito, direito, lá fora que essa sua teoria de que isso ou aquilo é comercial cai por terra. Está muito aquém do que os gringos fazem.

    E quanto ao traço dela, este (na minha opinião) não é ousado, nunca foi e pelo jeito, espero que não, vai continuar na mesma.

    Dragon´s Boob, se não entendeu vá ler Cassaro. Eu li, e leio. por isso posso me indignar com certas paradas.

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  4. Peraí... Vamos com calma... O projeto é para ser publicado, primeiramente, no exterior. Ponto. Os brasileiros estão colaborando, sim, mas lá fora o pessoal também. Ponto. O traço é comercial, sim. Nem tem como comparar com o que é publicado lá fora mas se o povo está pagando pra ver o material impresso, sim, ele é comercial pq comercial é o que consegue ser vendido e consumido. Ponto. Eu nunca disse que o traço era ousado. Mas não acho que o projeto em si precise de ousadia no traço. Não vi nenhum dos brasileiros que publicaram lá fora ter elogio pelo traço ter sido ousado mas sim por contar a história visualmente de forma satisfatória e honesta. Não à toa, brasileiros ganharam o Eisner e outros prêmios internacionais sem desenhar super-heróis ou europeu ou mangá. Desenharam o q sabem e conseguiram. Ponto. Do Cassaro, só li Holy Avenger (os encadernados) mas não me lembro disso pq faz algum tempo. Mas se Hero Party vai, pelo menos, divertir, já será benvinda. "Boas histórias em quadrinhos são como boas canções de rock de três minutos", já dizia Neil Gaiman. (KJM)

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  5. Marlo George17 agosto, 2012

    Em primeiro lugar ponto é na macumba. Cara, Holy Avenger tem quantos anos? Uns 12? É por aí... Ethora, também já é bem antigo. Daí que se a galera quer mais do mesmo ou não é exigente é uma coisa, mas se o artista e, ou, quem o dirige na arte não evolui, é outra.

    Não tem como comparar com os lances gringos pelo simples fato de ser bem inferior. Se brasileiro ganha prêmio caôzeiro, paciência (esses tais prêmios, todos eles, eu não respeito e você conhece minha posição sobre isso). Agora, não é porque uns e outros foram premiados por obras sem nenhuma criatividade, sem um tempero, sem novidade, que seus sucessores devem repetir a fórmula. Chega de mesmice, eu quero ver novidade. De velho já chega eu.

    Não que eu já esteja prevendo que a obra citada na matéria vá ser horrorosa, não lemos ainda. Sinceramente espero que supere minhas expectativas.

    A citação do Gaiman foi bem apropriada, como ele disse "BOAS" histórias em quadrinhos....

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    Respostas
    1. Quando citei os tais prêmios, não falei dos que são dados aqui no Brasil mas sim os de lá de fora, onde a concorrência local é tamanha e só se sobressai mesmo quem é bom... Tivemos alguns brasileiros recebendo prêmios como Eisner Awards por um trabalho merecido. Nenhum deles ganhou por "tapinha nas costas". Todos lutaram e se esforçaram de verdade para estar onde estão atualmente.

      Vc tem sua opinião. Tem todo o direito de defendê-la. Mas daí a achar que ela é a suprema verdade... É um pouco de exagero de sua parte. Nenhum autor precisa ser Tolkien, C. S. Lewis, Gaiman, Moore, Bendis ou qq outro pra se sobressair. Basta ser honesto e fazer o seu melhor naquilo em que é especialista. E se isso for uma aventura medieval bem humorada, simples e objetiva, vai fazer sucesso. Quer vc queira, quer não. Já parou pra pensar que de repente é isso que falta nas hqs atuais? Um pouco de diversão não faz mal a ninguém... (KJM)

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    2. Marlo George27 agosto, 2012

      Mas achar que a minha opinião é a suprema verdade, não é defendê-la? E eu sou exagerado. Não peço que ninguém seja Tolkien ou Alan Moore, só peço que o camarada trate o projeto, principalmente se o projeto é independente, com um pouco de independência. Recriar o que era exigido pelo mercado formal no independente é dar tiro no pé. Sempre lutamos por quadrinhos independentes, com novas idéias, sem amarras e tal. Daí que o cara, que tem público, que pode vender e tem a oportunidade de ousar (afinal, nesse tal de 'crowdfunding' a parada já está paga), lança um mais do mesmo, no mesmo formato exigido pelos editores (que nada entendem de quadrinhos, e é por isso que hq no Brasil não rola)... Sei lá. Acho que se for assim (ainda não lemos o dito cujo)é ser vendido demais. É como vestir uma camisa com um stencil de "Punks don´t die!" e ouvir Restart.

      Além do mais, mais do mesmo é foda!

      Este projeto já vai dar certo, não por ser divertido, mas por outras razões já citadas. Se é divertido ou não, whatever, podia ser deprê e fazer sucesso. Quer você queira, quer não...

      Sobre hq´s divertidas... falar isso pra mim é meio que chover no molhado...

      (MG)

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    3. E vc acha MESMO que eles estão fazendo isso de forma a CONTINUAR independente? Isso é justamente o que eles NÃO vão fazer... Vão,sim, publicar de forma independente com o dinheiro de quem quer ver o projeto publicado. Pegarão alguns exemplares e distribuirão a editores na New York Comic Con - NYCC, feira de quadrinhos que está sendo mais disputada hoje em dia por tratar mais de quadrinhos do que as outras feiras como a San Diego Comic Con e cia - e voltarão com o projeto ao Brasil vitoriosos pq todos sabemos que o Brasil adora comprar o que fez sucesso lá fora. Se é mais do mesmo, divertido ou não, nem vai importar pra nenhum de nós ("Sempre estar láááááá..."). Vão vender o mesmo produto DUAS vezes. O oba-oba já foi criado, a repercussão já foi feita - eles conseguiram alcançar o valor-alvo em menos tempo que os projetos "O Beijo Adolescente", "Salomão Ventura" e "Petisco" - e agora é só trabalhar no projeto, que já é sucesso de público. Se vai ser sucesso de crítica também - e é lá fora que eu quero ver! -, já são outros quinhentos...

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    4. Cassaro já publicou lá fora uma historinha dele, a Victory, com a meia-elfa peituda matadora de deuses que fica com uns molequinhos rpgistas.
      Teve uma continuação, Victory 2, mas não deu metade do retorno que Holy Avenger deu.
      E publicar lá fora, como o Marlo comentou é fácil, agora SE DESTACAR no meio de um universo de HQs é o foda.

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    5. Sim, The Fool... Cassaro já publicou essa história "Victory" lá fora, sim. Não teve tanta repercussão na época. Não cheguei a ler. Teve tb uma história curta, se não me engano publicada no Japão... O interessante, mesmo, é fazer de forma independente. E vai dar certo lá for a e aqui... (KJM)

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  6. Olá!

    Como o Marlo disse, é sim mais do mesmo. Cassaro desde a época da editora Trama / Talismã mandou um punhado de histórias em quadrinhos com temática de fantasia medieval.
    - Holy Avenger ( Editora Trama / Talismã );
    - Dragon Bride ( Jambô );
    - Dungeon Crawlers ( Mythos editora )...
    Poxa, ele deveria chutar o balde de vez em quando. A apresentação do Hero Party me passou uma idéia de mais uma história padrão de aventureiros, mundos mágicos e perigos.
    E tamos falando de um cara experiente, com anos de mercado aqui no Brasil.
    Será o benedito que ele só sabe falar disso???

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  7. Acho estranho citarem a qualidade do que está sendo publicado lá fora. Muita coisa do que é publicado nos EUA é feita por pessoas de outros países, inclusive do Brasil.

    Outro ponto é quando de fala da "mesmice". Cada autor tem uma linha que costuma seguir, no caso do Cassaro parece ser a fantasia medieval, mas seus trabalhos não se resumem apenas a isso, visto que ele já publicou títulos de ficção científica e atualmente faz roteiros para a TdM.

    Acredito que quando falamos de mesmice, o maior exemplo é o mercado americano de quadrinhos, com seus super heróis que estão aí a décadas, na mesma, contando e recontando as mesmas histórias.

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  8. Por partes, o projeto citado é uma produção independente, não tem pelo menos por enquanto nenhuma editora interessada nele.
    Mas perceba a chamada da história.
    Não tem nada demais nela, nada de ousado ou de novo. Sabendo como o Cassaro funciona talvez ele coloque alguma coisa de lésbica e/ou peitudas e morreu aí o assunto.
    Me perdoe o comentário, mas pra mim, você fazer um produto fora do mainstream como essa publicação, mas comportado, cheio de não-me-toques é bobeira.
    Tinha é que chutar o balde logo.
    Mas sabe o que eu acho? O Cassaro ficou acomodado, isso sim. Ele sempre é lembrado por Tormenta, cenário de RPG que fez com o Rogério Saladino e o J.M. Trevisan, pela publicação de Holy Avenger, que durou 42 números e está em vias de ser superada por outra publicação, que não tem nada a ver com RPG, e claro, pelo sistema de RPG 3D&T.
    Quer dizer, é aquela situação, se o cara der um suspiro, vai ter gente comemorando por outras razões, não necessariamente por eles estar fazendo algo "novo".
    Você comentou dos títulos dele de ficção cientifica, mas note que ele não mexe mais com isso. Espada da Galáxia, UFO Team, Invasão...Tudo ficou pelo caminho, não importa, o que faz a fama dele é mangá + fantasia medieval.
    Tire isso dele e o que sobra é um roteirista que vende seu trabalho em detrimento de fazer coisas próprias, por isso ele está fazendo com uma equipe Mônica Jovem.
    Cadê os projetos de Quadrinhos dele? Não tem mais. Tudo que tinha dele saiu pela Trama e ele não mexe mais com isso.
    Aliás, porque essa história, Hero Party não tem em Webcomic pra gente ler? Mesmo que seja em inglês?
    Porque essa fixação no "Ah, eu quero impresso!" ?
    Artista brasileiro de quadrinhos tem uma mania besta de teimar no impresso, mesmo com tudo apontando o contrário.
    Um artista mesmo tem que estar se aprimorando sempre, se desafiando sempre, não ficando acomodado como o Cassaro ou a Érica Horita ficam.

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  9. Marlo George19 agosto, 2012

    Luke, não estou falando dos EUA (estou falando dele também), mas me refiro ao que sai na gringa de um modo geral. E tem mais, lá fora o editor cai pra cima do artista, seja lá de onde ele for ou quem for. Tem que ficar bem feito. É mesmice sim, está repetitivo e esse lance do cenário enche o saco.

    Outra, autor que segue uma linha e não se aprimora não sobrevive no mercado. Só se for no Brasil, mas... aqui não existe mercado.

    The Fool, você me entende...

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